Polícia Federal

Polícia Federal prende homem que se passava por engenheiro em Natal

Divulgação/Polícia Federal

Policiais federais prenderam na última terça-feira, 2/8, em Natal, um homem condenado a 5 anos de reclusão em regime semiaberto, por ter praticado os crimes de falsificação de documento público e uso de documento falso. O mandado de prisão foi expedido pela 14ª Vara da Justiça Federal/RN.

Segundo a sentença, no ano de 2012, o homem falsificou documentos do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agricultura no Rio Grande do Norte (CREA-RN), utilizando o nome de um engenheiro regulamente inscrito naquela autarquia para, de modo fraudulento, assumir a titularidade de obras e subscrever diversos contratos, como se engenheiro fosse.

Após ser submetido a exame de corpo delito, o sentenciado foi conduzido ao sistema prisional do estado, onde deverá cumprir a pena.

PF prende francês com 4 kg de cocaína no aeroporto de Natal

Estrangeiro recebeu voz de prisão e foi escoltado para autuação na Superintendência da PF em Natal

IMG 20220618 WA0023Foto: divulgação/PF

A Polícia Federal prendeu em flagrante na noite da última sexta-feira, 17, no Aeroporto Internacional Aluízio Alves, em São Gonçalo do Amarante, na Grande Natal, um cidadão francês, 63 anos, acusado de tráfico de drogas. Com ele foram apreendidos 4,13 kg de cocaína.

A ação aconteceu durante uma fiscalização de rotina quando os policiais inspecionavam as bagagens dos passageiros do setor de embarque internacional que tinham como destino a Europa. Uma das malas retida para vistoria e que seguiria para Toulouse, França, chamou atenção e levantou suspeitas dos policiais porque apresentava sonoridade anormal quando recebia batidas nas suas extremidades, indicando ter diferentes densidades.

O passageiro foi então levado para a sala da PF onde na presença de testemunhas a bagagem foi aberta. Misturada às roupas nada foi encontrado, mas feito um buraco no forro logo surgiu certa quantidade de um pó branco característico que, submetido ao teste preliminar (narcoteste), acusou positivo para cocaína.

De imediato, o estrangeiro recebeu voz de prisão e foi escoltado para autuação na Superintendência da PF em Natal.

Indiciado na Lei Antidrogas, o homem passou por exame de corpo de delito no ITEP e permanece sob custódia da PF, à disposição da Justiça.

Esta foi a 4ª apreensão de drogas feita este ano pela Polícia Federal no aeroporto Aluízio Alves. O total apreendido naquele terminal de passageiros já chega aos 75 kg.
Via Agora RN

Jornalista inglês e indigenista brasileiro foram mortos com tiros de arma de caça, revela perícia da PF

Foto: MONTAGEM/REPRODUÇÃO/REDES SOCIAIS/ARQUIVO PESSOAL/AFP

Perícia da Polícia Federal indicou que o jornalista inglês Dom Phillips e o indigenista brasileiro Bruno Pereira foram mortos com tiros de uma arma de caça.

De acordo com nota divulgada neste sábado (18) pela Polícia Federal, Bruno foi atingido por dois disparos no tórax e no abdômen e outro no rosto. O jornalista inglês foi vítima de um disparo, na região do tórax e do abdômen.

VEJA TAMBÉM: Perícia da PF confirma que restos mortais encontrados no Amazonas são de Bruno Pereira

“Os trabalhos dos peritos do Instituto Nacional de Criminalística, nos próximos dias, serão concentrados nos exames de Genética Forense, Antropologia Forense e métodos complementares de Medicina Legal, para identificação completa dos remanescentes e compreensão da dinâmica dos eventos”, diz a nota.

Prisões

Três pessoas já foram presas pelo crime – dois irmãos, Amarildo dos Santos, mais conhecido como “Pelado”, e Osoney da Costa, e Jeferson da Silva Lima, conhecido como “Pelado da Dinha”. Lima se entregou neste sábado (18). Ele era considerado foragido pela polícia, que investiga a participação dele nos crimes.

Amarildo teria confessado que matou o indigenista e o jornalista, esquartejou seus corpos e ateou fogo neles com a ajuda do irmão. Ele indicou à polícia o local onde os corpos teriam sido enterrados.

Phillips e Pereira desapareceram na região do Vale do Javari, no Amazonas, no último dia 5. Eles partiram rumo à cidade de Atalaia do Norte, mas não chegaram ao destino. O jornalista e o indigenista, que era funcionário licenciado da Funai, pretendiam realizar entrevistas para a produção de um livro e reportagens sobre invasões nas terras indígenas da região.

Via R7