Construção de muro de forma irregular inunda casa em São Paulo do Potengi e gera indenização

Moradora do Município de São Paulo do Potengi será indenizada pelo seu vizinho com o valor de R$ 3 mil, a título de danos morais. Motivo: sua residência foi invadida por enchente em razão do vizinho ter construído um muro que obstruiu a circulação das águas. Ele terá o prazo máximo de cinco dias para demolir a construção, sob pena de multa diária de R$ 100,00.

A condenação foi da juíza Vanessa Lysandra, da Vara Única da Comarca de São Paulo do Potengi, que também determinou que o réu pague à autora a importância de R$ 200,00, a título de multa pelo atraso no cumprimento da liminar que foi deferida na ação judicial que mandava ele demolir o muro. Sobre os valores são acrescidos juros e correção monetária.

A autora ajuizou ação judicial contra um vizinho afirmando que ele construiu um muro indevidamente sobre uma passagem de escoamento de água da chuva, o que obstruiu toda a passagem de água, vindo a inundar sua residência, fato que lhe causou diversos prejuízos materiais e morais.

Por isso, pediu liminarmente pela determinação da imediata demolição do muro, além da condenação do vizinho em indenização por danos materiais e morais. A liminar foi deferida pela justiça, tendo sido culminada multa de R$ 100,00 por dia de descumprimento. O réu recorreu, mas teve recurso negado.

Segundo ele, devido obras da prefeitura, água contaminada era direcionada ao seu terreno, gerando mal cheiro e trazendo riscos de doenças. Por isso, disse que havia construído um muro, para evitar o transtorno.

Defendeu que os danos causados pela enchente na casa da autora foram sofridos por diversos moradores, não tendo como causa o citado muro, uma vez que o muro não foi a causa dos danos suportados pela autora, não se pode condená-lo ao pagamento de indenização.

Construção

Para a magistrada, no caso, o réu cometeu ato ilícito, em razão de a construção ter sido realizada de modo irregular, tendo o Município de São Pedro o notificado por este motivo, inclusive. “Ainda que não tenha agido com dolo, a conduta do requerido é eivada de culpa, em razão da negligência”, comentou a juíza.

Quanto ao dano causado à autora da ação, considerou que este ficou comprovado através das imagens anexadas aos autos processuais. Contudo, entendeu que a autora não conseguiu demonstrar o dano material sofrido, uma vez que as provas constantes nos autos não são suficientes à sua aferição.

“Por outro lado, constata-se que a conduta do requerido causou dano moral, porquanto os transtornos suportados pela requerente ultrapassaram os meros dissabores suportados no cotidiano pelas pessoas, sendo que apenas estes últimos não ensejam a reparação na esfera cível”, decidiu.

Ao considerar os testemunhos prestados em juízo, a magistrada entendeu incontroverso que, além do dano, também ficou comprovado o nexo de causalidade, uma vez que a construção do muro por parte do vizinho da autora foi fator fundamental para que as águas da chuva invadissem a residência dela. Para ela, isto é corroborado, inclusive, pelo fato de o Município de São Pedro ter notificado o requerido acerca da irregularidade da construção.

“Ademais, as imagens constantes às fls. 63/64 demonstram que o muro impediu o curso natural das águas da chuva, redirecionando-as, dentre outros locais, para a casa da requerente. Com efeito, caracterizados os requisitos para a imposição da responsabilidade civil, exsurge a consequente obrigação de indenizar”, concluiu.

Processo nº 0100948-56.2013.8.20.0132

TJRN

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  • Saúde mental não cabe em um mês e janeiro pode ser emocionalmente mais pesado do que parece

    Janeiro é marcado por campanhas de conscientização sobre saúde mental, como o Janeiro Branco, mas o sofrimento emocional vivido por milhões de brasileiros não começa nem termina com o calendário. Para a psicóloga Candice Galvão, o início do ano, longe de ser leve, pode se tornar um dos períodos mais desafiadores do ponto de vista psicológico.

