Artigo Ney Lopes: A crise da Democracia e do Capitalismo

Ney Lopes – jornalista, ex-deputado federal e advogado – [email protected]

Na atualidade, “línguas de fogo” mobilizam protestos em cidades como Quito, Caracas, Londres, Barcelona, Paris, Beirute, Hong Kong, Santiago, Buenos Aires, Lima, México e até mesmo Bagdá, Argel e algumas nos Estados Unidos. As “labaredas” atestam o fracasso das correntes políticas de esquerda, direita, liberais, socialistas, comunistas, conservadores, no exercício do poder global. A indiana Gita Gopinath, economista-chefe do FMI (Fundo Monetário Internacional), órgão símbolo do capitalismo, adverte que “a próxima crise mundial, certamente será causada por algo que não aprendemos”. Ela se refere ao colapso da Democracia e do capitalismo, que não sabem, ainda, como evitar a insatisfação social, em ascensão.

Com a responsabilidade de dirigir o FMI, Gita considera como principal causa a “desigualdade social”, “que não se dá pelo fato das pessoas receberem quantidades diferentes por suas diferentes habilidades e sim porque vivemos em um sistema em que as empresas aumentaram seu poder de mercado, não pagam os impostos que devem, e nada disso é bom para a globalização. A grande preocupação é que talvez não tenhamos o nível de concorrência que deveria existir, e esse é um problema econômico”.

Defensor do mercado livre desregulamentado, o jornalista Martin Wolf, analista econômico do jornal liberal britânico “Financial Times”, concorda com Gina e identifica como causa da crise nas democracias e no capitalismo, a descrença popular nos dirigentes, por eles não serem capazes de garantir acesso aos benefícios sociais e econômicos à maioria dos cidadãos. Wolf destaca a “armadilha da desigualdade”, decorrente da renda concentrada, que aprisiona sobretudo a classe média, cuja opção é oscilar nas eleições, entre “elites predadoras” e “populistas predadores”.

Até o “Fórum Econômico Mundial” (Davos), a “Meca” do sistema capitalista mundial, reconhece que grande parcela da população está obrigada a viver com menos, trabalhar mais e reajustar até mesmo os seus sonhos. Em países da Europa, Canadá e Estados Unidos, os mais pobres terão que esperar quatro ou cinco gerações para serem considerados classe média.

Vejam-se os fracassos de políticas econômicas concentradoras de renda. A sociedade chilena, apesar de relativo sucesso econômico, manteve-se altamente desigual e enfrenta crise sem precedentes. O Presidente Piñera (empresário, centro-direita) reconheceu publicamente não ter dado prioridade no seu governo à políticas de redistribuição da renda e pediu perdão ao povo. Anunciou “pacote social, com aumento de 20% nas pensões, em função da Previdência ter se transformado em “desastre social” e ser apontada como causadora do aumento de suicídios no país. Inexplicavelmente, repete-se no Brasil a heresia do Chile ter o melhor sistema previdenciário da América Latina.

Na Argentina, o presidente Macri, derrotado na eleição presidencial, abriu a economia e atendeu ao mercado, sem restrições. O resultado é que herdou índice de pobreza de 29% e entrega com 37%. Faltou-lhe a indispensável visão social. A opção do cidadão argentino nas urnas foi o “salto no escuro”, que ressuscitou a ex-presidente Cristina Kirchner. A esperança é o eleito, Alberto Fernández, conter a inegável ânsia populista e predadora de sua vice.

Esses fenômenos políticos trazem como consequência nefasta, o risco de crescimento do “populismo” e de “soluções autoritárias”, que utilizam a “decepção popular” para chegar ao poder, vendendo ilusões. Alguns economistas, como o falecido Martin Feldstein, argumentam que o problema não é a diferença entre as classes sociais, e sim a pobreza, e que, se essa última for reduzida, a distância em relação aos mais ricos não deveria importar. Entretanto, o FMI pensa o contrário. Entende que o dinheiro concentrado em parte da população, fatalmente reduz a demanda e gera prejuízos para indústria e comércio. Muitas crises se prolongam, em função dessa realidade.

A grande questão, portanto, será a conscientização dos líderes (políticos e empresariais), de que, nem a Democracia, nem o capitalismo, atingirão níveis de estabilidade satisfatórios e de preservação das liberdades, com a renda concentrada. Cedo ou tarde, tal cenário conduz ao caos e a revolta coletiva. Ninguém duvide!

Confira também

  • Gastos com combustível da Prefeitura de Bom Jesus ultrapassam R$ 3,5 milhões em pouco mais de um ano

    Os gastos com combustível da Prefeitura de Bom Jesus têm gerado questionamentos entre moradores e provocado debates nas redes sociais diante do volume de recursos destinados ao abastecimento da frota municipal.

