Em nota conjunta, policiais federais do RN e CE criticam delegados favoráveis ao atual modelo de segurança pública e cobram unificação das polícias

Policiais federais do Rio Grande do Norte e Ceará se uniram nesta semana para criticar a postura adotada por delegados que são favoráveis ao atual modelo de segurança pública. Em nota divulgada em conjunto pelos sindicatos dos dois dois estados (SINPEF/RN e SINPOF/CE), agentes e escrivães também cobram a unificação das polícias Federal, Civil, Militar e Rodoviária Federal.

Abaixo, leia íntegra da nota conjunta enviada à imprensa.

“Foi com grande surpresa que as entidades representativas dos Policiais Federais no Rio Grande do Norte SINPEF/RN e do Ceará SINPOF/CE, tomaram conhecimento da intitulada “Carta do Rio Grande do Norte”, oriunda do autoproclamado I Congresso Jurídico da Associação Nacional dos Delegados de Polícia. Assim sendo, apresentamos alguns esclarecimentos acerca de tal absurdo documento; Os delegados de polícia civil e federal decerto que não compreendem estar vivendo no Brasil, um País imerso no caos da segurança pública, e aí se reúnem em um resort de luxo e passam a discutir como perpetuar e ampliar as regalias e privilégios a que fazem jus, modernamente, como se as que já tem não fossem suficientes.

A carta inicia considerando exitoso e reconhecendo como pertinente o atual modelo de segurança pública do Brasil, quando em verdade o país precisa ter êxito em dar tranquilidade aos pais e mães de família que querem ir e voltar do trabalho, entrar e sair de suas casas e de seus veículos sem temer por suas vidas ou ter seus bens violentamente arrancados e roubados. Os “doutores” discutem livre convencimento motivado, independência funcional e princípio do delegado natural. Como se a realidade não fosse tão cruel aos demais brasileiros para que estivessem discutindo tamanhas bobagens.

Enquanto deveriam estar discutindo a não necessidade de manter equipes de plantão para atendimento ao público e confecção de BOs, que inclusive não são feitos por eles ou tem qualquer utilidade, senão para retirada de documentos ou apresentação como comprovante de que o fato ocorreu, poderiam na verdade ser feitos por qualquer servidor administrativo ou por meio eletrônico, facilitando e liberando todos os policiais alocados nas equipes de plantão para trabalhar na atividade fim da polícia.

Discutir a criação de uma carreira administrativa de apoio à atividade policial, devidamente valorizada e assim reconhecida, que inclusive já existe na polícia federal, precisa apenas ser mais valorizada e estar de fato à frente de toda a área administrativa. Mas como na PF os gestores também são delegados, preferem estes, lotar eles mesmos, delegados, como pseudochefes de todo e qualquer setor, sem reconhecer que as chefias administrativas que gerenciam o apoio ao trabalho policial podem e devem ser feitas por servidores da carreira de apoio. Policiais geram as demandas e passam as diretrizes, isso é otimização e desburocratização, e não essa concentração irracional de poder que os mesmos continuam a discutir e defender.

Em verdade, os delegados, deveriam buscar que as polícias Militares e Rodoviária Federal pudessem dar encaminhamento às ocorrências pelos mesmos flagranteadas, reduzindo a termo as mesmas e encaminhando os presos às custódias e comunicando o fato ao Poder Judiciário, Ministério Público e Defensoria Pública, desafogando e desburocratizando o trabalho das polícias, acabando na verdade com o retrabalho e com o desgaste desnecessário das instituições. Ao contrário disso, buscam uma concentração burocrática e irracional que cansa e desgasta os operadores de segurança; isso talvez porque de fato nunca foram “policiais”.

O modelo de segurança pública, que a tal “carta do RN” considera exitoso e pertinente, é na verdade obsoleto e improdutivo de tal maneira que hoje existe apenas no Brasil e em dois ou três países africanos, também de colonização portuguesa. É herança dos tempos de império, em Portugal há muito deixou de existir e aqui foi criado tendo como “delegado” de polícia aquele a quem ficava delegada a incumbência de satisfazer as exigências e diretrizes da coroa, e não da sociedade, hoje parece que não havendo mais coroa portuguesa, os delegados se mantém para satisfazer as exigências e diretrizes da própria categoria, e não prover segurança pública, tarefa esta que deveria ser da polícia.

Num subjetivismo que beira a malícia a carta do RN, não discute qualquer mudança objetiva que traria resultados práticos para melhorar e de fato prover segurança pública à sociedade, faz apenas o que os delegados sempre fizeram, e de fato vem conseguindo, basta ver o incremento salarial que conseguiram para suas carreiras nos últimos anos, elucubram, divagam, e o no fim tentam emplacar melhorias para suas próprias carreiras.

