Na COP26, Rogério Marinho fala em garantir água a futuras gerações

Júlio Dutra/MCid

O ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, apresentou diversas ações que o Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) vem promovendo para fortalecer o crescimento econômico e social sustentável no País. Ele participou, nesta quinta-feira (8), de painel da conferência “O Futuro Verde está no Brasil”, promovido pelo Ministério do Meio Ambiente, em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI). O evento é parte da programação da delegação brasileira que participa da 26ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP26).

“Temos implementado uma política que leve em conta a segurança hídrica, por orientação do presidente Bolsonaro. A água é o mais importante insumo de desenvolvimento social e econômico do nosso País e de qualquer outro. Por isso, precisamos prover a infraestrutura hídrica para permitir que a água chegue em locais onde a distribuição não é adequada, cuidar da questão do tratamento adequado dessa água e também investir na revitalização das bacias hidrográficas, para aumentarmos a produção de água”, afirmou Marinho.

Uma das ações do MDR com esse foco é o Programa Águas Brasileiras, que tem o objetivo de proteger e revitalizar nascentes, córregos e matas ciliares nas bacias hidrográficas do País. A ideia é ampliar a quantidade e a qualidade da água disponível para consumo e para o setor produtivo, de forma a fomentar o desenvolvimento regional e garantir mais qualidade de vida para a população.

O programa também conta com a participação dos Ministérios da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), do Meio Ambiente (MMA) e da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), além da Controladoria-Geral da União (CGU).

“A água é um bem finito e, se não for bem tratado, não chegará para as futuras gerações. Por isso um dos nossos focos é trabalhar pela produção de água para que todos tenham acesso a esse bem tão importante. O Programa Águas Brasileiras tem exatamente esse papel”, reforçou o ministro Rogério Marinho.

No início deste mês, o MDR lançou o segundo edital de chamamento de projetos do Águas Brasileiras. A principal novidade é a abrangência nacional – o primeiro edital estava limitado às bacias prioritárias do São Francisco, Parnaíba, Taquari e Tocantins-Araguaia. O programa também vai permitir a utilização de recursos provenientes de mecanismos de conversão de multas ambientais, compensações ambientais e pagamentos por serviços ambientais, seguindo as regras dos processos administrativos vigentes.

No primeiro edital, publicado em fevereiro deste ano, 26 propostas foram selecionadas, contemplando mais de 250 municípios de 10 estados do País. Nesses sete meses de trabalho após o primeiro edital, o Programa firmou parcerias com 12 grandes empresas brasileiras e foram assinados contratos de patrocínio de oito projetos, que somam investimentos na ordem de R$ 67 milhões de reais a serem executados para promoção da revitalização das bacias hidrográfica prioritárias do País.

Também no escopo do programa principal, o Ministério do Desenvolvimento Regional vai reconhecer, com o Selo Aliança Pelas Águas Brasileiras, empresas, cidadãos e instituições de direito público e privado, com ou sem fins lucrativos, que patrocinem, executem ou apoiem projetos de revitalização de bacias hidrográficas pelo Brasil. A certificação representa um reconhecimento oficial de que um projeto de revitalização de bacia hidrográfica contribui para a segurança hídrica e para o desenvolvimento sustentável do país. As inscrições de empresas e instituições interessadas em receber o selo terminou no último dia 20 de outubro.

R$ 5,8 bilhões para revitalizar bacias hidrográficas

Além disso, o Governo Federal tem investimento previsto de R$ 5,8 bilhões para ações de revitalização de bacias hidrográficas, por meio do processo de capitalização da Eletrobras. Serão R$ 3,5 bilhões para as bacias do Rio São Francisco e do Rio Parnaíba e outros R$ 2,3 bilhões para as bacias que integram a área de influência dos reservatórios das usinas hidrelétricas de Furnas – Bacias do Rio Grande e do Rio Parnaíba, abrangendo os estados de Minas Gerais, Goiás, São Paulo e Mato Grosso do Sul, além do Distrito Federal. Os recursos serão repassados ao longo de 10 anos.

