Federação PT-PCdoB-PV busca consenso para fechar nominata de deputado federal

A federação Brasil da Esperança — formada por PT, PV e PCdoB — enfrenta um impasse interno para montar a nominata de candidatos a deputado federal no Rio Grande do Norte. Com mais pré-candidatos do que vagas disponíveis, o grupo busca alternativas para chegar ao limite de 9 nomes que poderão disputar mandato em 2026 pela chapa proporcional, respeitando a exigência de cota de gênero.

O PT tem, atualmente, seis pré-candidatos a deputado federal: Alexandre Lima, Brisa Bracchi, Fernando Mineiro, Marleide Cunha, Natália Bonavides e Odon Júnior. O PV, por sua vez, apresenta dois nomes: Doutor Bernardo e Thabatta Pimenta. E o PCdoB trabalha a candidatura de Silvério Filho, mas, para isso, precisa ter também uma mulher como candidata, para respeitar a cota de gênero. Com isso, a chapa dispõe, ao todo, de 10 nomes.

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Federação PT-PCdoB-PV busca consenso para fechar nominata de deputado federal – Foto: Vinicius Loures / Câmara; Francisco de Assis / CMN; Reprodução/Instagram

A solução do impasse poderia vir através da retirada da candidatura do PCdoB, mas o partido resiste à ideia pois precisa de votação no RN para cumprir a cláusula de barreira nacional. Por isso, nos últimos dias, a principal ideia levantada internamente é que haja um acordo entre Alexandre Lima e Brisa Bracchi para que apenas um dos dois seja candidato — ambos integram a mesma corrente no PT, a Democracia Socialista (DS).

Em entrevista à rádio Jovem Pan Natal, o ex-prefeito de Currais Novos e pré-candidato a deputado federal Odon Júnior admitiu que a definição ainda está aberta, mas procurou afastar a ideia de crise. Questionado sobre quem terá de desistir da candidatura, diante do excesso de nomes, ele disse que o assunto será resolvido internamente.

“Isso é uma questão que ainda vai ser definida. Acho que não vai ter maiores problemas, vai chegar num entendimento em relação a isso daqui a alguns dias ou algumas semanas. Acho que isso se resolve sem maiores problemas, internamente”, afirmou.

Odon reconheceu que existem diferentes critérios possíveis para organizar a chapa. Segundo ele, a federação pode considerar a representação das correntes internas, o desempenho dos pré-candidatos em pesquisas ou até uma disputa interna, embora tenha defendido que o caminho preferencial seja o acordo político.

“Se cada corrente indica um, é um cenário. Se pegar o critério das pesquisas, quem está melhor representado é outro cenário. Se pegar um cenário de eleição interna do PT, de voto, é outro cenário. Mas eu acho que isso vai ser resolvido na política”, declarou.

Para o petista, a solução deve passar por diálogo e construção coletiva. “Na política é o quê? O diálogo, a construção coletiva de chegar num entendimento, numa saída para não precisar nem ir para voto”, acrescentou.

Odon Júnior afirmou que, independentemente da configuração do grupo, o objetivo é ampliar a bancada na Câmara Federal. Hoje, a federação tem apenas dois deputados em uma bancada de oito: Fernando Mineiro e Natália Bonavides, ambos do PT. Ambos serão candidatos à reeleição.

“O objetivo de Odon, e creio que seja o objetivo dos outros pré-candidatos, é que a gente amplie a bancada progressista na Câmara Federal. Hoje eu vejo que a gente tem muita chance, uma chance muito consolidada, pelas pesquisas que a gente vem vendo, de eleger três deputados”, declarou.

Odon também vinculou a disputa proporcional ao projeto nacional do PT. Segundo ele, o eleitorado potiguar que votou no presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve ser chamado a fortalecer a bancada que dará sustentação ao presidente na Câmara.

