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  • Atos pró e contra o governo ocorrem em clima pacífico

    Celso Luix / Estadão Conteúdo

    CNN Brasil – As celebrações pelos 199 anos da Independência ocorrem de forma pacífica nesta terça-feira, 7 de Setembro. Em Brasília, as comemorações oficiais começaram com a cerimônia de hasteamento da bandeira nacional no Palácio da Alvorada.

    O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) desfilou em carro aberto até o local da cerimônia. O ato contou com a exibição de carros anfíbios das Forças Armadas no Lago Paranoá e a participação de 18 paraquedistas, que pousaram no gramado do Palácio da Alvorada. Uma paraquedista entregou a bandeira do Brasil ao presidente.

    O tradicional desfile militar na Esplanada dos Ministérios foi suspenso por conta da pandemia.

    Populares caminhavam por volta das 10 horas da manhã pela Esplanada dos Ministérios e aguardavam a chegada de Bolsonaro, que discursará para apoiadores nesta manhã.

    O clima pacífico contrasta com as tentativas de furar bloqueios, que ocorreram ontem à noite, quando manifestantes favoráveis a Bolsonaro chegaram a invadir a Esplanada dos Ministérios.

    A abertura da Esplanada para circulação de carros de passeio ocorrerá somente após a dispersão dos manifestantes.
    Atos pelo Brasil

    Estão programados atos pró e contra o governo em várias cidades neste 7 de Setembro.

    No Rio de Janeiro, manifestantes pró-governo se concentram nesta manhã na orla de Copacabana, zona sul da capital fluminense. Também em clima pacífico, a população se apresenta majoritariamente vestida de verde e amarelo e portanto a bandeira brasileira.

    Já a manifestação contra o governo se concentra na Avenida Presidente Vargas, no centro do Rio. Ruas no entorno estão interditadas. Assista abaixo como foram as movimentações:

    Em São Paulo a segurança está reforçada e manifestantes pró-governo se concentram na Avenida Paulista desde cedo, onde Bolsonaro deve falar a manifestantes por volta das 16 horas, segundo informou pelo Twitter. “Hoje não é uma data minha ou de qualquer autoridade. É uma data do povo brasileiro”, escreveu o presidente nas redes sociais.

    O efetivo de segurança paulista será de aproximadamente 3.600 policiais e contará com o apoio de mais de 1.400 viaturas, 60 cavalos, 4 drones e 2 helicópteros da Polícia Militar (PM), segundo a Secretaria de Segurança Pública de SP.

    Também participam da operação de segurança equipes dos Comandos de Policiamento da Capital (CPC), de Trânsito (CPTran), de Choque (CPChq) e do Corpo de Bombeiros (CCB).

    Os atos serão ainda monitorados por meio de câmeras fixas, móveis, câmeras instaladas em motocicletas e as chamadas bodycams, instaladas nas fardas dos policiais. As imagens serão acompanhadas em tempo real direto do Centro de Operações da PM.

  • VÍDEO: Movimento do “Fora Bolsonaro” realizam protesto na praia do Forte em Natal

    Na manhã desta terça-feira, 07, apoiadores do ex-presidente Lula e contra o governo Bolsonaro, realizaram movimento “Fora Bolsonaro”.

    O ato saiu em passeata da Praça das Flores e seguiram para a Praia do Forte, passando pela ladeira do sol em Natal. Gritos como “Fora Bolsonaro”, “fora Mourão” e “Genocida” foram entoados pelo movimento.

  • Manifestantes contrários a Bolsonaro caminham até a Praia do Meio, em Natal

    Protestantes caminham para a Praia do Meio. Foto: José Aldenir/Agora RN

    Agora RN – Os manifestantes contrários ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido) saíram da Praça das Flores, na Zona Leste de Natal, em caminhada para a Praia do Meio. O “Grito dos Excluídos” foi organizado por movimentos sociais e conta ainda com a presença de vereadoras como Brisa Bracchi (PT), Divaneide Basílio (PT) e Pedro Gorki (PC do B), além da deputada federal Natália Bonavides (PT).