O montante será usado em ações de revitalização que contemplem o favorecimento da infiltração de água no solo; a redução do carreamento de sólidos pelo escoamento superficial; o uso consciente e o combate ao desperdício no uso da água; a adequada recarga de aquíferos; o combate à poluição dos recursos hídricos; prevenção e mitigação de regimes de escoamento superficial extremos; promoção das condições necessárias para disponibilidade de água em quantidade e qualidade adequadas aos usos múltiplos; a adoção de análises territoriais e integradas; e a disseminação da informação e do conhecimento.

Saneamento básico

Durante o debate com o ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite, Rogério Marinho também destacou o esforço do Governo Federal para aumentar a capacidade de investimentos em saneamento básico no Brasil, por meio da parceria com a iniciativa privada. Ele lembrou que o aporte no setor aumentou consideravelmente com os cinco leilões já realizados sob as regras do Marco Legal do Saneamento: Amapá, Alagoas, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul e Rio de Janeiro.

O novo Marco Legal do Saneamento tem como principal objetivo estruturar um ambiente de segurança jurídica, competitividade e sustentabilidade, a fim de atrair novos investimentos para universalizar e qualificar a prestação do serviço no setor. A meta do Governo Federal é alcançar a universalização dos serviços de saneamento básico até 2033, garantindo que 99% da população brasileira tenha acesso à água potável e 90%, ao tratamento à coleta de esgoto.

“O Marco trouxe segurança jurídica, previsibilidade e limites de cada ator do saneamento. É importante destacar que o Governo brasileiro quer o apoio da iniciativa privada no desafio de universalizar os serviços de saneamento até 2033”, destacou Marinho.

Estratégia Verde

O titular do MDR ainda falou sobre a Estratégia Investimento Verde para o Desenvolvimento Regional. A iniciativa da Pasta vai permitir que os agentes públicos, em âmbito local ou federal, assim como os agentes privados interessados, alinhem novos projetos de infraestrutura para o desenvolvimento regional aos critérios ASG (ambiental, social e governança), de maneira voluntária, adaptável a cada projeto, e flexível, de forma a habilitar a aplicação em diferentes setores.

Nas últimas semanas, o Ministério do Desenvolvimento Regional assinou acordos de cooperação técnica com sete associações setoriais e bancos de desenvolvimento que atuam em projetos de saneamento básico, segurança hídrica e mobilidade urbana geridos pela Pasta.

Confira também

  • Veja os citados na pesquisa Exatus para deputado federal no RN

    Faltando pouco mais de cinco meses para a eleição, seis em cada dez eleitores do Rio Grande do Norte ainda não decidiram em quem votar para deputado estadual. Na disputa para deputado federal, o índice é ainda maior: quase sete em cada dez potiguares não têm definição sobre o voto.

    Esses resultados constam na nova pesquisa do Instituto Exatus, contratada pelo Grupo Agora RN e divulgada por O Correio de Hoje. O levantamento entrevistou 1.518 eleitores entre os dias 14 e 17 de abril em todas as regiões do Estado. Na pergunta para deputado estadual e federal, a pergunta é na modalidade espontânea — isto é, o entrevistado pode responder qualquer nome que vier à mente, sem receber uma lista prévia de possíveis candidatos.

    Na disputa para deputado federal, a pesquisa Exatus mostra que 67,2% ainda não sabem em quem votar. Outros 6,9% responderam que não vão votar em nenhum nome ou que votarão em branco ou nulo.

    Entre as citações, quem desponta na liderança é a deputada Natália Bonavides (PT), com 3,7% das citações. Ela está bem à frente dos demais adversários. Em segundo lugar, três nomes aparecem empatados: o deputado General Girão (PL), a vereadora de Natal Nina Souza (PL) e o deputado federal Sargento Gonçalves (PL), ambos com 1,8%.

    Na sequência, estão o atual deputado estadual Dr. Bernardo (PV) e o deputado federal João Maia (PP), com 1,6% cada. O deputado Benes Leocádio (União) tem 1,4% e o vereador de Natal Robson Carvalho (União) tem 1,3%. Fechando o primeiro pelotão dos nomes citados, aparece a vereadora Thabatta Pimenta (Psol), com 1,1%.

    De todos esses nomes, apenas Robson Carvalho não deverá ser candidato a deputado federal — ele já anunciou a pretensão de concorrer a uma vaga na Assembleia Legislativa.m votação expressiva podem ficar de fora caso o partido não atinja o quociente necessário.