“A maioria do povo do Rio Grande do Norte nas últimas eleições votou em Lula presidente. Então, a gente está fazendo um debate da importância de olhar para o presidente que ele elegeu e fortalecer a bancada que vai fazer a defesa desse projeto lá na Câmara Federal”, afirmou.

No caso específico de sua pré-candidatura, Odon argumenta que representa uma lacuna regional. Ele defende que o interior do Rio Grande do Norte está sub-representado na Câmara Federal e cita o Seridó como uma das regiões sem deputado federal próprio.

“Há um vácuo realmente no interior de gente legítima, que mora lá, que construa sua história, sua vida”, disse. “O Seridó, o Alto Oeste, o Médio Oeste, Mossoró, o Trairi e o Potengi não têm uma representação federal”, enfatizou Odon.

Segundo ele, sua candidatura parte da experiência acumulada em Currais Novos, onde foi vereador por dois mandatos e prefeito por outros dois. Odon também destacou a dobradinha com a candidatura à reeleição do deputado estadual Francisco do PT, líder do governo na Assembleia Legislativa.

“A gente é da mesma região e tem um entendimento de que, se um fosse para estadual, o outro ia construir a pré-candidatura de federal”, afirmou.

Odon disse ainda que ambos integram a corrente Avante, grupo interno do PT que, segundo ele, tem presença em todas as regiões do Estado e elegeu Samanda Alves presidente estadual do partido.

Possível aliança com o PSDB

Odon Júnior também comentou a indefinição envolvendo o presidente da Assembleia Legislativa, Ezequiel Ferreira, e a possibilidade de manutenção da aliança entre o PSDB e o grupo governista. Segundo ele, “quem fala por Ezequiel é Ezequiel”, mas o histórico do deputado mostra decisões tomadas apenas na reta final.

O petista afirmou que a eventual permanência de Ezequiel no campo governista seria importante para fortalecer a pré-candidatura de Cadu Xavier (PT) ao Governo do Estado. Ao mesmo tempo, avaliou que a demora faz parte do estilo político do presidente da Assembleia.

“Eu faço política diferente, tomo decisões mais antecipadas. Ele vem, no histórico dele, tomando essas decisões de última hora. Vejo a política cada vez mais antecipada. O meu timing é diferente”, disse.

Sobre Currais Novos, Odon afirmou que uma eventual ruptura estadual entre PT e PSDB não necessariamente afetaria a aliança municipal. Ele lembrou que o acordo local foi firmado com clareza sobre a liberdade de cada partido nas disputas estaduais. No município, o prefeito Lucas Galvão é do PT, enquanto a vice Milena Galvão é do PSDB — ela é irmã de Ezequiel Ferreira.

“Lá a gente tem uma aliança consolidada no plano local, que tem caminhado normalmente”, afirmou. “Quando a gente fechou a chapa Lucas e Milena, deixou muito claro: nós vamos ter aqui os nossos apoios, os nossos candidatos, vocês caminharão com o seu partido, com as definições do seu partido, mas aqui a gente vai caminhar normalmente, com harmonia.”

Fonte: Agora RN

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    “Eu fui em busca de apoio. Não tinha um vereador sobrando. Todos estavam comprometidos. Ou estavam no bloco do prefeito apoiando um deputado estadual ou já estavam ‘amarrados’ com outro candidato”, afirmou.

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    “Minha esposa e meus filhos disseram: ‘Pai, dá um tempo’. Então eu resolvi juntar todas essas coisas e saí da candidatura para organizar a campanha em Natal”, declarou.

    Com a decisão, Carlos Eduardo deixa a disputa por um mandato nas eleições deste ano e passa a coordenar a campanha de Allyson Bezerra na capital potiguar.

  • Nova tarifa dos EUA sobre produtos brasileiros entra em vigor nesta quarta-feira (22)

    Donald Trump – Foto: REUTERS/Evelyn Hockstein

    A nova tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros exportados para os Estados Unidos entrou em vigor nesta quarta-feira (22), às 1h01 (horário de Brasília). A medida, adotada pelo governo do presidente Donald Trump após investigação do Escritório do Representante do Comércio dos EUA (USTR), atinge cerca de 3 mil produtos e tem como justificativa alegadas práticas comerciais consideradas prejudiciais aos negócios americanos.