    Segundo Candice Galvão, existe uma expectativa social de que janeiro represente renovação imediata, motivação e disposição para mudanças. Quando esse estado emocional não se concretiza, muitas pessoas passam a se sentir frustradas e culpadas. “O discurso do recomeço cria a ideia de que todos precisam começar o ano bem. Quem não consegue entra em um ciclo de autocrítica, ansiedade e sensação de fracasso precoce”, explica a psicóloga.

    Durante o Janeiro Branco, o debate sobre saúde mental ganha visibilidade, mas a especialista alerta para um risco comum: tratar o cuidado emocional como algo pontual. “Saúde mental não é campanha. O sofrimento psíquico não segue datas comemorativas. Quando limitamos esse cuidado a um mês, reforçamos a ideia de que ele é secundário”, afirma Candice Galvão.

    Outro ponto levantado por Candice Galvão, psicóloga clínica, é a banalização do autocuidado nesse período. Para ela, o excesso de mensagens motivacionais e fórmulas prontas pode gerar o efeito contrário. “Autocuidado não é estética emocional nem pensamento positivo forçado. Quando cuidar de si vira performance ou obrigação, ele deixa de proteger e passa a gerar mais cobrança”, pontua.

    Janeiro também concentra fatores que impactam diretamente o equilíbrio emocional. Retorno ao trabalho, dívidas acumuladas, metas irreais e conflitos familiares não resolvidos costumam se intensificar logo nas primeiras semanas do ano. “É um mês que reúne pressões financeiras, profissionais e emocionais ao mesmo tempo. Muitas pessoas não percebem o quanto isso afeta a saúde mental”, explica a psicóloga clínica.

    Nesse contexto, Candice Galvão reforça que a psicoterapia não deve ser vista apenas como último recurso. “Terapia não é para quando tudo desmorona. Ela é prevenção, organização emocional e fortalecimento psíquico. O cuidado contínuo com a saúde mental precisa ser normalizado”, destaca.

    Ao falar sobre o Janeiro Branco, a psicóloga defende que a campanha seja um ponto de partida, não um limite. “Janeiro é importante para abrir conversas, mas cuidar da saúde mental precisa ser um compromisso ao longo do ano. O sofrimento humano não cabe em um único mês”, conclui Candice Galvão.

  • Detran/RN orienta como regularizar placa de veículo perdida ou danificada

    O Departamento Estadual de Trânsito do Rio Grande do Norte (Detran/RN) orienta os proprietários de veículos para casos em que ocorra a perda ou dano das placas de identificação ao trafegar por vias alagadas ou outras situações que gerem esse tipo de avaria. A circunstância exige regularização imediata para evitar penalidades previstas na legislação de trânsito e garantir a segurança viária, já que a placa veicular é um item obrigatório de identificação e sua ausência, mesmo que parcial, configura infração de trânsito.

    Nesses casos, há duas orientações distintas para a substituição das placas, uma quando essas forem no padrão Mercosul e outra para aquelas antigas, placas cinzas. Para os veículos que já utilizam o padrão Mercosul, o Detran esclarece que será reposta apenas a placa que foi perdida ou danificada. Ou seja, se o condutor perdeu somente a placa dianteira ou apenas a traseira, a substituição será feita de forma individual, sem necessidade de trocar o par completo.

    O primeiro passo é registrar um Boletim de Ocorrência (BO), medida fundamental para resguardar o proprietário contra o uso indevido da placa por terceiros. Em seguida, o condutor deve agendar uma vistoria no Portal de Serviços (https://portal.detran.rn.gov.br) do Detran/RN e comparecer na data marcada portando o Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo (CRLV), documento de identificação pessoal (CNH ou RG) e o Boletim de Ocorrência.

    Após a vistoria, é necessário efetuar o pagamento da taxa de vistoria, no valor de R$ 80,00. O custo da nova placa varia de acordo com a empresa estampadora escolhida pelo proprietário. Com a liberação do órgão, o condutor deve procurar uma dessas empresas para realizar a estampagem e, posteriormente, a instalação da placa no veículo.