    De acordo com dados disponíveis no Portal da Transparência, a gestão do prefeito Nilson Peças registrou despesas de R$ 2.269.963,89 com combustível ao longo de 2025. Já em 2026, apenas nos quatro primeiros meses do ano, os gastos somam R$ 1.266.801,41.

    Somados, os valores ultrapassam R$ 3,5 milhões em despesas com abastecimento de veículos, máquinas e demais equipamentos utilizados pela administração municipal.

    Os números representam uma média superior a R$ 222 mil por mês, valor considerado elevado por parte da população para um município de pequeno porte, o que intensificou os debates sobre os custos da máquina pública.

    Segundo os dados divulgados, as despesas estão registradas oficialmente no Portal da Transparência da Prefeitura.

    Fonte: Blog Robson Pires

  • UFRN pesquisa bactéria identificada em detergentes da Ypê

    No último dia 7 de maio, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu a fabricação, comercialização, distribuição e venda de produtos da marca Ypê, entre detergentes, sabões líquidos e desinfetantes de todos os lotes com numeração final 1, após identificar falhas graves nas boas práticas de fabricação da Química Amparo, fabricante da marca, em sua unidade de Amparo, em São Paulo (SP). Foram encontrados nos produtos a presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa, um microrganismo bastante reconhecido no ambiente hospitalar, classificado como multirresistente a antibióticos e considerado uma ameaça à saúde pública pelo Ministério da Saúde (MS).

    O que se sabe sobre essa bactéria e como ela pode estar presente em um produto de limpeza?

    A Pseudomonas aeruginosa é um microrganismo presente em praticamente todos os lugares, especialmente os úmidos e aquáticos, como água, piscinas, torneiras e sistemas de abastecimento. Apesar de comum no ambiente, ela carrega características que a tornam particularmente perigosa em determinadas condições.

    Segundo o professor Rafael Wesley Bastos, integrante do Programa de Pós-Graduação em Biologia Parasitária da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (PPGBP/UFRN) e vice-coordenador do Grupo de Estudo e Ações em Saúde Única (Geasu-RN), o que torna essa bactéria especialmente preocupante é uma combinação de fatores raramente observada em outros microrganismos. Ela desenvolveu mecanismos para escapar de um grande número de antibióticos, além da ação de desinfetantes e antissépticos. “A Pseudomonas é resistente a desinfetantes e, justamente por isso, a gente se preocupa dela estar presente nesses produtos, porque ela sobrevive — coisas que outras bactérias normalmente não conseguem”, afirma.

    Bactéria preocupa especialistas pela resistência a antibióticos e saneantes.

    A bactéria é amplamente estudada na UFRN. Pesquisas recentes do professor Rafael Bastos, publicadas no periódico Frontiers in Fungal Biology, revelaram que ela também pode inibir o crescimento do Candida auris, o superfungo multirresistente incluído pela Organização Mundial da Saúde (OMS) na lista de patógenos fúngicos prioritários. Esse duplo perfil, ao mesmo tempo, agente de infecções graves e potencial inibidor de outros patógenos, evidencia a complexidade do microrganismo e a relevância de seu estudo.

    O docente ressalta ainda que a Pseudomonas aeruginosa não é a única bactéria capaz de sobreviver ao contato com produtos de limpeza, mas é uma das principais, e por isso é monitorada de forma específica nesses produtos após a fabricação.

    Os riscos da Pseudomonas aeruginosa

    O impacto da bactéria varia de acordo com o estado imunológico de cada pessoa. De acordo com o professor Rafael, embora pacientes imunossuprimidos, como pacientes com câncer, com HIV/Aids sem controle adequado ou em tratamento com corticoides sejam mais vulneráveis, isso não significa que pessoas saudáveis estejam livres de riscos. “Ela pode causar infecções em pessoas sem debilidade no sistema imunológico”, alerta.

    As vias de infecção são variadas. A bactéria pode penetrar por ferimentos ou lesões na pele e se multiplicar no local. Segundo o professor, até o contato com água quente contaminada pode abrir caminho para a infecção. O calor pode causar microfissuras na pele, por onde o microrganismo encontra entrada. Nesse caso, ela pode provocar foliculite, que é uma inflamação nos folículos capilares.

    Além disso, se a bactéria atingir os olhos, especialmente em pessoas que usam lentes, pode causar infecção ocular. Assim como o contato com os ouvidos pode resultar em otite (infecção no ouvido). Já em pessoas imunossuprimidas, a Pseudomonas pode se alojar na bexiga ou nos rins, provocando infecção urinária. Nos casos mais graves, conforme explica o professor, a Pseudomonas pode levar a quadros de febre e até sepse, infecção generalizada potencialmente fatal.

