Paróquia São Paulo Apóstolo emite nota de pesar pelo falecimento de Irmã Natália

A Paróquia São Paulo Apóstolo de São Paulo do Potengi emitiu nota de pesar pelo falecimento da Irmã Natália que ocorreu na noite desta quarta-feira,13, em Curitiba.
NOTA DE FALECIMENTO
Com pesar, a Paróquia de São Paulo Apóstolo recebeu, na manhã deste dia 13 de junho, a notícia do falecimento da Irmã Natália, da Congregação das Irmãs da Divina Providência.
Irmã Natália, foi uma grande evangelizadora do Potengi, dedicando anos de sua vida a ações missionárias em nossa Paróquia, sendo exemplo de humildade, compaixão e amor.
Rendemos nossa gratidão ao Senhor pela vida e ministério da Irmã Natália e suplicamos ao Pai, pelo Filho, no Espírito Santo, que receba esta sua missionária na eternidade feliz, onde a Igreja, esposa do Cordeiro, eternamente celebrará a vitória sobre a morte.
Bello Casamento® | a Sua Plataforma de Casamentos – 2019-06-13 06:13:45
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Ler Mais “Bello Casamento® | a Sua Plataforma de Casamentos – 2019-06-13 06:13:45”Eudiane Macedo diz que notícia sobre fechamento do Ruy Pereira não foi Fake News

A deputada estadual Eudiane Macedo (PTC) afirmou, no plenário da Assembleia Legislativa, nesta quarta-feira (12), que a notícia sobre o fechamento do Hospital Ruy Pereira não foi uma fake news. Ela disse que o secretário estadual de Saúde, Cipriano Maia, afirmou a parlamentares que a unidade seria fechada.
“O Governo pode ter voltado atrás, mas não foi uma notícia falsa. Não foi fake news. O secretário afirmou pra gente que teria que fechar o Ruy Pereira. A saúde do nosso Estado está em estado de calamidade, as pessoas estão sofrendo com isso. O não fechamento do Hospital é uma boa notícia, mas ele precisa urgentemente de uma reforma”, sugeriu a parlamentar.
Eudiane Macedo argumentou que a situação estrutural do Hospital Ruy Pereira não é boa, o que demanda uma intervenção do Estado. Ela esteve lá pessoalmente. A deputada lembrou que, como se trata de um prédio alugado, é preciso que o Governo negocie com o proprietário para que o valor despendido com as mudanças seja abatido do aluguel: R$ 200 mil por mês.
Artigo Ney Lopes: “Bolsonaro, moeda única e América Latina”
Ney Lopes – jornalista, ex-deputado federal e advogado – [email protected]
Ao lançar a proposta de moeda “única” no MERCOSUL, o presidente Bolsonaro “atirou no que viu e atingiu o que não viu”. Em razão de ter presidido e atuado durante anos no Parlamento Latino Americano (PARLATINO), enxergo na declaração do Presidente uma “luz” acesa, que poderá despertar o seu governo para questão relevante, muito além da criação de moeda única na região.
Trata-se do cumprimento do artigo 4°, parágrafo único, da Constituição, que não foi respeitado por nenhum Presidente da República, após 1988.
Diz a Lei maior: “A República Federativa do Brasil buscará a integração econômica, política, social e cultural dos povos da América Latina, visando à formação de uma comunidade latino-americana de nações”.
Se isso acontecer, o Presidente Bolsonaro assumiria posição de estadista, no cenário latino-americano. A tendência seria o lançamento da moeda única, a exemplo do que aconteceu na Europa.
Até hoje falta ao Brasil àquela liderança de JK ao lançar o Pan-americanismo. Juscelino semeou, na década de 60, as bases para uma integração das Américas.
O objetivo do PARLATINO, desde a fundação em 1964, sempre foi a formação dessa Comunidade. Em março de 2004 participei em Puebla, México, de reunião parlamentar conjunta com europeus e latino-americanos, quando encaminhei a proposta de consolidação da “Comunidade Latino Americana de Nações (CLAN)”.
Em maio do mesmo ano (2004), em Guadalajara (México), por designação do senador Enrique Jackson, então Presidente do Senado do México, entreguei as conclusões finais dessa reunião anterior de Puebla, aos chefes de governo da América Latina e da Europa, ali reunidos.
Em decorrência, o PARLATINO recebeu a delegação de elaborar a “minuta” de criação da Comunidade Latino Americana de Nações, o que foi feito à época. Participei da redação do texto.
Em 2006 instalou-se no plenário central do Parlamento Europeu em Bruxelas, a “Assembleia Parlamentar Euro-latino Americana” (funciona até hoje).
Foram eleitos os primeiros co-presidentes. Pela Europa, o eurodeputado José Ignácio Salafranca (Espanha). Pela América Latina fui o indicado. Ao proferir discurso na solenidade destaquei que a missão prioritária seria a criação da Comunidade Latino-Americana de Nações. (Fatos relatados in “Memorias e Esperanzas” – publicação do PARLATINO, nas comemorações do 50° aniversário de fundação).
Cabe observar que, a exemplo da União Europeia, a Comunidade Latina exigirá etapas a serem percorridas. Na Europa, o primeiro passo ocorreu em 1951, com a Comunidade do Carvão e do Aço.
O Tratado de Roma institucionalizou (1957) a “Comunidade Econômica Europeia” (CEE). Em 1993 surge o Mercado Único, apoiado nas liberdades de livre circulação de mercadorias, serviços, pessoas e capitais (Tratado de Maastricht).
O euro foi introduzido no mercado em 01.01.1999. Desde o início, a Comunidade Europeia justificou-se pela defesa das commodities, nível de preço, condições de competitividade, direitos de propriedade industrial, etc, dos produtos europeus.
A Comunidade Latino-Americana de Nações faria o mesmo no plano econômico e comercial da América Latina.
É bom esclarecer que a Comunidade nada teria a ver com movimentos puramente ideológicos como a Unasul, Fórum de São Paulo e outros, que não assumiram compromissos democráticos, distorceram a integração e enfraqueceram a América Latina.
A mobilização das nações latino-americanas seria exatamente o contrário. Significaria a consolidação da Democracia e “todos os países” falariam em conjunto, no sentido de lutar pela eliminação da pobreza, das desigualdades, da estagnação.
Uma pergunta fica no ar: “O que falta para o Brasil impulsionar a Comunidade Latino Americana de Nações?”.
Aceitar ou não essa missão dependerá do Presidente Jair Bolsonaro, cuja preocupação com a América Latina revelou-se, ao opinar sobre moeda única, que não é uma tese absurda, porém se insere em etapa seguinte ao processo de integração.
O “ponta pé” inicial teria que ser a “institucionalização” da “Comunidade”, através da mobilização dos Chefes de Estado, visando à assinatura de tratados recíprocos, ratificados pelos Parlamentos nacionais.
Para que isso aconteça, somente uma exigência é necessária: vontade política.
Justamente, o que faltou até agora!
Jornalista Ediana Miralha recebe título de Cidadã Natalense