    Já nos casos em que o veículo ainda utiliza a placa antiga, de fundo cinza, o procedimento é diferente. Nessa situação, será obrigatória a conversão para o padrão Mercosul, com a substituição das duas placas, mesmo que apenas uma delas tenha sido perdida ou danificada. O processo também se inicia com o registro do Boletim de Ocorrência. Em seguida, o proprietário deve agendar uma vistoria e, além disso, é necessário agendar a abertura do processo de conversão de placa junto ao Detran/RN.

    Para dar entrada no procedimento, o condutor deve reunir os documentos exigidos: o CRV (recibo de compra e venda), caso ainda possua o documento físico antigo, ou o CRLV impresso, se já estiver no formato digital; documento de identificação pessoal (CNH ou RG); comprovante de residência; e o Boletim de Ocorrência.

    As taxas incluem o valor da vistoria, de R$ 80,00, e a taxa do processo de conversão de placa no Detran, no valor de R$ 100,00. O custo das novas placas varia conforme a empresa estampadora credenciada escolhida. Após a conclusão do processo e a emissão do novo documento do veículo, o proprietário deve procurar a estampadora para confeccionar as duas placas e realizar a instalação.

    É importante reforça que o condutor não deve trafegar com o veículo sem placa, caso contrário, cometerá uma infração, já que a condução de veículo sem qualquer uma das placas de identificação é considerada infração gravíssima, conforme o artigo 230, inciso IV, do Código de Trânsito Brasileiro (CTB). A penalidade prevê multa no valor de R$ 293,47, sete pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e a medida administrativa de remoção do veículo. Outro ponto importante a ser destacado é o Boletim de Ocorrência, que é essencial para a proteção legal do proprietário e para a regularização da pendência junto ao Detran/RN.

  • Ministério Público dá prazo e cobra transparência da Prefeitura de Canguaretama após falhas no Portal da Transparência

    O Ministério Público do Rio Grande do Norte expediu recomendação oficial cobrando providências imediatas da Prefeitura Municipal de Canguaretama para regularizar o Portal da Transparência do município. O documento foi publicado no Diário Oficial do Estado e estabelece prazo de 30 dias para resposta.

    Segundo a Recomendação Ministerial, a Promotoria de Justiça constatou que, apesar do portal estar no ar, não estariam disponíveis de forma completa e atualizada informações legalmente obrigatórias, como despesas públicas, pagamentos de contratos administrativos, gastos com pessoal e dados fiscais em tempo real.

    O Ministério Público destaca que a legislação federal determina a divulgação clara, íntegra e atualizada dessas informações, como forma de garantir o controle social e a transparência da gestão pública. Diante da constatação, o órgão recomendou que o Município passe a disponibilizar dados detalhados das despesas, ao menos dos últimos 60 dias, além de manter atualizações periódicas — no máximo a cada 30 dias — sobre contratos e folha de pessoal.

    A recomendação também deixa claro que a Prefeitura já havia sido provocada anteriormente, sem que houvesse manifestação ou esclarecimento sobre as inconsistências apontadas, o que motivou a expedição do ato formal.

    O documento alerta ainda que o não cumprimento da recomendação poderá resultar na adoção de medidas administrativas e judiciais cabíveis, valendo o recebimento da recomendação como prova de prévio conhecimento das irregularidades apontadas.

  • Governo do RN entrega obras de recuperação de reservatório que abastece cidades do Seridó

    O Governo do Rio Grande do Norte entregou nesta terça-feira (20) as obras de recuperação da Barragem Boqueirão de Parelhas, em mais um passo importante na consolidação de uma política estruturante de segurança hídrica para o Semiárido. Localizado a 2,5 quilômetros da zona urbana, o reservatório integra a Bacia do Piranhas-Açu e é responsável pelo abastecimento de Parelhas, Jardim do Seridó, Carnaúba dos Dantas e comunidades rurais da região.