    Um dos maiores desafios impostos pela Pseudomonas aeruginosa é sua capacidade de persistência em ambientes industriais. A bactéria é conhecida pela formação de biofilmes, estruturas viscosas que aderem a tubulações, reservatórios e equipamentos, o que dificulta sua eliminação, mesmo após processos de limpeza e desinfecção.

    Pseudomonas aeruginosa formam biofilmes, estruturas viscosas que aderem a tubulações, o que dificulta sua eliminação, mesmo após processos de limpeza e desinfecção.

    O que o consumidor deve fazer

    Com o recolhimento dos produtos, surge uma dúvida prática: o que fazer com as embalagens que já estão em casa? A Anvisa recomenda que o consumidor, primeiramente, interrompa imediatamente o uso do produto. Em seguida, deve entrar em contato com o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) da Ypê para solicitar o recolhimento.

    O professor Rafael reforça que o descarte no lixo comum, na pia ou no vaso sanitário está fora de questão. “O produto pode contaminar esses locais com a bactéria. O correto é entrar em contato com o serviço de atendimento ao consumidor da empresa, requisitando o seu recolhimento”, orienta.

    A Pseudomonas aeruginosa encontra em corpos d’água e ambientes úmidos condições ideais para sobreviver e se multiplicar. Em razão disso, o descarte inadequado de grandes volumes do produto contaminado poderia contribuir para a dispersão do microrganismo em rios, lagos e sistemas de abastecimento, ampliando o raio de exposição.

    Em nota, a Ypê informou que “em alinhamento com a Anvisa e devido ao foco na satisfação dos nossos consumidores, a Ypê seguirá atendendo em seus canais oficiais todos aqueles que ainda preferirem efetuar a troca ou obter o ressarcimento pelos produtos adquiridos”.

  • Vorcaro é transferido para carceragem da superintendência da PF

    O banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, foi transferido nesta segunda-feira (18) para uma cela comum na superintendência da Polícia Federal (PF), em Brasília.

    A transferência foi autorizada pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), relator das investigações sobre as fraudes no Master.

    Desde março deste ano, o banqueiro estava detido na mesma sala de estado-maior em que o ex-presidente Jair Bolsonaro ficou custodiado antes de ser transferido para a prisão domiciliar.

    No local, Vorcaro tinha liberdade para receber advogados responsáveis pela proposta de acordo de delação que foi entregue à PF e à Procuradoria-Geral da República (PGR) no início deste mês.

    Com a entrega da proposta, o banqueiro vai retornar à carceragem da corporação, onde deverá cumprir regras mais restritas para receber visitas de advogados.

    No dia 4 de março, Vorcaro voltou a ser preso e foi alvo da terceira fase da Operação Compliance Zero, da PF, que investiga fraudes financeiras no Master e a tentativa de compra da instituição pelo Banco Regional de Brasília (BRB), banco público ligado ao Governo do Distrito Federal (GDF).

    Fonte: Agência Brasil

  • Natal realiza 1º fórum de enfrentamento ao abuso e à exploração sexual de criança e adolescentes

    A manhã desta segunda-feira (18) reuniu representantes do poder público, profissionais da rede de proteção, integrantes da sociedade civil e especialistas no Centro Municipal de Referência em Educação (Cemure) para o 1º Fórum Municipal de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. Com o tema “Formar para proteger, acolher para transformar”, o fórum foi realizado de forma integrada por secretarias municipais. A iniciativa faz parte da programação da campanha Maio Laranja e debateu estratégias de prevenção, acolhimento e fortalecimento das políticas públicas voltadas à infância e à adolescência em Natal.

    A vice-prefeita Joanna Guerra afirmou que o enfrentamento à violência sexual infantil exige investimento contínuo em políticas públicas e qualificação das equipes que atuam diretamente no atendimento às vítimas. “Precisamos discutir orçamento público para ampliar as políticas voltadas a esse enfrentamento. Também é necessário garantir profissionais capacitados e com estrutura adequada para atuar com sensibilidade e compromisso. A Prefeitura seguirá trabalhando para que Natal seja uma cidade que acolha, proteja e ofereça perspectivas de vida, principalmente às crianças que vivem em áreas mais vulneráveis”, afirmou.

    A secretária municipal de Direitos Humanos de Natal, Luciana Oliveira, falou sobre a importância do trabalho integrado entre os órgãos municipais e do fortalecimento da rede de atendimento. “A realização deste fórum mostra o compromisso da gestão com a proteção das nossas crianças e adolescentes. Esse é um tema que exige diálogo permanente, atuação conjunta e apoio institucional para que os serviços funcionem de forma articulada”, disse.

    Durante a programação, Luciana também apresentou o trabalho desenvolvido pelo Centro de Referência Abraçar, serviço voltado ao acolhimento de crianças e adolescentes vítimas de violência. O equipamento atua com atendimento integrado, envolvendo psicólogos, assistentes sociais, policiais e profissionais da saúde.