“É uma conquista pelo trabalho dela, por tudo que ela representa no jornalismo da cidade e do estado, por essa interface entre o poder público e a população que ela faz com muito humor e muita leveza. Aqui é o reconhecimento desse trabalho que ela vem fazendo”, destacou Marcelo Vicioli – diretor de jornalismo da Inter TV Cabugi e chefe da jornalista Ediana Almeida Soares Miralha, que na noite desta terça-feira (11) recebeu o Título de Cidadã Natalense, proposto pelo vereador Ary Gomes (PDT).
Natural da cidade de Altamira no estado do Pará, Ediana Miralha chegou em Natal no ano de 2013. Mãe de quatro filhos, ao longo desses últimos anos, tem sido referência no jornalismo potiguar por estar sempre presente nas comunidades ouvindo os problemas que afligem a população. Dona do jargão “bom dia pra ti”, a admiração do público também é compartilhada pelos colegas de redação, que a descrevem como uma companheira. “Ediana é uma pessoa que faz o seu trabalho com muita dedicação, perseverança e ela é essa pessoa, tanto no vídeo, quanto nos bastidores, engraçada, super companheira e merece muito essa homenagem”, disse o jornalista Kléber Teixeira.
O filho mais velho, Italo Soares também fez questão de destacar o trabalho da mãe. “Esse título representa tudo. A gente sabe que ela vem desenvolvendo um trabalho diferente do habitual e ficamos felizes por toda essa receptividade. Eu como filho fico muito feliz em ver que o público aqui de Natal a abraçou de uma forma muito calorosa”, enfatizou Italo Soares.
Para a vereadora Nina Souza (PDT), a homenagem é justa, por todo o relevante trabalho desenvolvido jornalisticamente em prol da cidade do Natal. “Ediana chegou aqui em Natal com esse jeito extrovertido dela, diferenciado de fazer jornalismo, com uma linguagem popular que cativa, que faz com que as pessoas possuam mais interesse em ouvir a informação. Estamos felizes por hoje”, disse Nina Souza. O propositor do título, vereador Ary Gomes, também fez questão de destacar a importância do carinho que Ediana Miralha transmite ao público natalense. “O povo de Natal sente um carinho enorme, porque ela modificou o contexto das reportagens. Antigamente a gente só assistia desgraça e hoje a gente sorrir com tudo que é produzido. Natal deve isso a ela, essa alegria. Foi por isso que resolvemos conceder essa homenagem”, destacou.
Emocionada, a homenageada fez questão de agradecer à Câmara Municipal pelo título concedido. “Trabalho reconhecido. Quando você ganha um título como esse, é alguém dizendo pra ti que você pertence a esse lugar. Então assim, eu estou super honrada. Eu já me sentia natalense e agora ainda mais com esse título oficial. De coração eu já me sentia fazendo parte daqui. Profissionalmente significa pra mim trabalho reconhecido e eu não digo que é só meu não, é de uma equipe porque ninguém faz nada sozinho. É trabalho do RN I, da Inter TV, é para as pessoas que gostam do meu trabalho”, concluiu Ediana Miralha.
Maio tem chuvas abaixo da média no RN