    Veja os citados para deputado federal:

    • Não sabe: 67,2% (1.020 respostas)
    • Nenhum/branco/nulo: 6,9% (104 respostas)
    • Natália Bonavides: 3,7%
    • General Girão: 1,8%
    • Nina Souza: 1,8%
    • Sargento Gonçalves: 1,8%
    • Dr. Bernardo: 1,6%
    • João Maia: 1,6%
    • Benes Leocádio: 1,4%
    • Robson Carvalho: 1,3%
    • Thabatta Pimenta: 1,1%
    • Júnior Alves: 0,9%
    • Fernando Mineiro: 0,8%
    • Major Brilhante: 0,8%
    • Carla Dickson: 0,7%
    • Candidato do PT: 0,6%
    • Robinson Faria: 0,5%
    • Kelps Lima: 0,5%
    • Cabo Deyvison: 0,4%
    • Matheus Faustino: 0,3%
    • Odon Junior: 0,3%
    • Cristiane Dantas: 0,3%
    • Rafael Motta: 0,2%
    • Kleber Rodrigues: 0,2%
    • Babá Pereira: 0,1%
    • Anne Lagartixa: 0,1%
    • Candidato Kerginaldo: 0,1%
    • Dr. Alessandru: 0,1%
    • Ezequiel Ferreira: 0,1%
    • Pedro Filho: 0,1%
    • Ubaldo Fernandes: 0,1%
    • Alexandre Motta: 0,1%
    • Júlio Cesar: 0,1%
    • Tomba Farias: 0,1%
    • Gustavo Carvalho: 0,1%
    • Garibaldi Filho: 0,1%
    • Styvenson Valentim: 0,1%
    • Álvaro Dias: 0,1%
    • Dário Barbosa: 0,1%
    • Bibi Costa: 0,1%
    • Kaline Amorim: 0,1%
    • Rogério Marinho: 0,1%
    • Candidato do PL: 0,1%
    • Terezinha Maia: 0,1%
    • Cand. João Câmara: 0,1%
    • Vereador Luiz: 0,1%
    • Lawrence Amorim: 0,1%
    • Galeno Torquato: 0,1%
    • Leila Maia: 0,1%
    • Pedro Cavalcante: 0,1%
    • Luiz Eduardo: 0,1%
    • George Soares: 0,1%
    • Dr. Heider Irinaldo: 0,1%
    • Henrique Alves: 0,1%
    • Maria Clara: 0,1%
    • Hermano Morais: 0,1%
    • Eriko Jácome: 0,1%
    • Taveira Júnior: 0,1%
    • Milena Galvão: 0,1%
    • Iogo Queiroz: 0,1%
    • Cand. S.J. Mipibu: 0,1%
    • Carlos Eduardo: 0,1%
    • Fábio Faria: 0,1%
    • Candidato Missão: 0,1%
    • Nelter Queiroz: 0,1%

    O Instituto Exatus entrevistou 1.518 eleitores entre os dias 14 e 17 de abril em todas as regiões do Rio Grande do Norte. A margem de erro é de 2,51 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O registro na Justiça Eleitoral é o RN-08384/2026. O levantamento foi contratado pelo Grupo Agora RN, que edita os jornais Agora RN e O Correio de Hoje.

    Eleições 2026

    Em 2026, o primeiro turno das eleições acontecerá no dia 4 de outubro (um domingo). Os eleitores vão às urnas para eleger deputados estaduais (24 no RN), deputados federais (8 no RN), senadores (2 por estado), governadores (1 por estado) e presidente da República. Os mandatos dos eleitos terão duração de quatro anos, exceto os dos senadores, que vão durar oito anos. A posse dos deputados estaduais e federais para a nova legislatura acontecerá em 1º de fevereiro de 2027.

    No Brasil, a eleição para deputados estaduais e federais segue o sistema proporcional de lista aberta, no qual o eleitor vota diretamente em um candidato ou apenas no partido. Primeiro, calcula-se o quociente eleitoral (total de votos válidos dividido pelo número de vagas), que define quantas cadeiras cada partido ou federação terá direito. Em seguida, dentro de cada legenda, as vagas são distribuídas aos candidatos mais votados individualmente.