    As intervenções envolveram recuperação estrutural, manutenção dos sistemas hidromecânicos, recomposição de taludes, requalificação da crista, recuperação da tomada d’água e das comportas, além de melhorias na casa de comando e nos dispositivos de segurança. O investimento total foi de aproximadamente R$ 1,2 milhão, dentro do Programa de Recuperação e Manutenção de Barragens Estaduais, que prevê a reabilitação de 28 reservatórios em todo o estado até o fim de 2026.

    Ao destacar o significado da entrega, a governadora Fátima Bezerra relacionou a obra ao direito à água e à responsabilidade do Estado com a vida no semiárido. “No Seridó, água é mais do que um recurso natural: é condição de existência, é dignidade, é justiça social. Governar é planejar, investir e cuidar. Cuidar das barragens é proteger cidades, é garantir que a água chegue às casas, às escolas, aos hospitais, à produção. Neste dia de São Sebastião, tão simbólico para o nosso povo, entregamos uma obra que representa segurança hoje e esperança para o futuro”, afirmou.

    A governadora ressaltou ainda que a recuperação do Boqueirão integra um conjunto de ações estruturantes em curso no estado. “Estamos falando da Barragem de Oiticica, da chegada das águas da transposição do São Francisco, do Projeto Seridó, das adutoras, dos dessalinizadores. É uma política pública pensada para o longo prazo, que trata a água como direito e como base do desenvolvimento do Rio Grande do Norte”, disse.

    Representando os municípios beneficiados, o prefeito de Carnaúba dos Dantas, Kleyton Dantas, destacou o impacto regional da obra e o simbolismo das chuvas registradas na véspera do dia do padroeiro. “Essa barragem abastece não só Parelhas, mas também Carnaúba dos Dantas e outras cidades do Seridó. Ontem, véspera de São Sebastião, já tivemos chuva na região, um sinal de esperança. Com essa recuperação, com essa manutenção, a gente sonha em voltar aqui para ver esse açude sangrando. É o cuidado do governo com o nosso povo e com a nossa água”, afirmou.

    O secretário estadual da Fazenda, Cadu Xavier, ressaltou a integração do governo na execução da política de recursos hídricos. “Recurso hídricos é água, e água é o povo que tem sede, é o povo que precisa para viver e produzir. Esse programa de recuperação de barragens, com mais de R$ 18 milhões investidos e 14 estruturas já recuperadas, mostra a prioridade que a governadora Fátima dá a essa pauta. É um trabalho coletivo, sem vaidades, com um único objetivo: melhorar a vida das pessoas que vivem no nosso estado. Entregar uma obra como essa no dia de São Sebastião é entregar também esperança de um inverno melhor para o Rio Grande do Norte”, disse.

    O secretário de Estado dos Recursos Hídricos, Paulo Varella, lembrou que gerir água no semiárido exige visão de longo prazo e cuidado permanente com a infraestrutura existente. “Aqui não existe mágica. Chove poucos meses por ano, é preciso acumular e depois distribuir com eficiência e segurança. Quando a governadora nos deu a missão de cuidar das barragens, encontramos estruturas que não podiam nem ser operadas. Hoje, com um programa que já recuperou 14 reservatórios e tem outros em fase final, o Rio Grande do Norte passa a ter um sistema mais seguro. Cada real investido aqui está no lugar certo, protegendo vidas e garantindo água para o futuro”, disse.

    O diretor-presidente do Instituto de Gestão das Águas do RN (Igarn), Procópio Lucena, ressaltou o caráter histórico da intervenção. “Esta barragem foi inaugurada há quase quatro décadas e nunca havia passado por uma recuperação dessa magnitude. Hoje ela está mais segura, mais preparada para reter água e cumprir seu papel para Parelhas e para toda a região. Quem cuida da água governa com responsabilidade, porque água é vida, é desenvolvimento e é dignidade para o povo do Seridó”, afirmou.