    Dados apresentados durante o evento apontam o crescimento no número de atendimentos realizados pelo Centro Abraçar nos últimos anos. Em 2023, foram registrados 49 atendimentos. Em 2024, o número passou para 169. Já em 2025, foram contabilizados 206 atendimentos. Somente até abril de 2026, o serviço já realizou 60 atendimentos.

    A secretária municipal do Trabalho e Assistência Social, Auricéa Xavier, destacou a atuação da pasta nas ações de prevenção, proteção básica e média complexidade, por meio dos serviços ofertados à população. Ela explicou que a Semtas atua no fortalecimento dos vínculos familiares e comunitários, além do acompanhamento de situações de risco e violação de direitos. “Esse trabalho acontece em diferentes níveis de atendimento e envolve uma atuação contínua da rede socioassistencial”, afirmou.

    Auricéa também chamou atenção para o aumento das violações de direitos envolvendo crianças e adolescentes. “Existe uma discussão sobre o crescimento das notificações, mas infelizmente são os casos de violência que têm aumentado, e isso preocupa. Precisamos ampliar o debate e fortalecer as ações de prevenção e acolhimento para enfrentar essa realidade”, declarou.

    A programação contou ainda com uma palestra magna conduzida pelo juiz de Direito Rainel Pereira, do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte, sobre o ECA Digital e os desafios relacionados ao enfrentamento do abuso e da exploração sexual de crianças e adolescentes nos ambientes virtuais.

    Também participou da programação a secretária municipal de Segurança Pública e Defesa Social (Semdes), policial civil e professora de Direito Penal, Samara Trigueiro, que ministrou a palestra “Violência sexual no ambiente virtual: os crimes ocultos nas panelas do Discord”, abordando práticas criminosas ocorridas em plataformas digitais.

    Representando a Secretaria Municipal de Educação, a secretária adjunta Naire Capistrano falou sobre o projeto Escola que Cuida, instituído pela Lei Municipal nº 637/2022. A iniciativa atua na prevenção da violência e do abuso sexual infantil na rede municipal de ensino, por meio da capacitação de profissionais da educação, ações de conscientização e apoio às famílias. Participaram também do debate a secretária adjunta de Saúde, Sandra Raíssa, Andréa Dias, titular da Secretaria da Mulher (Semul), e o vereador Pedro Henrique.

    O encontro foi encerrado com a defesa do fortalecimento das políticas públicas integradas voltadas à infância e à adolescência. A proposta apresentada durante o fórum reforçou a importância da atuação conjunta entre gestão pública, instituições e sociedade para ampliar as ações de prevenção, acolhimento e proteção no município.

  • Deputado Neilton Diógenes relata acidente em estrada e diz que saiu ileso: “Só tenho gratidão”

    O deputado estadual Neilton Diógenes relatou nas redes sociais que sofreu um acidente de carro na madrugada desta terça-feira (19), enquanto seguia viagem para Natal.

    Em publicação no Instagram, o parlamentar afirmou que o veículo ficou bastante danificado, mas destacou que ele e as demais pessoas que estavam no carro não ficaram feridos.

    “Graças a Deus, estamos todos bem. Na madrugada de hoje, a caminho de Natal, tivemos um acidente na estrada”, escreveu.

    Neilton também falou sobre a rotina constante de viagens pelo estado e agradeceu pelo livramento. “Não tem conquista, não tem emenda, não tem obra que valha mais do que a vida”, publicou o deputado.

  • Caminhoneiros anunciam greve no RN a partir de 25 de maio após impasse em negociações

    O Sindicato dos Trabalhadores do Transporte Rodoviário de Cargas do Rio Grande do Norte (SINTROCERN) anunciou uma greve geral da categoria com previsão de início para o dia 25 de maio. A paralisação será por tempo indeterminado e ocorre após impasse nas negociações coletivas com o sindicato patronal.

    Em entrevista, o presidente do SINTROCERN, Edson Negrão, afirmou que a categoria enfrenta jornadas exaustivas, falta de valorização e condições de trabalho consideradas precárias nas rodovias potiguares.

    Entre as principais reivindicações estão reajuste salarial, melhoria na alimentação, cesta básica, auxílio-medicamento e mais segurança no trabalho. O movimento também cobra medidas para reduzir o desgaste físico dos ajudantes de carga, como a proibição de subir e descer escadas carregando peso excessivo ou o pagamento de adicional de penosidade para os trabalhadores expostos à atividade.

    O sindicato ainda incluiu pautas voltadas à inclusão social, defendendo mais espaço e garantias para trabalhadores LGBT e pais e mães atípicas dentro da categoria.

    Segundo o SINTROCERN, a greve poderá impactar o transporte de cargas em diversas regiões do Rio Grande do Norte caso não haja acordo até o início da paralisação.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.