Natal, Macaíba e Parelhas são as mais afetadas por tarifaço; confira o top 10

Natal, Macaíba, Parelhas, Baía Formosa, Mossoró, Currais Novos, São Paulo do Potengi, Porto do Mangue, Touros e Macau são as dez cidades potiguares mais impactadas pelas novas tarifas de 50% impostas pelo governo dos Estados Unidos para produtos exportados pelo Rio Grande do Norte, vigentes desde o último dia 6. Juntos, de janeiro a julho de 2025, os produtos exportados por esses municípios – e que estão sendo taxados – somaram US$ 37.844.898,00 em valores FOB (Free on Board), ou seja, o preço da mercadoria incluindo custos de produção e transporte até o ponto de embarque, mas sem frete e seguro após o embarque.

Os dados foram compilados pelo Observatório da Indústria MAIS RN, da Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte (FIERN), e são semelhantes à análise da Balança de Exportação para os Estados Unidos, elaborada pelo Sebrae-RN. O documento enumera as dez cidades que mais venderam para o país norte-americano. Guamaré seria o município que encabeçaria a lista, mas os produtos que a cidade exporta (Combustíveis minerais, óleos minerais e produtos da sua destilação; matérias betuminosas; ceras minerais) ficaram isentos da tarifa.

Excluindo Guamaré pela razão mencionada acima, a capital do estado é a mais impactada, com US$ 13,9 milhões em produtos de exportação no período. Entre eles estão obras de pedra, gesso, cimento, amianto, mica ou matérias semelhantes; móveis; mobiliário médico-cirúrgico; colchões e almofadas; aparelhos de iluminação; anúncios luminosos; pérolas naturais e cultivadas; pedras preciosas; metais preciosos e folheados; bijuterias; moedas; além de vestuário e acessórios, exceto de malha.

O segmento mais afetado em Natal, no entanto, é o pescado, com exportações de peixes, crustáceos, moluscos e outros invertebrados aquáticos (US$ 12,4 mi de janeiro a julho de 2025). Além da capital, o pescado também impacta a economia de Baía Formosa (US$ 4,3 milhões), Porto do Mangue (US$ 1,1 milhão) e Touros (US$ 1 milhão), que figuram, respectivamente, como a quarta, oitava e nona cidades mais prejudicadas. Baía Formosa também sofre com a taxação do açúcar, caramelo e produtos de confeitaria, assim como Macaíba, segunda cidade mais impactada (US$ 5,4 milhões) e que concentra também exportações de preparações alimentícias diversas.

Porto do Mangue sofre os efeitos da taxação do sal, enxofre, terras, pedras, gesso, cal e cimento, que também são produtos principais exportados por Macau, nona cidade mais impactada (US$ 789 mil). Esses mesmos itens contribuem para Mossoró figurar como quinta da lista (US$ 3,7 milhões). A capital do Oeste ainda exporta frutas, cascas de frutos cítricos e melões, além de gorduras e óleos animais ou vegetais, instrumentos e aparelhos médico-cirúrgicos, obras de ferro fundido, ferro ou aço e produtos farmacêuticos. São Paulo do Potengi compartilha parte desses produtos exportados e se coloca na sétima posição do ranking.

Na terceira posição, Parelhas somou US$ 4,3 milhões em exportações, com destaque para obras de pedra, gesso, cimento, amianto e metais preciosos. Produtos semelhantes são exportados por Caicó, no Seridó potiguar, sexta cidade na lista com US$ 1,5 milhão.

O presidente da Federação dos Municípios do RN (Femurn), Babá Ferreira, alerta que o impacto será percebido nos repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), uma vez que 15% desse recurso é composto do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), que estão incluídos entre os que sofrem a taxação das exportações. “A Confederação Nacional dos Municípios (CNM) está levantando esse impacto real para todos os municípios do Brasil, inclusive os potiguares. Mas é muito preocupante. Já tem empresas dando férias coletivas e há o temor que isso gere desemprego nas nossas cidades”, disse.

Para o presidente da FIERN, Roberto Serquiz, o impacto que as tarifas impostas pelos Estados Unidos poderão causar à economia dos municípios potiguares é motivo de preocupação. “A redução das exportações poderá impactar a atividade produtiva local, gerando menor arrecadação de impostos num primeiro momento e maiores consequências econômicas, caso o quadro perdure”, alertou.

Serquiz ressalta que é cedo para avaliar todos os impactos. “A pauta exportadora dessas localidades é fortemente composta por produtos como pescado, sal e açúcar, todos atualmente sujeitos ao acréscimo tarifário de 50%. As empresas estão se movimentando, buscando alternativas, novos mercados e novas negociações”, pontuou.

Ele explica que a FIERN e sindicatos do setor produtivo buscam assegurar que os preços das mercadorias permaneçam competitivos no cenário internacional, mesmo diante da imposição de tarifas elevadas.