A infeliz carta cuida em limitar a atuação da P2 (inteligência da PM) e impedir a lotação de policiais no GAECO do Ministério Público, o que demonstra que se houvesse qualquer interesse na segurança pública deveria tratar de trazer o Ministério Público para próximo do trabalho policial e principalmente no ciclo completo para que, como dito, as polícias Militares, Rodoviária Federal e também as guardas municipais fossem fortalecidas e pudessem iniciar e finalizar suas ocorrências. Lembremo-nos das guardas municipais que podem e devem ser mais uma força, mais um braço no combate à criminalidade.

Concentrando o trabalho investigativo para a polícia judiciária, respeitando e valorizando o trabalho ostensivo das coirmãs, deixando que estas iniciem e concluam suas ocorrências. Até o dia em que evoluíssemos ao ponto de ter uma polícia única, dividida apenas em esferas Municipal, Estadual e Federal.

Precisamos na verdade buscar um modelo de segurança pública atual, nada de inventar a roda não, esse modelo já existe e funciona em todos os países de primeiro mundo e em todos os países onde o combate à criminalidade tem efetividade, um modelo desburocratizado e eficiente, que impõe responsabilidade e meritocracia às polícias. Que aproxima o Ministério Público do trabalho policial, sem essa disputa de ego ridícula de querer ser carreira jurídica, não é demérito ser carreira POLICIAL, pelo contrário é ORGULHO!

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  • Styvenson diz que vai andar armado e de carro blindado após atentado a Cabo Deyvison

    Styvenson tem tido boa pontuação em pesquisas de intenção de votos, mas continua fazendo mistério sobre seu posicionamento final. Foto: Reprodução

    O senador Styvenson Valentim (Podemos) afirmou que o atentado contra o vereador de Mossoró e pré-candidato a deputado federal Cabo Deyvison (PL) aumentou sua preocupação com a segurança durante a campanha eleitoral de 2026. Em entrevista à rádio 96 FM nesta terça-feira 23, o parlamentar disse que, após tomar conhecimento do ataque, passou a procurar medidas para reforçar sua proteção pessoal, como a utilização de veículo blindado, colete balístico e o porte de arma.

    “Primeira providência que eu tive quando vi isso aí foi procurar ver se tem carro blindado para a gente locar, procurar usar colete agora, procurar andar armado. Ou seja, a sensação de segurança que a gente pensa que vê numa propaganda não é o que a população sente na rua”, declarou.

    Questionado se teme pela própria segurança durante o período eleitoral, Styvenson respondeu de forma direta. “Sinto receio, claro”, afirmou. O senador relacionou a preocupação à sua atuação na área da segurança pública — ele é capitão da reserva da Polícia Militar — e lembrou que defende a classificação de facções criminosas como organizações terroristas.

    “O Cabo Deyvison… dizem que ele faz isso e aquilo contra facção. E eu tenho um projeto de lei que criminaliza a facção, que torna a facção um dispositivo terrorista. Está parado na Câmara há três anos, na gaveta, esperando uma relatoria”, criticou.

    O atentado citado pelo senador ocorreu na noite de 15 de junho, em frente à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Alto de São Manoel, em Mossoró. Cabo Deyvison realizava uma transmissão ao vivo pelas redes sociais quando foi surpreendido por disparos de arma de fogo. O vereador foi atingido nas pernas, sobreviveu ao ataque e recebeu alta médica dias depois. Já seu assessor parlamentar Alyson Dyego de Oliveira Morais, de 37 anos, foi baleado nas costas e morreu ainda no local.

    As investigações conduzidas pela Polícia Civil já resultaram na prisão de três suspeitos. No dia seguinte ao crime, José Antônio da Costa e Vinícius Gabriel da Silva Freitas foram capturados no Ceará e tiveram a prisão preventiva decretada pelos crimes de homicídio qualificado, tentativa de homicídio qualificado e sequestro e cárcere privado. Nesta quarta-feira 24, a polícia anunciou também a prisão de Wilson Mariano da Silva Filho, apontado como o terceiro envolvido na ação criminosa. As investigações continuam para identificar todos os participantes e eventuais mandantes do atentado.

    Ao comentar o caso, Styvenson lamentou a morte do assessor parlamentar e afirmou que o episódio reforça a percepção de insegurança no Estado. “Lamento a perda do Dyego, lamento demais. E lamento também a gente não ter soluções de forma rápida. Ou, se não, uma solução que tenha tranquilidade para andar em paz na sociedade”, declarou.

    O senador também foi questionado sobre o histórico de episódios de violência envolvendo agentes políticos no Rio Grande do Norte. Para ele, o atentado contra Cabo Deyvison não tende a ser um caso isolado. “Esse não é o primeiro caso no estado do Rio Grande do Norte de crime contra políticos”, observou o entrevistador. Styvenson respondeu: “E nem vai ser o último. Tenho certeza de que, no governo que a gente vive aqui, no estado do Rio Grande do Norte, não vai ser o último”.