    Entre os produtos afetados estão máquinas agrícolas, papel, vestuário e etanol. Com a nova sobretaxa, o Brasil passa a ser o segundo país mais taxado pelos Estados Unidos, atrás apenas da China. Apesar disso, mais de 2.100 produtos brasileiros continuam isentos, incluindo carne, café, petróleo, laranja, suco de laranja e peças para fabricação de aeronaves.

    O USTR apontou como motivos para a medida questões relacionadas ao comércio digital, serviços de pagamento, tarifas, propriedade intelectual, corrupção, etanol e desmatamento ilegal. O governo americano também citou o Pix como um dos fatores que teriam prejudicado empresas de cartões de crédito dos Estados Unidos.

    O governo brasileiro contesta as acusações e afirma que dados mostram redução do desmatamento e crescimento da participação de empresas americanas de cartões no mercado nacional após a criação do Pix. A administração Lula também destaca que o Brasil mantém relação comercial equilibrada com os Estados Unidos.

    Setores produtivos brasileiros demonstram preocupação com os impactos da medida. A Câmara Americana de Comércio para o Brasil (Amcham Brasil) estima que mais de US$ 11 bilhões em exportações possam ser afetados, enquanto o governo federal calcula impacto de cerca de US$ 5,8 bilhões.

    Entidades como CNI, Abimaq, Abicalçados e Unica alertam para possíveis perdas de competitividade dos produtos brasileiros no mercado americano. A indústria também teme que a nova tarifa amplie a retração do comércio bilateral, que registrou queda de 12,8% no primeiro semestre, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

    Com informações da Folha de S.Paulo

  • Circuito Literário Potiguar (CLIP) leva formação e programação cultural a quatro municípios do Rio Grande do Norte

    O Circuito Literário Potiguar (CLIP) segue sua rota de itinerância pelo Rio Grande do Norte com uma programação que reúne formação, literatura e diferentes expressões da cultura potiguar. Entre os dias 20 e 24 de julho, Angicos, Apodi, São Paulo do Potengi e Assú recebem oficinas, bate-papos, saraus poéticos, apresentações teatrais e shows, ampliando o acesso à produção cultural e valorizando artistas, escritores, coletivos e grupos de diferentes regiões do estado.

    A programação foi construída a partir da diversidade de linguagens e saberes que compõem a cultura potiguar. Ao longo dos cinco dias de atividades, o CLIP promove encontros com a xilogravura, o cordel, a poesia, a crônica, a escrevivência, a contação de histórias, o teatro, a música e as manifestações da cultura popular, criando espaços de formação, troca e circulação cultural.

    Em Angicos, nos dias 20 e 21 de julho, a programação tem como eixo a literatura e as expressões da cultura nordestina. A oficina “Xilogravura: Arte e Identidade”, mediada por Hadoock de Aninha, apresenta a história da técnica e conduz os participantes pelas etapas de criação, desde o desenho na madeira até a impressão em papel. A atividade propõe uma aproximação prática com uma arte tradicional do Nordeste e a reflexão sobre identidade e pertencimento.

    A programação também reúne Hadoock de Aninha e Dodora Medeiros em um bate-papo mediado por Paula FranssinettI, além de um sarau poético com artistas e coletivos locais. Entre os destaques estão a apresentação Flor Morena: Prosa, Canção e Poesia Feminina/Nordestina e a participação de poetas e cordelistas de Angicos e Santana do Matos, em uma celebração da poesia curta, do cordel e da oralidade sertaneja.

