Prefeito de São Tomé é citado entre os principais nomes em pesquisa eleitoral para 2022
Em pesquisa divulgada pelo Agora RN nesta quarta-feira, 06, o prefeito e Presidente da FEMURN, Babá Pereira, foi citado em pesquisa eleitoral em que visa as eleições de 2022.
Tanto para deputado estadual, quanto para federal, Babá obteve 0,25%.
Babá tem desenvolvido um excelente trabalho a frente da FEMURN, como também da gestão municipal em São Tomé.
Potengiense figura entres os principais números tanto pra Estadual quanto Federal
Em pesquisa divulgada pelo Agora RN nesta quarta-feira, 06, o prefeito e Presidente da FEMURN, Babá Pereira, foi citado em pesquisa eleitoral que visa as eleições de 2022.
Tanto para deputado estadual, quanto para federal, Babá obteve 0,25%.
Babá tem desenvolvido um excelente trabalho a frente da FEMURN, como também da gestão municipal em São Tomé.
CPI DA COVID: Renan Calheiros confirma que pedirá indiciamento de Bolsonaro
O senador Renan Calheiros (MDB-AL), relator da CPI da Covid, afirmou nesta terça (5) que o relatório final “com certeza” pedirá o indiciamento do presidente Jair Bolsonaro. A previsão do relator para votação do documento junto dos demais membros da comissão é até o próximo dia 20 de outubro.
“Com certeza será [indiciado]. Nós não vamos falar grosso na investigação e miar no relatório. Ele com certeza será, sim, pelo o que praticou”, disse.
Além do presidente da República, Calheiros afirma que deve pedir indiciamento de mais 30 pessoas. A lista conta com ministros e personalidades ouvidas pela CPI que são supostos membros do gabinete paralelo e gabinete do ódio, além das que “tiveram responsabilidade no desvio de dinheiro público e da roubalheira”, conforme disse o senador.
Garibaldi Alves sobre candidatura: “Não tem nada decidido”
Blog do BG – O ex-senador e ex-governador Garibaldi Filho disse ontem que “não tem nada decidido” com relação a uma candidatura, nas eleições do próximo ano, ao Senado. Ele afirmou que antes de janeiro deve anunciar alguma decisão, porque até lá diversos pré-candidatos, que tiveram seus nomes apresentados, estarão praticamente definidos. “Mas eu mesmo não tenho essa pressa toda não”, comentou.
Garibaldi Filho disse que o MDB tem um bom relacionamento com todos os partidos políticos no Estado. Ele opina que a questão nacional pode influenciar no diálogo com outros partidos para fechamento de alianças nas eleições de 2022. Mesmo assim, disse, isso não é determinante. “Influi, mas não é tão decisivo, porque o fator local também prevalece”, completou.“Ainda dá tempo de se conversar mais”, declarou o ex-senador, que prefere, por exemplo, aguardar o que podem apontar novas pesquisas sobre o comportamento dos eleitores com relação ao pleito de 2022.
Leia a notícia completa aqui na Tribuna do Norte.
TRE-RN julga procedente pedido de vereadores de Parnamirim e mantém mandatos
Por 4 votos a 3, órgão colegiado entendeu que afastamento de parlamentares por 180 dias afronta princípio da proporcionalidade
Por maioria de votos, o Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte concedeu a segurança pleiteada pelos vereadores de Parnamirim Ítalo de Brito Siqueira e Rhalessa Cledylane Freire dos Santos, nos dois mandados de segurança julgados nesta terça-feira (05) e anulou decisão da primeira instância na parte que suspendeu o mandato dos dois na Câmara Municipal.
O retorno aos mandatos já havia sido deferido em decisão liminar pela juíza Adriana Magalhães, relatora dos Mandados de Segurança movidos pelos parlamentares. A magistrada entendeu que os afastamentos basearam-se em mera expectativa do Juízo, sem concretude fática a justificar a medida, resultando em afronta ao princípio da proporcionalidade.
Denunciados pelo Ministério Público Eleitoral na Operação Dízimo, Ítalo Siqueira e Rhalessa dos Santos, eleitos nas Eleições de 2020, tiveram o mandato suspenso por 180 dias em decisão do Juiz da 1ª Zona Eleitoral de Natal, Kennedi de Oliveira Braga, no dia 18 de junho de 2021. O magistrado entendeu que, por exercerem função de poder no município, os vereadores poderiam influenciar servidores da Câmara Municipal e cidadãos, interferindo no curso das investigações do MPE.
Na terça-feira passada, o colegiado do TRE-RN iniciou o julgamento dos Mandados de Segurança. A relatora deferiu os pedidos, suspendendo o afastamento dos vereadores e foi acompanhada pelos Juízes Geraldo da Mota e Fernando Jales. As divergências, pela manutenção dos afastamentos, foram inauguradas pelo Desembargador Cláudio Santos e acompanhadas pelo Juíz José Carlos Dantas e pela Juíza Érika Paiva.