    Fonte: Agora RN

  • Campanha solidária da Câmara Municipal de Parnamirim já arrecadou mais de meia tonelada de alimentos


    A campanha solidária “Time CMP”, promovida pela Câmara Municipal de Parnamirim, já alcançou uma importante marca: mais de meia tonelada de alimentos não perecíveis arrecadados. A iniciativa tem como objetivo beneficiar instituições sociais do município e reforçar o compromisso da Casa Legislativa com ações de responsabilidade social.

    Inspirada no clima da Copa do Mundo de Futebol, a campanha foi criada para estimular a participação dos servidores e colaboradores da Câmara em uma corrente de solidariedade. Para participar, cada servidor recebeu um álbum temático personalizado com elementos da Câmara Municipal de Parnamirim. A cada 1 kg de alimento não perecível doado, o participante recebe um pacote com 10 figurinhas para completar o álbum.

    A ação, voltada exclusivamente ao público interno da instituição, também prevê a entrega de uma camisa temática aos participantes que completarem as 30 figurinhas disponíveis no álbum. A proposta alia espírito de equipe, engajamento e solidariedade, transformando a participação dos servidores em benefícios concretos para quem mais precisa.

    O resultado alcançado até o momento demonstra o comprometimento dos servidores e colaboradores com a causa social. A arrecadação superior a 500 quilos de alimentos representa uma contribuição significativa para as entidades assistenciais que serão contempladas pela iniciativa.

    A campanha segue em andamento e reforça a importância da união em prol da solidariedade, mostrando que pequenas ações podem gerar grandes impactos na vida de muitas pessoas.

  • Anvisa aprova novo medicamento oral para câncer de mama

    Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou na segunda-feira (226) o registro do medicamento Inluriyo® (tosilato de inlunestranto). O produto é indicado para adultos com câncer de mama localmente avançado, que não pode ser removido por cirurgia ou que já se espalhou para outras partes do corpo, e que foram previamente tratados com terapia endócrina. 

    Esse tipo de tumor apresenta as seguintes características: é positivo para receptor de estrogênio (ER+), negativo para receptor 2 do fator de crescimento epidérmico humano (HER2-) e tem mutação no receptor de estrogênio 1 (ESR1m). 

    O medicamento, desenvolvido pela Eli Lilly do Brasil Ltda., é oral e indicado como monoterapia. 

    O câncer de mama é a neoplasia maligna mais incidente em mulheres. No Brasil, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), no período de 2023 a 2025, foram registrados 73.610 casos da doença, o que representa 30,1% dos cânceres em mulheres. 

  • Eribaldo Medeiros destaca aprovação da revisão do PPA e reforça compromisso com o planejamento de Natal

    O vereador Eribaldo Medeiros presidiu a abertura da sessão ordinária desta terça-feira (23), que marcou a aprovação da primeira revisão do Plano Plurianual (PPA) Participativo 2026-2029, instrumento responsável por definir as prioridades e metas da administração municipal para os próximos anos.

    Durante a sessão, os parlamentares analisaram o projeto encaminhado pelo Executivo e as emendas apresentadas pelos vereadores. Ao todo, foram protocoladas 83 emendas, das quais 35 foram aprovadas, 21 retiradas pelos autores e 27 rejeitadas em plenário.

    Para Eribaldo, a discussão do PPA representa um momento importante para o fortalecimento do planejamento da cidade.

    Com a aprovação da matéria, o município segue com o planejamento das ações e investimentos previstos para o quadriênio 2026-2029.

  • Reservatórios do RN acumulam mais de 2,8 bilhões de metros cúbicos

    O Instituto de Gestão das Águas do Rio Grande do Norte (IGARN) divulgou nesta quarta-feira (24) o Relatório dos Volumes dos Principais Reservatórios do estado. Juntos, os mananciais monitorados acumulam 2.808.708.102 metros cúbicos de água, o equivalente a 53,04% da capacidade total de armazenamento, que é de 5.295.422.524 metros cúbicos.

    Entre os maiores reservatórios do estado, a Barragem Engenheiro Armando Ribeiro Gonçalves, maior reserva hídrica superficial do Rio Grande do Norte, acumula 1.027.294.183 metros cúbicos, correspondentes a 43,29% de sua capacidade total, que é de 2.373.066.000 metros cúbicos.

    A Barragem Oiticica, localizada em Jucurutu, segundo maior reservatório do estado, registra 560.823.966 metros cúbicos armazenados, o que representa 75,52% de sua capacidade total de 742.632.840 metros cúbicos.

    Já a Barragem Santa Cruz do Apodi acumula 445.707.850 metros cúbicos de água, correspondentes a 74,32% de sua capacidade máxima, que é de 599.712.000 metros cúbicos.

