Em nota, Governo do RN rebate Fábio Faria e faz críticas à gestão de Robinson

Em nota da assessoria de comunicação, Governo do RN rebate críticas de Fábio Faria/ Foto: Reprodução Adriano Abreu

Em nota, o Governo do Rio Grande do Norte rebateu as críticas feitas pelo ministro da Comunicação, Fábio Faria, sobre a gestão da governadora Fátima Bezerra. As críticas ocorreram em entrevista concedida pelo ministro ao Sistema Tribuna, no domingo (16). Na nota, o Governo dispara contra a gestão do ex-governador Robinson Faria, pai de Fábio Faria, e define como “negacionista” o Governo Federal comandado pelo presidente Jair Bolsonaro.

“Com um discurso vazio e omisso, o senhor Fábio Faria faz críticas ao atual governo, esquecendo de citar a trágica situação em que a atual gestão recebeu o estado do Rio Grande do Norte, gerido até 2018 pelo então Governador Robinson Faria, pai do ministro, à época com os maiores índices históricos de violência e mergulhado em dívidas — quatro folhas salariais dos servidores em atraso, além de uma imensa dívida com fornecedores”, diz a nota assinada do Poder Executivo.

Confira nota na íntegra:
 
O ministro das Comunicações, Fábio Faria, norte-rio-grandense e filho de um ex-governador do Estado, voltou a atacar a atual gestão da Professora Fátima Bezerra, numa postura politiqueira e também rotineira. Com um discurso vazio e omisso, o senhor Fábio Faria faz críticas ao atual governo, esquecendo de citar a trágica situação em que a atual gestão recebeu o estado do Rio Grande do Norte, gerido até 2018 pelo então Governador Robinson Faria, pai do ministro, à época com os maiores índices históricos de violência e mergulhado em dívidas — quatro folhas salariais dos servidores em atraso, além de uma imensa dívida com fornecedores.
 
O Governo do Rio Grande do Norte que preza pela dignidade, educação e bem-estar social, em nenhum momento foi omisso em relação à retomada das aulas presenciais na rede pública.  A atual gestão seguiu as orientações do Comitê Científico e dialogou com os órgãos de controle quanto à definição do momento adequado e seguro para o retorno de crianças, jovens e adultos às escolas, adequando-as às medidas sanitárias preconizadas pelas autoridades em saúde. Ao contrário da gestão negacionista a qual o ministro pertence e defende, causadora, por falta de atitude e decisão firme, de tantas perdas durante a pandemia de Covid-19.
 
A atual gestão não hesitou em dar assistência aos alunos enquanto estiveram em aulas remotas. Distribuiu 1,1 milhão de kits com itens da merenda escolar, somente em 2021, a exemplo do que ocorreu em 2020. A preparação para o retorno às aulas demandou investimentos da ordem de R$ 12 milhões, dos quais R$ 8 milhões em recursos estaduais, e R$ 4 milhões do FNDE.
 
Ao criticar a conduta do Governo do Estado quanto à retomada das aulas presenciais, o Ministro Fábio Faria também esqueceu de dizer que o Governo Federal, do qual se orgulha de fazer parte, não liberou recursos para a compra de equipamentos essenciais às aulas virtuais. Omitiu que a gestão federal demorou para liberar os recursos necessários à compra da merenda escolar. Esqueceu que o Governo Federal resistiu enquanto pode para liberar os R$ 3,5 bilhões do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust), aprovados pelo Congresso Nacional, e que posteriormente levou a questão ao STF, onde foi derrotado e o direito assegurado aos estados. 
 
Na área da Segurança, a atual gestão salvou 1.817 vidas entre os anos de 2019 e 2021, quando comparado aos três primeiros anos da gestão do pai do ministro Fábio Faria. Naquele tempo, não muito distante, o Rio Grande do Norte figurava entre os estados mais violentos do país, com destaque na mídia nacional. Em 2017, foram 2.412 mortes violentas. Em 2021, o RN teve o menor índice de assassinatos desde 2013, graças ao trabalho incansável dos agentes de segurança pública e o reforço de estrutura e pessoal promovido por decisão corajosa do governo nessa área. Em contraponto à realidade vivida no governo do pai do ministro que deixou a Polícia  Militar aquartelada por falta de salários, vivendo de doações de cestas básicas. 
 
Outro destaque do governo anterior ao nosso foram os ataques às instituições financeiras: 223  entre os anos de 2015 e 2017. Nos três primeiros anos do Governo Fátima, foram registradas 55 ocorrências do mesmo tipo.
 