    Assim, o desempenho coletivo do partido influencia o resultado, e candidatos com menos votos podem ser eleitos se a legenda alcançar um bom total, enquanto outros com votação expressiva podem ficar de fora caso o partido não atinja o quociente necessário.

    Fonte: Agora RN

  • URGENTE: Senado rejeita indicação de Jorge Messias


    O Plenário do Senado Federal rejeitou nesta quarta-feira (29) a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, para ocupar o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Essa é a primeira vez desde 1894 que os senadores rejeitam uma indicação do presidente da República ao Supremo.

    Messias foi rejeitado por 42 votos a 34. A votação foi secreta. O ministro de Lula precisava do apoio de ao menos 41 dos 81 senadores, a maioria absoluta.

    Com a rejeição do nome, a mensagem com a indicação de Messias foi arquivada e o presidente Lula terá que enviar um novo nome para ocupar a vaga deixada por Luis Roberto Barroso no Supremo.

    Tribuna do Norte

  • Cinthia está entre as mais citadas em nova pesquisa para Deputada Estadual

    A pré-candidata a deputada estadual Cinthia Pinheiro apareceu entre os 24 nomes mais citados na nova pesquisa do Instituto Exatus, divulgada nesta quarta-feira (29) pelo jornal O Correio de Hoje.

    O resultado mostra o fortalecimento da pré-candidatura de Cinthia no Rio Grande do Norte e o crescimento político que vem se consolidando em diferentes regiões do Estado. Com diálogo e atenção, Cinthia tem ampliado bases importantes e aumentado a presença por todo RN.

    A pré-candidatura tem consolidado bandeiras ligadas à inclusão e a defesa das mulheres, além de pautas que dialogam com diferentes segmentos da sociedade potiguar.

    O Instituto Exatus ouviu 1.518 eleitores entre os dias 14 e 17 de abril, em todas as regiões do Rio Grande do Norte. A margem de erro é de 2,51 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada na Justiça Eleitoral sob o número RN-08384/2026.

  • Campanha de negociação de débitos da Caern começa dia 1º de maio

    Caern – São Paulo do Potengi

    Mais uma oportunidade para ficar com as contas em dia, fugindo da inadimplência. A Caern vai realizar no próximo mês de maio mais uma campanha de incentivo à negociação de débitos com a companhia, oferecendo vantagens para o cliente que tem contas atrasadas. A campanha, a primeira do ano, estará aberta no período de 1º a 31 de maio, nos locais de atendimento presencial e também pelos canais virtuais de atendimento, facilitando a vida do consumidor.

    Com a iniciativa, a Caern espera reduzir o volume de débitos em aberto de curto prazo, ou seja, dos últimos 12 meses, que passa de R$ 44 milhões, nas categorias particular, comercial e industrial. Além de diminuir o índice de inadimplência, que é de 7,14%, a campanha deve baixar o percentual de ligações cortadas ou suprimidas, que hoje é de 23,12%.

    Os incentivos para a negociação dos débitos cobrem as faturas anteriores a março deste ano. Os benefícios incluem desconto de 100% de desconto dos juros de mora e multa para quem pagar o débito à vista, junto com o desconto de 50% nas multas por eventuais irregularidades.

    Nas opções de parcelamentos, também é aplicado o desconto de 100% nos juros de mora e multa por impontualidade. O parcelamento pode ser feito com uma entrada de pelo menos 3% do valor total do débito. Se o cliente tiver parcelamento anterior não quitado, ele pode ser incorporado à nova negociação e, nesse caso, a entrada deverá ser de pelo menos 6% do valor total – a exceção é para as pessoas inscritas em programa social do Governo Federal, que poderá negociar com entrada de 3%.

    Os parcelamentos podem ser feitos em até 60 meses, com juros de 1%, sendo que a parcela não pode ser inferior ao valor médio das faturas. O pagamento pode ser feito também via cartão de crédito.

    Nos casos em que os débitos já forem objeto de cobrança judicial, o cliente também pode fazer a negociação. Será preciso dar uma entrada correspondente a pelo menos 2% do valor total da dívida, e o restante parcelado em até 96 vezes, com juros de 1% ao mês.

