Jair Bolsonaro tornou-se personagem de um drama clínico com potencial para marcar a história. Retirado da campanha por um golpe de faca, terá de passar por uma segunda cirurgia de grande porte. Seu estado, informa a equipe do Albert Einsten, ainda é grave. É improvável que retorne às ruas nas quatro semanas que restam de campanha. Difícil saber quais serão suas condições clínicas no dia da eleição.
Vencida a fase do susto e a etapa da solidariedade coletiva, chega-se ao estágio mais delicado: o gerenciamento das informações sobre o paciente. Nas primeiras horas, aliados de Bolsonaro insinuaram que o atentado renderia votos. Subordinaram a saúde do esfaqueado ao marketing da facada. Depois, sinalizaram que a recuperação seria rápida. Praticaram quiromancia hospitalar.
Saúde de candidato à Presidência é coisa tão séria a saúde de presidente. Para sorte de Bolsonaro, ainda sujeito a infecções, proibiram-se as visitas que davam à UTI a aparência de palanque de redes sociais. Nessa hora, convém afastar do paciente os magos que tramam transformar lesões graves no intestino em tônico eleitoral.
Tudo ficará melhor se a saúde de um presidenciável com potencial para chegar ao segundo turno for tratada como assunto de interesse público, aos cuidados de médicos que se pronunciem por meio de notas oficiais rigorosamente técnicas.
A deputada estadual Manuela D’Ávila (PCdoB) e o ex-prefeito Fernando Haddad (PT) (Foto: Bruno rocha/Fotoarena/Estadão Conteúdo)
O PT levou “até o fim” a estratégia de manter a candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência da República, tal como prometera, e só nesta terça-feira (11), prazo final dado pela legislação eleitoral, fará a oficialização da candidatura de Fernando Haddad a presidente, tendo como vice Manuela D’avila, do PCdoB.
Por 25 dias, a defesa de Lula apresentou sucessivos recursos à Justiça Eleitoral e ao Supremo Tribunal Federal, e, até aqui, não conseguiu suspender a inelegibilidade do ex-presidente que teve o registro negado por incorrer na Lei da Ficha Limpa. Lula foi condenado a 12 anos e um mês de prisão pelo TRF-4, no caso do tríplex no Guarujá.
Havia entre petistas a expectativa de que, nesta segunda (10), em encontro em Curitiba, Lula pudesse divulgar uma carta de apoio à candidatura de Fernando Haddad – escolhido seu substituto em 15 de agosto, quando o partido anunciou a que ficou chamada de “chapa tríplex”, que apresentava Fernando Haddad como vice e Manuela D’Ávila como possibilidade de ser a vice do PT.
Isso não aconteceu porque advogados do ex-presidente o convenceram a insistir na estratégia jurídica de insistir na candidatura até o fim do prazo.
O argumento de advogados era o de que o ministro Celso de Melo, do STF, concederia liminar atendendo ao pedido de suspender a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (que negou o registro de sua candidatura) até outra decisão do STF, para que ele pudesse fazer campanha até o dia 17 – data limite para a substituição de candidatura.
O PCdoB já foi orientado a homologar a candidatura de Manuela D’avila para que seja oficializada a chapa Haddad-Manuela.
O lançamento da já conhecida chapa da aliança PT-PCdoB, Fernando Haddad e Manuela D’Ávila, deve acontecer depois de reunião da Executiva Nacional do PT, marcada para as 11h desta terça, em Curitiba.
O capitão Styvenson Valentim (7,6%), o senador Garibaldi Filho (6,9%), a deputada federal Zenaide Maia (6,4%) e o ex-senador Geraldo Melo (4,9%) são os nomes mais lembrados para o Senado.
Depois deles, Antônio Jácome tem 2%. Os demais não pontuaram acima de um ponto percentual.
58,1% não souberam ou não quiseram responder e 19,9% afirmam que não votarão em ninguém.
A pesquisa foi realizada entre os dias 4 e 7 de setembro em todas as 12 regiões do Estado. Foram feitas 1.700 entrevistas, com margem de erro de 2,3% e índice de confiabilidade de 95%. O levantamento foi registrado no TSE sob o protocolo RN-08648/2018.
O senador Garibaldi Filho concentra a rejeição do eleitorado com 19,7%, indica pesquisa Consult. Depois dele aparece Geraldo Melo, com 12,1%.
Zenaide Maia marcou 8,4% e Jácome tem 3,6%. Nesse cenário, o Capitão Styvenson tem 2%. Os demais não pontuaram acima de um ponto percentual.
Os entrevistados que não souberam ou não quiseram responder são 33,4%% e 9,4% declararam “nenhum” como opção e todos os candidatos são rejeitados por 25,4%.
A pesquisa foi realizada entre os dias 4 e 7 de setembro em todas as 12 regiões do Estado. Foram feitas 1.700 entrevistas, com margem de erro de 2,3% e índice de confiabilidade de 95%. O levantamento foi registrado no TSE sob o protocolo RN-08648/2018.
A senadora Fátima Bezerra lidera a preferência da lembrança dos eleitores na pesquisa Consult/BlogdoBG, com 18,8%.
Depois dela, o nome mais lembrando é o do ex-prefeito de Natal, Carlos Eduardo Alves, com 8,3%, seguido pelo governador Robinson Faria, com 4,4%.
Os demais não pontuaram acima de um ponto percentual.
47,6% não souberam ou não quiseram responder e 19,9% afirmam que não votarão em ninguém.
A pesquisa foi realizada entre os dias 4 e 7 de setembro em todas as 12 regiões do Estado. Foram feitas 1.700 entrevistas, com margem de erro de 2,3% e índice de confiabilidade de 95%. O levantamento foi registrado no TSE sob o protocolo RN-08648/2018.
A senadora Fátima Bezerra lidera a preferência da lembrança dos eleitores na pesquisa Consult/BlogdoBG, com 18,8%.
Depois dela, o nome mais lembrando é o do ex-prefeito de Natal, Carlos Eduardo Alves, com 8,3%, seguido pelo governador Robinson Faria, com 4,4%.
Os demais não pontuaram acima de um ponto percentual.
47,6% não souberam ou não quiseram responder e 19,9% afirmam que não votarão em ninguém.
A pesquisa foi realizada entre os dias 4 e 7 de setembro em todas as 12 regiões do Estado. Foram feitas 1.700 entrevistas, com margem de erro de 2,3% e índice de confiabilidade de 95%. O levantamento foi registrado no TSE sob o protocolo RN-08648/2018.
O governador Robinson Faria é o nome mais rejeitado pelo eleitor potiguar, com 38,8% das preferências.
Fátima Bezerra (13,2%) e Carlos Eduardo Alves (7,8%) aparecem atrás no levantamento.
Os demais candidatos não pontuaram acima de um ponto percentual.
Os entrevistados que não souberam ou não quiseram responder são 19,4% e 6,5% declararam “nenhum” como opção e todos são rejeitados por 20%.
A pesquisa foi realizada entre os dias 4 e 7 de setembro em todas as 12 regiões do Estado. Foram feitas 1.700 entrevistas, com margem de erro de 2,3% e índice de confiabilidade de 95%. O levantamento foi registrado no TSE sob o protocolo RN-08648/2018.