A pesquisa do instituto Seta divulgada hoje também avaliou, entre os eleitores, a preferência deles para os possíveis cenários de segundo turno para o Governo do Estado.
A pesquisa do instituto Seta encomendada pelo Blog do BG foi registrada na Justiça Eleitoral sob os protocolos RN-03095/2018, BR-03943/2018. As entrevistas foram realizadas entre os dias 29 de setembro e 1 de outubro com 1700 eleitores. O intervalo de confiança é de 95% com margem de erro de 2,4% para mais ou para menos.
A pesquisa do instituto Seta divulgada hoje também avaliou, entre os eleitores, a preferência deles para os possíveis cenários de segundo turno para o Governo do Estado.
Fátima Bezerra x Carlos Eduardo Alves
Fátima Bezerra: 38%
Carlos Eduardo Alves: 21%
Brancos e nulos: 34%
Indecisos: 7%
Sobre a pesquisa
A pesquisa do instituto Seta encomendada pelo Blog do BG foi registrada na Justiça Eleitoral sob os protocolos RN-03095/2018, BR-03943/2018. As entrevistas foram realizadas entre os dias 29 de setembro e 1 de outubro com 1700 eleitores. O intervalo de confiança é de 95% com margem de erro de 2,4% para mais ou para menos.
A pesquisa do instituto Seta divulgada hoje também avaliou, entre os eleitores, a preferência deles para os possíveis cenários de segundo turno para o Governo do Estado.
Carlos Eduardo Alves x Robinson Faria
Carlos Eduardo Alves: 31%;
Robinson Faria: 18%;
Brancos e nulos: 44%;
Indecisos: 7%.
Sobre a pesquisa
A pesquisa do instituto Seta encomendada pelo Blog do BG foi registrada na Justiça Eleitoral sob os protocolos RN-03095/2018, BR-03943/2018. As entrevistas foram realizadas entre os dias 29 de setembro e 1 de outubro com 1700 eleitores. O intervalo de confiança é de 95% com margem de erro de 2,4% para mais ou para menos.
A pesquisa do instituto Seta também quis saber da população as intenções de voto para o Senado Federal de forma estimulada, ou seja, apresentando os nomes dos candidatos. Nesse quesito, considerando somente os votos válidos para soma dos votos destinados tanto como primeira como para segunda lembrança, se as eleições fossem hoje, estariam eleitos Capitão Styvenson e Zenaide Maia.
A pesquisa do instituto Seta encomendada pelo Blog do BG foi registrada na Justiça Eleitoral sob os protocolos RN-03095/2018, BR-03943/2018. As entrevistas foram realizadas entre os dias 29 de setembro e 1 de outubro com 1700 eleitores. O intervalo de confiança é de 95% com margem de erro de 2,4% para mais ou para menos.
O instituto Seta divulgou hoje o levantamento da corrida eleitoral pelo Governo do Estado de forma espontânea, ou seja, com os eleitores falando o primeiro nome que lhes vem à cabeça, sem acesso aos nomes dos candidatos. Nesse cenário, Fátima Bezerra lidera com 23%.
Seguem: Carlos Eduardo Alves com 12%; Robinson Faria com 7%; e Brenno Queiroga com 1%. Os demais candidatos tiveram, juntos, 2%. O total de brancos e nulos foi de 25% e o de indecisos de 30%.
Sobre a pesquisa
A pesquisa do instituto Seta encomendada pelo Blog do BG foi registrada na Justiça Eleitoral sob os protocolos RN-03095/2018, BR-03943/2018. As entrevistas foram realizadas entre os dias 29 de setembro e 1 de outubro com 1700 eleitores. O intervalo de confiança é de 95% com margem de erro de 2,4% para mais ou para menos.
A pesquisa do instituto Seta também quis saber da população as intenções de voto para o Senado Federal de forma estimulada, ou seja, apresentando os nomes dos candidatos. Nesse quesito, para soma dos votos destinados tanto como primeira como para segunda lembrança, Capitão Styvenson lidera com 29% das intenções de voto.
A pesquisa do instituto Seta encomendada pelo Blog do BG foi registrada na Justiça Eleitoral sob os protocolos RN-03095/2018, BR-03943/2018. As entrevistas foram realizadas entre os dias 29 de setembro e 1 de outubro com 1700 eleitores. O intervalo de confiança é de 95% com margem de erro de 2,4% para mais ou para menos.
A pesquisa do instituto Seta também quis saber da população as intenções de voto para o Governo do Estado de forma estimulada, ou seja, apresentando os nomes dos candidatos. Nesse quesito, Fátima Bezerra lidera com 32%.