Com os empates, o Presidente da Corte, Desembargador Gilson Barbosa, pediu vista dos processos para dar os votos de desempate. Na sessão desta terça-feira (05), o magistrado votou em consonância com a relatora, concedendo a segurança requerida pelos parlamentares municipais. “Penso ser este o melhor caminho, eis que a determinação de afastamento de representante eleito pela vontade popular é extrema, cuja decisão deve ser fundamentada em fatos concretos e graves o suficiente para justificar a aplicação da medida”, destacou o Presidente do TRE-RN.
Artigo Ney Lopes: “Julgamento de Bolsonaro em 2022”
Ney Lopes – jornalista, ex-deputado federal, professor de direito constitucional da UFRN, procurador federal e advogado
Quando alguém olha uma pesquisa eleitoral, a primeira preocupação é saber o percentual de intenções de votos para presidente da República.
O cientista político Antônio Lavareda chama atenção para outras variáveis e fatores, que explicam e afetam as posições dos candidatos na pesquisa.
No caso da sucessão brasileira, Lavareda sugere itens fundamentais para a análise das tendências eleitorais na reeleição do presidente Bolsonaro: avaliações sobre a conjuntura econômica e o desempenho do governo no combate à pandemia.
O primeiro ponto envolve o “bolso do cidadão”. Regra geral, o eleitor não vota por ideologia tal ou qual.
O voto é medido pela previsão de que a situação possa melhorar, comprar alimentos para a família, ter emprego e os filhos frequentarem escola.
Por tais motivos, todas as políticas de governo devem causar impactos positivos na qualidade de vida das pessoas e não apenas atenderem aos interesses do chamado “mercado”.
Há que ser compatibilizado o discurso responsável com a estabilidade das finanças públicas e a distribuição de renda, para reduzir desigualdades sociais. As duas ações são simultâneas.
A história política mostra alguns exemplos, que confirmam a preocupação prioritária do eleitor com a evolução da economia.
Em 1992, James Carville, estrategista de Bill Clinton, tornou famoso um “slogan” até hoje repetido em campanhas: “É a economia, estúpido”.
O adversário de Clinton era George Bush (pai), à frente das pesquisas. Ele acabara de ganhar a Guerra do Golfo.
Todavia, mesmo nesse contexto de glória na preservação da “segurança nacional” e “soberania”, a economia norte americana enfrentava gravíssima crise, decorrente dos gastos militares excessivos.
Clinton percebeu o “aperto financeiro” do cidadão comum e dirigiu a sua campanha para anuncio de metas que favoreciam diretamente o bolso, sobretudo dos necessitados.
Mesmo acusado de “populista” e “demagogo”, Clinton propôs redução significativa dos gastos militares e a recuperação da competitividade das empresas norte-americanas. Teve sucesso e em 1996 foi reeleito com o PIB dos Estados Unidos superior à somatória do PIB da Alemanha e do Japão.
Diante da pandemia, o cientista político Lavareda pondera que a decisão do eleitor em 2022 para a presidência da República sofrerá grande influência da forma de combate a catástrofe epidêmica.
Realmente há exemplos históricos de candidaturas inviabilizadas eleitoralmente pelo mau desempenho de governos em guerras, conflitos ou situações semelhantes a atual pandemia.
Lyndon Johnson, presidente americano, não se reelegeu por conta do mau desempenho ao conduzir a guerra do Vietnam, mesmo tendo méritos na sua luta pelos direitos civis dos negros.
A participação americana no conflito foi marcada por polêmicas, com as cenas dos combates chocando a opinião pública americana e mundial.
Outro exemplo de derrota eleitoral, por força de falhas na condução de problema interno, foi do presidente Jimmy Carter.
Após fracassada operação militar no Irã, 52 soldados americanos ficaram como reféns nos cárceres iranianos.
Ronald Reagan, opositor de Carter, mobilizou a opinião pública e apontou a responsabilidade da Casa Branca na crise com o governo iraniano. Ganhou a eleição.
Recentemente, a vitória de Olaf Scholz na Alemanha não foi derrota de Merkel. Ele era o ministro das finanças e geriu a pandemia, não titubeando em quebrar o “teto de gastos” da Constituição alemã para favorecer as classes mais necessitadas.
Essa marca de redução das desigualdades sociais o ajudou na vitória.
Aliás, o resultado da eleição da Alemanha deve servir de exemplo, por ser um “recado” às democracias globais.
Sobretudo para o Brasil, que irá às urnas decidir o seu futuro. A população deseja maior presença e proteção do estado, optando por alternativas que priorizem o social.
Até o FMI realçou em documento, que o aumento da desigualdade social exige medidas voltadas para a abertura de mais oportunidades e redução das disparidades sociais.
O FMI sugeriu taxar ricos e empresas, que lucraram na pandemia.
Pode-se concluir, que as chances de reeleição do presidente Bolsonaro dependerão do “julgamento” do seu governo, em relação a recuperação da economia e a gestão na pandemia.
A “maioria silenciosa”, que não aparece nas pesquisas, estará atenta!