Ao mencionar o Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel, a maior unidade de saúde da rede estadual, o ministro desconsiderou os investimentos feitos na área da saúde. Esqueceu, novamente, que em junho de 2017 o então governador decretou “estado de calamidade na saúde pública”. E que, na gestão de Robinson Faria, o Sindsaúde alcançou um dos maiores índices de macas e pacientes nos corredores do Walfredo Gurgel, mais de 100 [em 9 de maio de 2016]. Foi na gestão Faria que um Termo de Ajustamento de Conduta assinado entre o governo e o Ministério Público determinou o fechamento de sete hospitais regionais.
 
Por esses e muitos outros motivos, o Governo do Estado do Rio Grande do Norte se sente no dever de relembrar à sociedade que as estratégias politiqueiras de uma casta inconformada com a atuação séria e responsável da atual gestão tentam retratar uma falsa realidade para amparar seus discursos e omitir a vergonha de um triste passado que marcou a vida dos norte-rio-grandenses.
 
Assessoria de Comunicação Social
Com informações da Tribuna do Norte

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    Lagoa de Velhos

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    Com o objetivo de fortalecer a fiscalização, o acompanhamento e a formulação das políticas públicas voltadas ao enfrentamento da violência contra as mulheres, o Governo do Estado deu posse, nesta segunda-feira (15), às novas integrantes do Conselho Estadual dos Direitos das Mulheres e do Comitê Estadual de Enfrentamento à Violência Doméstica e Familiar Contra as Mulheres. A solenidade foi realizada no Auditório da Governadoria, onde a governadora Fátima Bezerra assinou as atas de posse das titulares e suplentes dos dois colegiados.

    “Uma democracia forte se constrói com participação popular, e uma política pública forte se constrói ouvindo quem vive a realidade e conhece os desafios no dia a dia”, afirmou Fátima, destacando a importância do Conselho e do Comitê: “O Governo do Estado valoriza o papel de cada uma de vocês, e reconhece que a missão que assumem é nobre e necessária”.

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    “Enfrentar a violência de gênero exige uma articulação permanente entre as instituições, integração de serviços, definição de estratégias. Reconhecer que nenhuma instituição sozinha é capaz de responder os enormes desafios. É nessa união dos órgãos governamentais, dos movimentos sociais, das organizações da sociedade civil e de toda essa rede de proteção, que encontramos força necessária para não desistir”, esclarece Júlia Arruda, secretária estadual das Mulheres, da Juventude, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos (SEMJIDH).

    “Uma característica da nossa luta é que a cada batalha que parece estar perdida, a gente fica triste, mas ao mesmo tempo se ergue, porque a gente verifica que não pode recuar”, diz Joana Lopes, ex-presidente do CEDIM-RN. “O problema da violência contra a mulher é que agora ela está dizendo ‘não’. E tem sido esse ‘não’ que está sofrendo represálias, porque a sociedade ainda não se deu conta desse pacto, de que essa é uma luta que não vai voltar atrás”, complementa.

    “Nós tivemos crescimento de delegacias de mulheres na atual gestão estadual, mas vemos muitos municípios ainda sem Conselhos Municipais de Mulheres. Tem a questão do emprego e renda também, que atinge diretamente a autonomia das mulheres”, explica Gildenia Barbosa, que representa a Central Única dos Trabalhadores (CUT) no CEAV-RN.

    “É muito bom estar num espaço de diversidade como este. Mulheres negras, trans, brancas, de terreiro, evangélicas, policiais, professoras, agricultoras, é uma diversidade imensa em uma só voz”, comemora Érica Canuto, promotora de Justiça (MPRN), uma das principais referências jurídicas do estado no combate à violência doméstica e na defesa dos direitos das mulheres.

    AVANÇOS

    A governadora Fátima Bezerra aproveitou para destacar os avanços realizados nesses últimos anos, como a criação de sete novas Delegacias Especializadas no Atendimento à Mulher (DEAM), agora presentes também no interior do Estado, assim como a criação do Núcleo Policial de Enfrentamento ao Crime de Feminicídio, na Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

    “Foram 17 anos sem criar uma nova delegacia de defesa da mulher vítima de violência. Antes, o Estado tinha apenas cinco delegacias para o enfrentamento da violência doméstica e de gênero. Hoje são doze”, explica Fátima.

    O avanço ainda se deu na ampliação da Patrulha Maria da Penha, que só existia em Natal e Região Metropolitana. Hoje, expandida para o interior do estado, conta com o índice positivo de que todas as mulheres atendidas pela patrulha estão vivas.