    As pessoas se reuniram na Praça das Flores logo no início da manhã desta terça-feira, 7 de setembro. O “Grito dos Excluídos”, que tradicionalmente se reúne neste dia desde 1995, tem expectativa de reunir de 3 a 5 mil pessoas em Natal. Pessoas com camisas da Central Única dos Trabalhadores (CUT) presenciaram uma pequena “motociata” pró-Bolsonaro que passou perto da Praça das Flores logo no começo da manhã, mas não houve qualquer tipo de insulto.

    O ato foi encerrado na Praia do Meio por volta das 11h.

    “O Grito dos Excluídos é uma construção muito antiga do movimento social, sua realização no 7 de setembro traz o simbolismo que existem outras vozes a serem ouvidas além da que gritou independência e que ainda são marginalizadas. Esse ano mais do que nunca esse protesto ecoa a voz de quem passa fome pelos altos preços de comida, por quem não tem teto e por quem não aguenta mais os desmandos do governo Bolsonaro”, disse a vereadora de Natal, Brisa Bracchi (PT).

    As mobilizações, tanto a favor quanto contra a gestão federal, ocorreram em meio à tensão política da crise institucional que o País tem enfrentado nas últimas semanas, marcada principalmente por embates de Bolsonaro com ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

    Protesto nesta manhã. Foto: José Aldenir/Agora RN
    Movimentos sociais protestam nesta terça. Foto: José Aldenir/Agora RN

  • VÍDEO: Apoiadores do presidente se concentram na Praça Cívica em Natal

    Várias ruas e bairros de Natal neste momento tem trânsito bastante intenso, em razão do feriado de 7 de setembro e as manifestações em apoio ao presidente Bolsonaro. Vários apoiadores se reúnem neste momento na Praça Cívica para o ato.

    Nossa redação irá trazer toda a cobertura.

  • Brasília e São Paulo reforçam segurança para atos neste 7 de Setembro

    Brasília reforça esquema de segurança neste 7 de setembro

    Os governos de São Paulo e do Distrito Federal reforçaram a segurança nesta terça-feira para as manifestações pró e contra o governo federal previstas para este 7 de Setembro.

    Pela manhã, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) deve participar de evento reservado no Palácio da Alvorada, com alguns ministros e comandantes das Forças Armadas, para o hasteamento da bandeira nacional.

    O presidente anunciou que logo depois discursará na Esplanada dos Ministérios. À tarde, se desloca para participar de atos na capital paulista.

    Em São Paulo, o efetivo de segurança será de aproximadamente 3.600 policiais e contará com o apoio de mais de 1.400 viaturas, 60 cavalos, 4 drones e 2 helicópteros da Polícia Militar (PM), segundo a Secretaria de Segurança Pública de SP.

    Também participam da operação de segurança equipes dos Comandos de Policiamento da Capital (CPC), de Trânsito (CPTran), de Choque (CPChq) e do Corpo de Bombeiros (CCB).

    Revistas e monitoramentos

    Os atos serão ainda monitorados por meio de câmeras fixas, móveis, câmeras instaladas em motocicletas e as chamadas bodycams, instaladas nas fardas dos policiais. As imagens serão acompanhadas em tempo real direto do Centro de Operações da PM.

    A Secretaria de Segurança paulista também prevê a realização de revistas em mochilas e bolsas dos participantes das manifestações, além de vistorias prévias e cadastro de carros de som.

    Manifestação antecipada

    Em Brasília manifestantes entraram na Esplanada dos Ministérios já na noite desta terça-feira (6).

    Houve momentos de tensão. Um policial chegou a sacar uma arma em meio aos manifestantes que haviam furado bloqueios para chegar até a Esplanada.

    A Secretaria de Segurança do DF informou ter permitido a passagem de alguns caminhoneiros e manifestantes no local ontem à noite. Hoje pela manhã, grupos tentaram furar bloqueios na Esplanada feitos pela PM, que reagiu com bombas.

    Ao longo do dia de hoje, a PM do Distrito Federal deve realizar revistas pessoais e bloqueios em algumas vias da Capital Federal.