    O reservatório Umari, em Upanema, apresenta volume atual de 190.589.363 metros cúbicos, equivalente a 65,09% da sua capacidade total de 292.813.650 metros cúbicos.

    Atualmente, três reservatórios monitorados pelo IGARN encontram-se com 100% da capacidade: Encanto, no município de Encanto; Lagoa de Pium, em Nísia Floresta; e Lagoa do Jiqui, em Parnamirim. Outros mananciais também apresentam volumes elevados, com destaque para Rodeador, em Umarizal (98,77%); Passagem, em Rodolfo Fernandes (98,60%); o açude público de Marcelino Vieira (98,44%), Riacho da Cruz II, no município de Riacho da Cruz (97,98%); Corredor, em Antônio Martins (97,63%); Lagoa de Boqueirão, em Touros (97,64%) e barragem Campo Grande, em São Paulo do Potengi (97,29%).

    Por outro lado, 13 reservatórios permanecem em situação de alerta, com volumes inferiores a 10% da capacidade. Os menores percentuais observados são os da Barragem Passagem das Traíras, em São José do Seridó, com apenas 0,08% da capacidade; Itans, em Caicó, com 0,63%; Totoró, em Currais Novos, com 1,42%; Jesus Maria José, em Tenente Ananias, com 1,91%; Dourado, em Currais Novos, com 3,05%; Alecrim, em Santana do Matos, com 3,59%; e Mundo Novo, em Caicó, com 4,33%.

    O levantamento aponta ainda que 29 reservatórios estão com volumes entre 70% e 99,9% da capacidade, 10 entre 50% e 70%, cinco entre 30% e 50%, nove entre 10% e 30% e 13 abaixo de 10%. Os dados integram o monitoramento contínuo realizado pelo IGARN para acompanhar a situação hídrica do estado e subsidiar a gestão dos recursos hídricos potiguares.

  • Conta de luz terá mudança no número de identificação do cliente

    A partir de julho deste ano, os clientes da Neoenergia Cosern passarão a identificar, na conta de energia, uma mudança importante no campo hoje conhecido como “Código do Cliente”. O número passará a ser apresentado como “Número da Unidade Consumidora”. O item “código de instalação” também deixa de existir na fatura de energia. As mudanças seguem um padrão nacional definido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) para todas as distribuidoras do país.

    A atualização será feita automaticamente e não exige nenhuma ação do consumidor. O novo “Número da Unidade Consumidora” estará localizado no canto superior direito da fatura, no mesmo espaço em que hoje aparece o “Código do Cliente”.

    A padronização segue a Resolução Normativa nº 1.095/2024 da ANEEL, que estabelece um modelo nacional para identificação das instalações de consumo de energia elétrica. O objetivo é tornar a identificação do contrato mais simples, unificando o formato em todo o setor elétrico, facilitando a integração de sistemas, a análise de dados e a comunicação entre os agentes do setor, além de ampliar a rastreabilidade, a segurança e a eficiência operacional no relacionamento com os consumidores.

    Entre as principais vantagens da padronização estão a facilitação no processo de coleta e inserção do número da unidade consumidora no Cadastro Único pelas prefeituras municipais, o que auxiliará na concessão da Tarifa Social para famílias de baixa renda. Além disso, a medida simplificará os processos de atendimento ao cliente e agilizará a resolução de demandas relacionadas ao fornecimento de energia.

    Padrão nacional de identificação

    O Número da Unidade Consumidora é inalterável, e passa a ser vinculado ao imóvel e não mais ao consumidor. Essa mudança garante maior confiabilidade. Cada endereço terá um número próprio, utilizado para consultas, solicitações, emissão de fatura e atendimento nos canais da distribuidora. Com a nova padronização, o código passará a ter 15 dígitos, em um formato único definido nacionalmente pela ANEEL.

    A mudança será aplicada a todas as unidades consumidoras, inclusive aquelas com fornecimento suspenso ou desligado. Segundo a ANEEL, a padronização contribui para evitar duplicidades, facilitar o atendimento e tornar o sistema mais seguro e transparente.

    Transição de um ano

    Mesmo com a mudança, os clientes poderão continuar acessando normalmente os canais de atendimento da Neoenergia Cosern. Durante o período de transição, que será de 12 meses, será possível utilizar tanto o número antigo, identificado como Código do Cliente, quanto o novo Número da Unidade Consumidora para acessar os serviços da distribuidora. Após esse período, o novo número de 15 dígitos passará a ser o identificador oficial da unidade consumidora.

    A Neoenergia Cosern reforça que a atualização faz parte de uma determinação nacional da ANEEL e será implantada de forma gradual, com comunicação contínua aos consumidores para garantir uma transição simples, segura e sem impactos no atendimento.

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