  • Líderes debatem sobre criminalidade, fim da escala 6×1 e desenvolvimento

    O deputado estadual Coronel Azevedo (PL) se pronunciou mais uma vez, na sessão desta quarta-feira (29), sobre o apelo que a direita faz no Brasil, e ele tenta conseguir apoios no Rio Grande do Norte, para classificar como terroristas os grupos criminosos que agem no país. “Quantas pessoas estão sendo humilhadas em suas ruas por essas facções”, justificou o parlamentar, que pediu o apoio dos demais parlamentares da Casa para que assinem um documento a ser encaminhado ao presidente da República.

    Já o deputado Ubaldo Fernandes (PV) discorreu sobre o fim da escala 6×1, que deverá entrar em pauta nos próximos dias na Câmara dos Deputados. Ele comentou sobre o tema, já iniciado com outras propostas que foram avançando. “É o resultado de muita luta”, afirmou Ubaldo. “Estamos vendo no Congresso a força da pressão legítima da sociedade”, disse Ubaldo, reforçando que a voz da população faz a classe política ouvir. “O fim da escala 6×1 não pode ser encarado como privilégio, é necessidade, é justiça, é futuro, e seguiremos firmes nessa luta”, entendeu Ubaldo.

    Ainda no horário de lideranças, o deputado Neilton Diógenes (PP) falou sobre o ‘Destrava RN’, uma campanha do Executivo que ele vem reforçando desde 2023. Ele comentou sobre o parque de hidrogênio verde que será construído em Areia Branca como um marco para o desenvolvimento do Rio Grande do Norte. “Vão ser injetados para a construção 2 bilhões de euros, aproximadamente 12 bilhões de reais. O anúncio da instalação da primeira fábrica de hidrogênio verde e amônia não é apenas uma boa notícia, é, sim, um sinal claro que o nosso Estado, como sempre discutimos, tem potenciais para liderar a nova economia de energia limpa do Brasil e do mundo”, comentou o parlamentar.

    “Estamos falando de inovação, de sustentabilidade, de geração de emprego e renda, mas, acima de tudo, estamos falando de oportunidades”, completou Neilton, reforçando que em seu mandato tem trazido como possibilidades reais por todos os potenciais que o Estado tem. “E é aqui que entra o papel do Estado, porque projetos como esses não podem enfrentar barreiras que atrasem ou inviabilizem esse investimento. O Rio Grande do Norte precisa decidir se quer ser protagonista ou espectador desse novo ciclo econômico”, concluiu o deputado, reiterando o pedido de apoio ao projeto, lembrando que a Assembleia já aprovou o novo marco regulatório do hidrogênio verde, o que foi fundamental para que surgisse o movimento ‘Destrava RN”, concluiu o parlamentar.

  • Prefeitura reestrutura atendimento da Central de Atendimento Social

    A Prefeitura de Parnamirim, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social (SEMAS), vai implantar um novo modelo de atendimento na Central de Atendimento Social (CAS) para melhorar o acesso da população e reduzir filas.

    A partir do dia 15 de maio, todos os atendimentos na CAS serão feitos apenas com agendamento pelo WhatsApp (84) 98726-9904. Não haverá mais atendimento por ordem de chegada. A mudança acontece porque a unidade vem atendendo mais que o dobro da capacidade diária, chegando a mais de 300 atendimentos por dia.

    No dia agendado, é obrigatório apresentar a seguinte documentação: Certidão de nascimento ou casamento (original ou cópia autenticada), RG e CPF (originais), Carteira de Trabalho (física ou digital), Título de Eleitor (físico ou digital), comprovante de residência (no nome de alguém que reside na casa, para ter acesso a Tarifa Social de Energia Elétrica) e declaração escolar para crianças e adolescentes.

    O intuito é também descentralizar os atendimentos, colocar os CRAS como principal local para atualização e novos cadastros (que não precisam de agendamento). Já a CAS ficará responsável por atendimentos agendados e casos mais específicos, como BPC e Bolsa Família.

    Os mutirões continuam aos sábados, voltados para quem está com o cadastro desatualizado há cerca de 18 a 24 meses. As visitas domiciliares serão exclusivas para famílias unipessoais, como já acontece atualmente.

    A reestruturação também inclui a criação de uma comissão de capacitação e treinamento das equipes, além da chegada de novos entrevistadores, por meio de processo seletivo, que está em andamento, para reforçar as visitas domiciliares e reduzir a fila de espera.

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