    No segundo dia, a oficina “Cordel – Um Ato de Resistência”, com mediação de Dodora Medeiros, propõe uma imersão na literatura de cordel como expressão cultural, incentivando a escrita, a oralidade, a criatividade e o reconhecimento das vozes nordestinas. À noite, a Praça Pública José da Penha recebe o Grupo Caçuá de Teatro de João Redondo, com o espetáculo “O Barbeiro Nozin e o Cabra que Queria Ser Pop”, seguido da apresentação “A Farsa”, da Cia. A Máscara de Teatro, de Mossoró.

    Em Apodi, a programação acontece nos dias 20 e 21 de julho. A oficina “Contar Histórias – Corpo, Voz e Imaginação”, mediada por Mônica Danuta, propõe uma vivência teórico-prática sobre a narração oral, explorando técnicas de expressão corporal, vocal e criação narrativa. A atividade é voltada a professores, artistas e demais interessados na contação de histórias como linguagem artística, educativa e de mediação cultural.

    A programação inclui ainda um bate-papo entre Mônica Danuta e Genildo Sousa, seguido de sarau poético da Academia Apodiense de Letras. No dia 21, a oficina “O Olhar e o Cotidiano: A Crônica como Ferramenta de Escrita”, com mediação de Katharina Gurgel, convida os participantes a transformar experiências cotidianas em matéria literária por meio de exercícios de escrita criativa. O dia se encerra com apresentações artísticas da Cia. Teatral Casarão, com o recital “Naquela Mesa: Amores Que Não Voltaram”, e de Julhin de Tia Lica, com o trabalho musical “Dentro do Chão”.

    São Paulo do Potengi recebe o CLIP nos dias 23 e 24 de julho com uma programação dedicada à escrita, à memória, ao corpo e ao território. A oficina “Escrevivência: O Chão que Piso, o Papel que Escrevo”, mediada por Fabiane Marques, parte do conceito desenvolvido pela escritora Conceição Evaristo para estimular a criação poética a partir da ancestralidade, da oralidade, da memória e das experiências inscritas no corpo e no território.

    A programação também reúne Fabiane Marques e Manu Maia em um bate-papo, além de um sarau poético com artistas e coletivos locais. No dia 24, a oficina “Sonhar com o Corpo, Contar com a Cena”, mediada por Manu Maia, propõe uma experiência de iniciação teatral baseada no corpo, na escuta sensível e na construção coletiva da cena. A noite conta ainda com apresentação do Boi de Reis Pintadinho de Macaíba e com as atrações musicais Alexandre Moreira e Íris Lima & Trio.

    Em Assú, nos dias 23 e 24 de julho, o CLIP promove atividades que aproximam poesia, natureza, literatura popular e cultura quilombola. A oficina “Poética da Vida: Água, Terra, Fogo e Ar”, com mediação de Michelle Ferret, utiliza os elementos da natureza como estímulo para a escrita e a criação poética. A programação inclui ainda uma oficina de cordel, mesa de conversa com Michelle Ferret, mediada por Paulo Sá Leitão, e sarau poético com o Coletivo Celebra-se Poesia e a Academia Assuense de Letras.

    No dia 24, a oficina “A Poesia Popular no Rio Grande do Norte”, mediada por Crispiniano Neto, amplia a reflexão sobre a tradição poética potiguar. A programação se encerra na Praça Getúlio Vargas com apresentações do Grupo de Dança Pérola Negra e do Forró A3.

    Ao circular por diferentes municípios e reunir artistas de diversas regiões do estado, o CLIP promove uma programação que entende a literatura como uma prática viva, conectada à memória, à oralidade, ao território e às demais linguagens artísticas. As atividades também fortalecem a circulação de saberes e a aproximação entre artistas, escritores, coletivos e públicos de diferentes comunidades.

    SERVIÇO

    Evento: Circuito Literário Potiguar (CLIP)

    Datas: 20 a 24 de julho de 2026

    Cidades: Angicos, Apodi, São Paulo do Potengi e Assú

    Entrada: gratuita

    Programação Circuito Literário Potiguar – Ciclo 2

    ANGICOS

    20 de julho

    • 09h às 17h – Casa de Cultura Popular Palácio Paulo Freire

    Oficina “Xilogravura: Arte e Identidade”, com mediação de Hadoock de Aninha.