    Também tiveram destaque ações estruturantes, como o programa Maria da Penha Vai à Escola. “É estruturante porque chega na questão cultural da sociedade, no letramento, na formação”, diz Fátima Bezerra.

    Outra ação de destaque foi a sanção da lei que estabelece a suspensão e vedação de promoções, desde o recebimento da denúncia até o trânsito em julgado da decisão final, nas carreiras de servidores públicos civis e militares envolvidos em feminicídio e demais crimes hediondos.

    Além dos já citados, estiveram presentes secretários(as) de Estado; deputados(as) estaduais; representantes do Tribunal de Justiça, do Ministério Público, da Defensoria Pública e da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional RN; representantes de Instituições de Ensino Superior; de órgãos de Segurança Pública; prefeitas, prefeitos e gestoras municipais de políticas para as mulheres; representantes da sociedade civil organizada; e conselheiras estaduais e integrantes do CEDIM-RN e CEAV-RN.

  • Juíza Sulamita Pacheco tomará posse como membro do TRE-RN


    Após ser indicada por unanimidade pelo Tribunal de Justiça do RN em sessão administrativa realizada no dia 27 de maio, a juíza Sulamita Bezerra Pacheco tomará posse como titular do pleno do Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte em sessão solene que acontecerá nesta quinta-feira (18/6), às 15h, no Plenário Ministro Seabra Fagundes, localizado na avenida Rui Barbosa nº 165 (edifício sede do TRE-RN, no Tirol).

    A magistrada ocupará a vaga aberta em decorrência do término do biênio da juíza Suely Maria Fernandes Silveira, que ocorreu no dia 3 de junho. A titularidade do cargo será exercida de 18 de junho de 2026 a 18 de junho de 2028. 

    Composição da Corte 

    O TRE-RN é composto de sete membros (Constituição Federal, art. 120, § 1º, e Resolução TSE nº 21.461/2003), sendo dois desembargadores, dois juízes estaduais escolhidos pelo Pleno do TJRN, um juiz federal escolhido pelo Tribunal Regional Federal da Quinta Região, e dois juízes dentre seis advogados de notável saber jurídico e idoneidade moral, por nomeação do presidente da República, indicados pelo Tribunal de Justiça.

    Biografia

    Sulamita Bezerra Pacheco nasceu em Natal, graduou-se em Direito pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) em 1993 e concluiu especialização em Criminologia em 1995. Desde 1996, atua como juíza de Direito no TJRN, destacando-se pela atuação nos Juizados Especiais de Natal desde o ano 2000. Além da magistratura, é professora de Direito das Relações de Consumo na UFRN e formadora da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados (Enfam). 

    Em 2018, exerceu a função de juíza da 4ª ZE de Natal, ampliando sua experiência na Justiça Eleitoral. Reconhecida pela seriedade e compromisso com a cidadania, Sulamita Pacheco se tornou referência no campo da inovação e responsabilidade no sistema judiciário potiguar, unindo prática jurisdicional, ensino e pesquisa.

  • Motta convoca reunião de líderes para votar PL do fim da escala 6×1

    Foto – Reprodução

    O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), anunciou nesta segunda-feira (15) que convocou para a tarde de amanhã (16) uma reunião do colégio de líderes para tratar do projeto de lei (PL) 1838/26, do governo federal, que acaba com a escala de seis dias de trabalho para cada dia de folga, a escala 6X1.

    O objetivo é ter pontos do texto esclarecidos pelo relator, o deputado federal Léo Prates (Republicanos-BA).

    Encaminhado pelo governo em abril, o projeto define em 40 horas semanais o limite da jornada normal de trabalho na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), e oito diárias, além de garantir ao trabalhador dois repousos semanais remunerados de 24 horas consecutivas.

    Por ter sido encaminhada em regime de urgência, a proposta está trancando a pauta do plenário da Câmara, que só pode deliberar propostas de Emenda à Constituição (PECs), Projetos de Decreto Legislativo (PDLs) e requerimentos de urgência até que o projeto seja votado.

    “Convoquei Reunião de Líderes para amanhã (16), às 14h. Na ocasião, o deputado @leopratesba vai esclarecer pontos do seu parecer sobre o PL que acaba com a escala 6×1, apesar de já termos aprovado a PEC sobre a redução da jornada de trabalho. Com a apreciação da matéria, destravamos a pauta da Casa”, escreveu Motta em uma rede social.