A análise das chuvas ocorridas no mês de maio de 2019, divulgada hoje pela Gerência de Meteorologia da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN), registra que neste ano, maio apresentou um melhor comportamento quando comparado com o mesmo mês dos últimos anos. Mesmo assim, neste ano o cenário apresenta um desvio negativo de -12,5% em relação a sua climatologia. O sistema meteorológico Zona de Convergência Intertropical(ZCIT) influenciado pelas boas condições térmico/dinâmicas das águas superficiais do Oceano Atlântico Sul e atrapalhado pelo Fenômeno El Niño, foi o responsável pela ocorrência das chuvas no Estado, destaca Gerente de Meteorologia, Gilmar Bristot.
A intensificação do fenômeno El Niño (Oceano Pacífico), ocorrida durante o final de março e início de abril, causou bloqueios atmosféricos parciais sobre a Região Nordeste que prejudicaram a ocorrência de chuvas de maneira normal. A influência do fenômeno El Niño comprometeu a ocorrência de chuvas no RN principalmente na Região Oeste, exceto na Serra de Martins, grandes áreas da Região Central, com exceção em alguns municípios do Seridó e Serra de Santana, a Região do Agreste exceto alguns municípios da Baixa Verde e Agreste e no Litoral Leste, atingindo principalmente o Litoral Sul.
Os maiores índices acumulados em maio ocorreram no Litoral Leste, enquanto que a Região Oeste apresentou os maiores desvios negativos (-24,8%). No Estado como um todo, eram esperados valores acumulados próximos de 108,7mm e a chuva observada ficou em 95,2 mm, resultando um desvio percentual negativo de -12,5%. A média climatológica utilizada no levantamento refere-se aos Postos Pluviométricos com mais de 30 anos de dados no período de 1963 a 2007.
PREVISÃO PARA JUNHO
No mês de junho, lembra o meteorologista da EMPARN, “tem-se o início do período seco no interior do Estado, devido ao afastamento da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT)”. As chuvas mais significativas ficam restritas as regiões Leste e Agreste, ocasionadas pelos sistemas meteorológicos de origem oceânicos (pulsos de leste e sistemas de brisa)”. As atuais condições oceânicas/atmosféricas mostram um enfraquecimento do Fenômeno El Niño no Oceano Pacífico e com tendência de normalidade para os próximos meses.
Esse comportamento, El Niño fraco no oceano Pacífico, associado a uma melhora nos campos da pressão atmosférica e vento na superfície do Oceano Atlântico Sul, indicam que as chuvas deverão normalizar durante a segunda quinzena do mês de junho, com índices pluviométricos que deverão variar entre 30 milímetros (mm) a 50mm no interior, de 50 a 150mm no Agreste e de 150 a 250mm no Litoral Leste.
Essência da política é fazer com que cidadãos tenham mais voz que o mercado, diz Cipriano

O secretário de estado da Saúde, Cipriano Maia, disse que “a essência do debate político é o desafio de fazer com que os cidadãos tenham mais voz que o mercado financeiro.” Cipriano fez essa afirmação durante a Mesa Redonda que discutiu o financiamento do Sistema Único de Saúde (SUS), na 9ª Conferência Estadual de Saúde, que está se realizando no PraiaMar Hotel, em Ponta Negra, até esta quinta-feira (13).
De acordo com o secretário, “o financiamento do SUS foi o tema mais discutido desde a última conferência e devemos refletir sobre o significado desse debate”. E acrescentou: “polarizamos a discussão em torno dos percentuais limitados de financiamento. O financiamento da saúde é um debate político, pois o orçamento se discute na política e os temas têm a ver com o modelo de capitalismo financeiro que vivemos. Ainda não conseguimos mobilizar a sociedade brasileira da necessidade do financiamento do SUS“.
Durante o debate, Cipriano Maia apresentou dados de despesas com ações e serviços públicos de saúde e o impacto da Emenda Constitucional 95 sobre o SUS. Mostrou a destinação dos recursos orçamentários federais, com 40,66% gasto com pagamento da dívida pública e a saúde com 4% do gasto total.
Além disso, o secretário ressaltou a necessidade de modernização da gestão, de remuneração adequada e qualificação dos profissionais.