Além disso, a entidade trabalha em “ações voltadas ao ganho de competitividade e redução de custos logísticos”, enquanto os setores pesqueiro, salineiro e sucroalcooleiro “intensificam a tentativa de abertura de novos destinos na Europa, África e Ásia, visando garantir o escoamento da produção e ampliar a escala dos setores industriais”.

David Góis, gerente de Acesso a Mercados do Sebrae-RN, destaca que o impacto do tarifaço é grande e difícil de mensurar. “Além dos segmentos atingidos diretamente pelo tarifaço americano, existe toda uma cadeia de pequenos fornecedores que faturam, prestando serviços para as empresas do segmento do pescado e do sal, por exemplo”, comenta.

Para minimizar as perdas, ele afirma que o Sebrae-RN tem um portfólio amplo de ações para auxiliar os clientes a diversificarem mercados, desde a busca por novos clientes em novos mercados, até a adaptação e criação de novos produtos para manter minimamente o faturamento e a operação. “Na área internacional, atuamos em rede com consultores locais para ajudar o pequeno empresário na prospecção de novos mercados, desde a inteligência até a operação”, completa.

TAXAÇÃO DE 50%

Municípios mais impactados pelo tarifaço norte-americano no Rio Grande do Norte
(Valor US$ FOB)
Natal US$ 13.966.467,00
Macaíba US$ 5.466.533,00
Parelhas US$ 4.396.249,00
Baía Formosa US$ 4.317.408,00
Mossoró US$ 3.785.030,00
Currais Novos US$ 1.565.372,00
São Paulo do Potengi US$ 1.370.324,00
Porto do Mangue US$ 1.147.014,00
Touros US$ 1.040.578,00
Macau US$ 789.923,00

Total: US$ 37.844.898,00

Fonte: Tribuna do Norte

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    Durabilidade dos motores;

    Emissões;

    Autonomia dos veículos;

    Compatibilidade com diferentes tecnologias;

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    Além disso, sustenta que a substituição mais frequente de peças pode aumentar a geração de resíduos e causar impactos ambientais.

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    bomba de combustível;

    bicos injetores;

    mangueiras e vedações;

    velas de ignição.

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    De acordo com o Inmet, há previsão de chuva entre 20 e 30 mm por hora ou até 50 mm por dia. O alerta também prevê ventos intensos, entre 40 e 60 km/h. Ainda segundo o instituto, há baixo risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas.

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    O Inmet orienta que, em caso de rajadas de vento, as pessoas não se abriguem debaixo de árvores, devido ao risco de queda de galhos e descargas elétricas. Também é recomendado não estacionar veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda.

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    Um levantamento anexado ao processo dá dimensão ao problema: das 26 pesquisas para o Governo do RN divulgadas entre abril e julho, 19 mostraram Allyson à frente de Álvaro Dias. As únicas 7 que inverteram esse resultado carregam, segundo a Federação União Progressista, irregularidade documentada ou foram conduzidas pelas mesmas pessoas ligadas a dois institutos de pesquisa diferentes.

    A petição também comprova que ninguém com vínculo real com a IPSENSUS compareceu para prestar esclarecimentos. Os seis entrevistadores declarados pelo instituto são, por nome e CPF, os mesmos que atuaram em outra pesquisa, registrada pela MEDIA Inteligência em Pesquisa, que também colocou Álvaro Dias à frente na disputa pelo Governo do Rio Grande do Norte. A Federação União Progressista relata ainda volumes de entrevistas fisicamente impossíveis dentro do prazo declarado e questionários com identificadores duplicados.

    A Procuradoria Regional Eleitoral tem cinco dias para se manifestar sobre o caso.

    As pesquisas da PNH/Affare e da Veritá não serão investigadas neste processo, porque já possuem ações próprias na Justiça Eleitoral. Uma delas, inclusive, será julgada nesta quinta-feira (23). O encaminhamento do caso da IPSENSUS à Procuradoria é mais uma etapa desse processo.

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    Ainda na quarta-feira, João Maia seguiu para Umarizal, onde participou do tradicional Desfile de Carroças, uma das manifestações culturais mais marcantes da cidade. Ao lado da esposa, Shirley Targino, do prefeito Raimundo Pezão, do vice-prefeito Vinícius, do prefeito de Itaú, Zé Roberto, além de vereadores e lideranças locais, o deputado acompanhou o desfile e celebrou a força das tradições populares que passam de geração em geração.


    A programação em Umarizal também foi marcada pelo reencontro com amigos e lideranças da região, reforçando a parceria construída com o município. Para João Maia, eventos como o Desfile de Carroças preservam a identidade cultural do povo potiguar e fortalecem o sentimento de pertencimento das novas gerações, mantendo vivas as raízes e a história do interior do Rio Grande do Norte.

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