    Moradora do município de Parelhas, um dos municípios atendidos pelo sistema do Boqueirão, a aposentada Maria Aparecida Dantas Medeiros, de 64 anos, acompanhou a solenidade e falou sobre o significado da obra. “A gente sabe o que é passar por seca, ver açude no fim, viver com medo de faltar água. Ver essa barragem cuidada, recuperada, dá uma segurança grande. Não é só concreto, é a certeza de que o governo está olhando para quem mora aqui e depende dessa água para viver”, disse.

    Escola Estadual Maria Terceira

    Durante a agenda em Parelhas, a governadora Fátima Bezerra assinou o contrato para a retomada das obras de reforma e ampliação da Escola Estadual Maria Terceira. O prédio, com cerca de 80 anos, terá suas características arquitetônicas preservadas e passará por recuperação estrutural, modernização das instalações elétricas, hidráulicas e sanitárias, climatização, implantação de sistemas de segurança e requalificação dos espaços pedagógicos e administrativos.

    O valor global da obra é de R$ 2,4 milhões. Após a rescisão do contrato anterior, será executado o saldo remanescente, estimado em R$ 770.282,92, com prazo de 240 dias para conclusão a partir da ordem de serviço. A unidade atende 214 estudantes do 1º ao 9º ano do ensino fundamental e contará com novo centro de convivência, refeitório, bloco de serviços, pátio requalificado e acessibilidade, fortalecendo as condições de ensino e permanência dos alunos na rede estadual.

  • Hermano Morais deixa o PV e retorna ao MDB mirando novo projeto para o RN

    O deputado estadual Hermano Morais anunciou oficialmente sua desfiliação do Partido Verde (PV) e o retorno ao Movimento Democrático Brasileiro (MDB). A decisão foi comunicada por meio de nota pública, na qual o parlamentar afirma que a mudança partidária é resultado de uma “análise política conjuntural serena e transparente”, com foco em contribuir de forma mais efetiva para o futuro do RN.

    No comunicado, Hermano destaca que aceitou o convite do presidente estadual do MDB e vice-governador Walter Alves para colaborar na construção de um novo projeto de desenvolvimento econômico e social para o Estado. O deputado ressalta que retorna ao MDB com o compromisso de bem representar a legenda nas missões que lhe forem confiadas nas próximas eleições.

    Ao se despedir do Partido Verde, Hermano fez questão de agradecer à direção estadual da sigla e aos filiados, enfatizando que a saída ocorreu de forma respeitosa, republicana e democrática. Segundo ele, permanece o compromisso com a defesa do desenvolvimento sustentável do RN, pauta que marcou sua passagem pelo PV.

    A movimentação reforça o redesenho do tabuleiro político potiguar e fortalece o MDB no processo de articulação visando as eleições de 2026, especialmente no campo do debate sobre desenvolvimento e alianças estratégicas no Estado.

  • Rogério Marinho desiste de disputar o Governo do RN e indica Álvaro Dias como candidato do grupo

    O senador Rogério Marinho anunciou, na manhã desta quarta-feira (21), que não será candidato ao Governo do Rio Grande do Norte nas eleições de 2026. A decisão foi comunicada durante coletiva de imprensa, na qual ele também confirmou o nome do ex-prefeito de Natal, Álvaro Dias (Republicanos), como candidato do grupo político que lidera.

    Segundo Marinho, a desistência ocorre após um pedido do ex-presidente Jair Bolsonaro, para que ele passe a coordenar a campanha de Flávio Bolsonaro à Presidência da República. De acordo com o senador, o convite foi formalizado por meio de um bilhete entregue por um advogado ligado ao ex-presidente.

    Durante a coletiva, Rogério Marinho afirmou que a escolha de Álvaro Dias levou em consideração a experiência administrativa e a capacidade de articulação política. Ele disse acreditar que o grupo tem condições de disputar o governo com competitividade nas eleições de 2026.

    O senador também confirmou que Styvenson Valentim (PSDB) será candidato à reeleição para o Senado Federal, destacando a atuação conjunta dos dois no Congresso Nacional e a afinidade política construída ao longo do mandato.

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