Seguem: Carlos Eduardo Alves com 16%; Robinson Faria, 11%; e Brenno Queiroga, 2%. Os demais candidatos somaram, juntos, 3%. O total de brancos e nulos foi de 28% e o de indecisos de 8%.
Sobre a pesquisa
A pesquisa do instituto Seta encomendada pelo Blog do BG foi registrada na Justiça Eleitoral sob os protocolos RN-03095/2018, BR-03943/2018. As entrevistas foram realizadas entre os dias 29 de setembro e 1 de outubro com 1700 eleitores. O intervalo de confiança é de 95% com margem de erro de 2,4% para mais ou para menos.
O candidato ao Governo do RN, Carlos Eduardo Alves (PDT), foi ao Twitter para criticar uma informação que lhe foi passada durante o debate da InterTV, realizado na noite da última terça-feira, 2: que a também candidata Fátima Bezerra (PT) teria feito 26 viagens para o exterior enquanto senadora.
“Informação grave para sua reflexão: no debate da Intertv, foi dito que a senadora do PT fez 26 viagens pagas com dinheiro público para o exterior. Informação grave. A senadora do PT viajando e você viu algo dessas viagens se transformando em algo positivo para sua vida e para nosso RN?”, questionou o pedetista.
Carlos Eduardo lembrou os problemas do Estado apontando que Fátima estaria “voando” enquanto o povo enfrenta dificuldades. Ele cobrou que seja feita uma prestação de contas das 26 viagens de Fátima Bezerra.
“Rio Grande do Norte atolado em violência, salários atrasados, saúde falida, desgoverno e a senadora nem aí, nas alturas, voando. Pense nisso. É essa a ‘gestora’ que você quer para nosso Estado? Tenho certeza que não. Cadê a prestação de contas das 26 viagens? Uma a cada 40 dias? É um caso que precisa ser muito bem explicado”, avaliou.
Até agora, 510 localidades brasileiras terão a segurança reforçada no domingo, 7, por forças federais durante o primeiro turno das eleições. Segundo último balanço do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), divulgado na noite dessa terça-feira (2), os agentes atuarão, no total, em 11 estados. A maioria das zonas eleitorais que vão ter apoio está no Rio de Janeiro (106), seguido do Pará (46) e Piauí (43) e Rio Grande do Norte (39).
Os ministros do TSE já haviam aprovado o apoio para localidades de outros oito estados: Amazonas, Acre, Ceará, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Norte e Tocantins. Entre as localidades estão aldeias indígenas, distritos, comunidades ribeirinhas.
A atuação das forças federais nas eleições está prevista na Lei 4.737/1965 (Código Eleitoral) e tem como objetivo garantir a normalidade do pleito, o livre exercício do voto e o bom andamento da apuração dos resultados. Depois de aprovados pelo TSE, os pedidos são encaminhados ao Ministério da Defesa, órgão responsável pelo planejamento e execução de ações das Forças Armadas.
Veja aqui a tabela com as localidades que já tiveram a atuação das tropas aprovada pela Justiça Eleitoral.
Fundador do PSDB e um dos tucanos mais próximos do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, o ex-deputado federal Xico Graziano deixou o partido e decidiu apoiar o candidato do PSL e ex-capitão da reserva, Jair Bolsonaro, no primeiro turno. Ex-chefe de gabinete de FH, Graziano escreveu uma carta de desfiliação em que faz críticas às disputas internas do partido e afirma que o PSDB não soube se diferenciar “nessa tragédia da democracia brasileira”.
Em conversa com o GLOBO, Graziano afirmou que votará contra o PT no domingo e declarou voto em Jair Bolsonaro. O ex-parlamentar diz que discorda de muitas das ideias de Bolsonaro mas que votará no capitão da reserva por considerá-lo o único capaz de vencer o PT na eleição.
— Conheci o Bolsonaro na Câmara quando fomos deputados. Ele é um cara honesto e coerente. Não concordo com várias das ideias dele, mas é inegável que ele é o único que está representando a derrubada desse sistema podre. Prefiro pagar o preço por me manifestar a ficar calado — diz.
No documento em que anuncia sua desfiliação, o ex-parlamentar não cita apoio a Bolsonaro. Na carta, publicada no site “Poder360”, o ex-tucano relembra os primeiros passos do partido quando ele e outros políticos que lutaram “contra o regime militar, defendendo as liberdades democráticas”, mas que discordavam da esquerda radical resolveram fundar o partido.
Graziano destaca o que chamou de período de ouro da sigla, entre 1994 e 2002, durante a Presidência de Fernando Henrique Cardoso e lamenta a morte de Mário Covas. Segundo ele, o ex-governador de São Paulo certamente sucederia Fernando Henrique em 2002.