    De acordo com o governo do DF, fica proibido acessar as áreas em que serão realizadas as manifestações portando objetos pontiagudos, garrafas de vidro e demais materiais que possam colocar em risco a segurança da população.

    Também será restrita a utilização de drones sem autorização no espaço aéreo da Esplanada dos Ministérios. Os eventos serão monitorados ao vivo pelo Centro Integrado de Operações de Brasília.

    CNN Brasil

  • Não é hora de pedir fechamento do STF, diz General Girão sobre ato de 7 de setembro

    Deputado federal General Girão. Foto; Agora RN

    O deputado federal General Girão (PSL-RN) fez críticas, nesta terça-feira 7, a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), mas pediu que população não reivindique o fechamento da suprema corte nos atos programados para este 7 de setembro.

    O parlamentar, em entrevista à Jovem Pan, disse que as mobilizações serão por “liberdade e respeito”. “Estamos demonstrando um movimento cívico, uma festa patriótica. Vamos manifestar, e não protestar”, pontuou. “Gostaria de estar em Natal, mas tive que ficar em São Paulo para apoiar o presidente e mostrar que estamos juntos”.

    Questionado sobre movimentos que pedem o fechamento do STF e da aplicação de um golpe militar liderado por Bolsonaro, o deputado afirmou que não é hora de pedir o fechamento do STF, mas fez duras críticas a ministros. “Queremos respeito à Constituição. O momento não é de exigir, precisamos que os Poderes entendam sua missão constitucional para que o Brasil volte a ter paz. Espero que as pessoas sejam respeitadas pelas autoridades policiais, que elas respeitem as polícias e que a manifestação seja pacífica. Não é hora de pedir fechamento de nada [STF]”, disse.

    “Essas autoridades estão querendo ser maiores do que Deus. Espero que o Congresso Nacional possa decidir: “vamos apoiar o presidente a colocar ordem na casa”, continuou. O parlamentar do Rio Grande do Norte também pediu “transparência” nas próximas eleições. “Perdemos a PEC do voto impresso. Por que eles teimaram em não permitir o aperfeiçoamento do sistema de voto? Queremos mais democracia nas eleições”.

    Agora RN

  • Contra aulas presenciais, professores esquecem pandemia e protestam contra Bolsonaro no RN

     

    Contrário à volta das aulas presenciais, o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do RN (Sinte) esqueceu completamente a pandemia e resolveu convocar seus filiados para uma manifestação de rua contra o presidente Jair Bolsonaro neste 7 de setembro.

    Apesar de toda a pressão pela volta às aulas presencias na rede pública estadual do RN, o Sinte entende que esse retorno ainda não é seguro e acordou com o governo para que os professores só voltem às salas de aula a partir de 4 de outubro, quando a maioria dos educadores terá recebido as duas doses da vacina contra a Covid-19.

    Fora das salas de aulas, os professores irão às ruas nesta terça-feira (07) para denunciar “os ataques do governo Bolsonaro/Mourão/Guedes aos trabalhadores”.

    A concentração começará às 9h na Praça das Flores, em Petrópolis. A organização local afirma que os participantes da atividade deverão usar máscara, portar álcool 70% e não aglomerar.

    “Para nós, é um momento de grande desafio, ao mesmo tempo em que esse desafio pode ser revertido a partir das massas populares ocupando as ruas e derrotando os tanques, derrotando os fuzis e aqueles que, de uma forma particular, desejam que volte a ditadura para este país. Não à ditadura! Sim à liberdade civil, democrática, coletiva, solidária e fraterna. E fora Bolsonaro”, convocou a professora Fátima Cardoso, coordenadora geral do Sinte-RN, em vídeo publicado nas redes sociais.

    Grande Ponto

  • 7 DE SETEMBRO: Sindicato dos Jornalistas do RN pede cautela a profissionais e recomenda acionar polícia em casos de agressão

    BLOG DO BG – Em meio às tensões políticas em que o país vive, o desfile cívico de 7 de setembro, em homenagem ao Dia da Independência do Brasil, bem se tornando um dia de ainda mais atenção por parte de todos, inclusive para os profissionais da imprensa. Por isso, o Sindicato dos Jornalistas do Rio Grande do Norte (SINDJORN) emitiu uma nota pedido cautela aos profissionais, garantindo estar vigilante a qualquer tipo de agressão e recomendando acionar a Polícia em casos de violência.