    • 19h – Praça Pública José da Penha

    Bate-papo com Hadoock de Aninha e Dodora Medeiros, com mediação de Paula FranssinettI.

    • 20h – Praça Pública José da Penha

    Sarau poético com artistas e coletivos locais, incluindo Flor Morena: Prosa, Canção e Poesia Feminina/Nordestina e poetas de Angicos e Santana do Matos.

    21 de julho

    • 09h às 17h – Casa de Cultura Popular Palácio Paulo Freire

    Oficina “Cordel – Um Ato de Resistência”, com mediação de Dodora Medeiros.

    • 19h30 – Praça Pública José da Penha

    “O Barbeiro Nozin e o Cabra que Queria Ser Pop”, do Grupo Caçuá de Teatro de João Redondo.

    • 20h30 – Praça Pública José da Penha

    “A Farsa”, da Cia. A Máscara de Teatro.

    APODI

    20 de julho

    • 09h às 17h – Casa de Cultura Popular de Apodi

    Oficina “Contar Histórias – Corpo, Voz e Imaginação”, com mediação de Mônica Danuta.

    • 18h às 19h – Praça Francisco Pinto

    Bate-papo com Mônica Danuta e Genildo Sousa.

    • 19h às 21h – Praça Francisco Pinto

    Sarau poético da Academia Apodiense de Letras.

    21 de julho

    • Oficina “O Olhar e o Cotidiano: A Crônica como Ferramenta de Escrita”, com mediação de Katharina Gurgel.

    • 09h às 12h – Escola Alvanir Freitas Dias

    Oficina de Cordel, com Adelia Costa, Fernando Antonio, Geralda Efigenia, Joaquim Junior e Rômulo Gomes.

    • 19h às 22h – Praça da Bíblia

    Apresentações artísticas com a Cia. Teatral Casarão, com o espetáculo “Naquela Mesa: Amores Que Não Voltaram”, e Julhin de Tia Lica, com o trabalho “Dentro do Chão”.

    SÃO PAULO DO POTENGI

    23 de julho

    • 09h às 17h

    Oficina “Escrevivência: O Chão que Piso, o Papel que Escrevo”, com mediação de Fabiane Marques.

    • 19h – Praça Pública Monsenhor Expedito

    Bate-papo com Fabiane Marques e Manu Maia.

    • 20h – Praça Pública Monsenhor Expedito

    Sarau poético com artistas e coletivos locais.

    24 de julho

    • 09h às 17h – 4ª Diretoria Regional de Educação e Cultura

    Oficina “Sonhar com o Corpo, Contar com a Cena”, com mediação de Manu Maia.

    Praça Pública Monsenhor Expedito

    Apresentação de Íris Lima & trio.

    ASSÚ

    23 de julho

    • 09h às 17h – Casa de Cultura Popular Sobrado da Baronesa

    Oficina “Poética da Vida: Água, Terra, Fogo e Ar”, com mediação de Michelle Ferret.

    • 09h às 12h – CEEP Gilmar Rodrigues

    Oficina de Cordel, com Adelia Costa, Fernando Antonio, Geralda Efigenia, Joaquim Junior e Rômulo Gomes.

    • 18h às 19h – Casa de Cultura Popular Sobrado da Baronesa

    Mesa de conversa com Michelle Ferret, com mediação de Paulo Sá Leitão.

    • 19h às 21h – Casa de Cultura Popular Sobrado da Baronesa

    Sarau poético com o Coletivo Celebra-se Poesia e a Academia Assuense de Letras.

    24 de julho

    • 09h às 16h – Casa de Cultura Popular Sobrado da Baronesa

    Oficina “A Poesia Popular no Rio Grande do Norte”, com mediação de Crispiniano Neto.

    • 19h às 22h – Praça Getúlio Vargas

    Apresentações artísticas com o Grupo de Dança Pérola Negra e Forró A3.

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