    Na quinta-feira (11), Motta designou o deputado Leo Prates, que também relatou o texto da PEC que acabou com a escala 6×1, como relator do projeto. O texto aprovado no final de maio reduziu a jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas e estabelece a escala de cinco dias de trabalho por dois de folga (5×2). A atualmente a PEC está em análise no Senado Federal.

    Além do projeto de lei que acaba com escala 6X1, os líderes vão debater ainda o PL 896/23, que equipara a misoginia ao crime de racismo, o que a torna inafiançável e imprescritível.

    Na última quarta-feira (10), a coordenadora do grupo de trabalho que debate a proposta, deputada Tabata Amaral (PSB-SP), apresentou uma nova versão do texto, que já foi aprovado no Senado.

    “Já a deputada @tabataamaralsp apresentará os resultados do GT da Misoginia. Devemos votar os dois projetos em plenário ainda nesta semana”, completou Motta.

    A relatora alterou principalmente a definição de misoginia.

    “A fim de preservar a uniformidade conceitual da legislação penal e processual penal sobre o tema, propomos a substituição dos termos ‘ódio’ e ‘aversão’, previstos no projeto para a caracterização da misoginia, pelas expressões ‘menosprezo ou discriminação’ em razão da ‘condição de mulher’.”

    Fonte: Agência Brasil

  • Anvisa mantém suspensão de lotes de produtos Ypê

    A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou nesta segunda-feira (15) duas resoluções que mantêm suspensos lotes específicos de produtos de limpeza da Ypê fabricados antes de março e abril de 2026. A medida foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) e atinge desinfetantes, lava-louças e lava-roupas produzidos pela Química Amparo, fabricante da marca.

    A decisão ocorre após a agência concluir a análise de medidas corretivas adotadas pela empresa e delimitar quais produtos continuam sujeitos à restrição. Em maio, a Anvisa havia determinado a suspensão de duas linhas de produção da fábrica da Ypê, em Amparo (SP), após identificar irregularidades no cumprimento das Boas Práticas de Fabricação.

    Posteriormente, uma reinspeção autorizou a retomada da produção na unidade, mas a comercialização e o uso de parte dos produtos permaneceram condicionados à análise de laudos apresentados pela fabricante.

    Segundo a Anvisa, permanecem suspensos os lotes com final “1” de desinfetantes Bak Ypê e Pinho Ypê fabricados antes de 1º de março de 2026.

    Também continuam proibidos para comercialização, distribuição e uso os lotes com final “1” de lava-louças da marca fabricados antes de 1º de março de 2026, incluindo as linhas Ypê, Ypê Clear, Ypê Green, Ypê Toque Suave e Lava-Louças com Enzimas Ativas.

    No caso dos lava-roupas líquidos, a restrição vale para os lotes com final “1” fabricados antes de 1º de abril de 2026, incluindo produtos das linhas Tixan Ypê e Ypê.

    A agência informou que os produtos fabricados após essas datas apresentaram resultados satisfatórios nos testes realizados pela empresa e, por isso, não estão sujeitos à medida.

  • Sesap amplia capacidade de cirurgias urológicas no RN

    Com o objetivo de garantir o acesso contínuo na assistência em cirurgias urológicas de alta complexidade no RN, a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) elaborou um plano de ação, que inclui a contratação de novos prestadores desse serviço até agosto deste ano. Dessa forma, a Sesap irá assegurar o tratamento definitivo para pacientes com indicação cirúrgica nessa linha de cuidado, em especial as relacionadas a cálculos renais (pedras nos rins).

    Dentro do plano de expansão desenvolvido, a Sesap assinou contratos com prestadores para atender as demandas da Grande Natal. Além disso, será contratado um prestador para absorver a demanda da segunda Macrorregião de Saúde, que corresponde à região de Mossoró, com assinatura prevista para até agosto deste ano.

    Com os contratos com a rede privada, a expectativa é ampliar para cerca de 50 cirurgias eletivas mensais realizadas, de modo a aumentar a resolutividade da rede. Trata-se de um investimento de cerca de R$ 1 milhão por mês.

    O fluxo dos pacientes para os novos leitos e salas cirúrgicas contratados ocorrerá de forma regulada por meio da plataforma Regula Cirurgia, garantindo critérios técnicos de prioridade e transparência no acesso. A medida cumpre rigorosamente as metas e diretrizes estabelecidas no Plano de Ação enviado pela Sesap à Justiça Estadual no mês passado.

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