    Confira nota na íntegra…

    SINDICATO DOS JORNALISTAS PROFISSIONAIS DO RIO GRANDE DO NORTE

    Aos Profissionais da Imprensa que vão fazer a cobertura das movimentações de hoje, dia da Independência, o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Norte sugere cautela nos locais de aglomeração, mantendo o distanciamento, utilizando material de segurança sanitária (álcool em gel, máscara), manter distância de qualquer tipo de movimentação atípica que não se mostre pacífica e ordeira, procurar a localização dos órgãos de segurança, ter o contato do comandante do destacamento que está fazendo a segurança no local, não se envolver em qualquer discussão ou “bate boca” nos locais de movimentação e se achar que a segurança da equipe estiver em risco, cancelar a pauta e voltar imediatamente para empresa de comunicação.

    Qualquer tipo de agressão que atinja o profissional, procurar imediatamente o destacamento de polícia que está fazendo a segurança e em seguida fazer o Boletim de Ocorrência na delegacia de plantão para que medidas judicias e de segurança sejam efetivadas contra os agressores.

    O SINDJORN estará vigilante durante toda a movimentação para apoiar que o Profissional de Imprensa possa desenvolver o seu trabalho com segurança e lisura. Qualquer tipo de intimidação é atacar veementemente o direito a informação, um dos pilares da Democracia.

    SINDJORN

  • CPI da Covid no RN retoma os depoimentos de testemunhas

    Com a 10ª reunião a ocorrer na tarde de amanhã, a CPI da Covid-19 retoma a série de depoimentos sobre os 12 contratos realizados durante a pandemia de coronavírus e que movimentaram cerca de R$ 73 milhões na aquisição de bens insumos e serviços hospitalares a cargo da Secretaria Estadual de Saúde Públoica (Sesap).

    A partir das 14 horas de amanhã, no chamado “plenarinho” da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, os deputados que integram a CPI da Covid-19 vão inquirir testemunhas a respeito da contratação de um instituto de pesquisa de opinião pública do Piauí pelo governo do Estado, começando pela assistente técnica Daniele Nascimento dos Santos e coordenadora de Promoção à Saúde da Sesap, Neuma Lúcia de Oliveira.

    A terceira pessoa a ser ouvida amanhã é o presidente da Associação dos Institutos de Pesquisa no Estado (Assinp-RN), Fernando Aguiar de Figueiredo, que em 24 de março deste ano emitiu nota na imprensa, afirmando-se surpreso com a contratação de um instituto de pesquisa do Piauí, enquanto nenhuma empresa do Rio Grande do Norte foi consultada sobre o interesse de participar de pesquisa sobre o combate ao coronavírus.

    Segundo documentação que embasou a abertura da CPI, o Instituto Piauiense de Opinião Pública, com sede em Teresina, foi contrato em 02 de dezembro de 2020 por R$ 1.988.400,00.

    Já quinta-feira (09) a CPI da Covid-19 vai ouvir José Reinaldo Coelho Peixoto, procurador da empresa AC Comércio Produtos de Limpeza, a respeito do contrato sobre aquisição de sacos de lixo hospitalares.

    Em 28 de agosto do ano passado, o governo estadual efetuou Termo de Dispensa de Licitação nº 87/2020, referente a aquisição de “sacos de lixo hospitalar” pelo período de 180 dias, no valor de R$ 1.318.900,00.

    A empresa A. C. Comércio de Produtos de Limpeza foi aberta no dia 03 de julho de 2020, e foi contratada por meio de dispensa de licitação em 28 de agosto de 2020, apenas um mês após a abertura da empresa, que funciona numa sala em Emaus, em Parnamirim, na Região Metropolitana de Natal (RMN).

    Tribuna do Norte