Campus do IFRN comemora 10 anos de existência e se consolida na região do Potengi

Audiência - spp 10 anos

O Campus São Paulo do Potengi do Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN) comemorou, no sábado, dia 2 de outubro, dez anos de existência. Em relação à data, o Campus tem realizado atividades e mobilizações voltadas para o aniversário da instituição. Em 27 de outubro, foi realizada uma cerimônia no Campus, que compôs o encerramento da Semana de Arte, Desporto e Cultura (Semadec).

De acordo com o diretor-geral do Campus, Renato Dantas, poder celebrar esse feito, reflete na consolidação do IFRN na região: “O Instituto como um todo está muito adaptado à região, o IFRN é uma instituição que trabalha em rede e tem uma identidade muito particular em cada região. Cada Campus acaba absorvendo um pouco o DNA da região, e, hoje, o DNA do Potengi faz parte da nossa rotina. Para o futuro, as metas são de internacionalização, de pós-graduação, de especialização e ampliar as ofertas já existentes. Hoje a instituição oferece à comunidade um espaço estruturado e que tem um diálogo muito aberto com a sociedade. Isso nos deixa muito felizes”, disse o gestor.

Participação Popular

Em 28 de novembro foi realizada, no município de Bom Jesus, uma audiência pública em alusão ao aniversário e os desafios para o futuro do Campus; já no dia 29 do mesmo mês, foi a vez da cidade de São Tomé realizar a atividade; em 8 de dezembro também será realizada uma ação no município de São Paulo do Potengi. As audiências visam aproximar as gestões municipais e a comunidade do Campus.

Uma década de excelência e transformação

Quem trabalha no dia a dia da instituição relata o crescimento e o impacto que o Campus, trouxe para a localidade, como é o caso de Thiago Araújo, diretor de Administração da Unidade de Ensino: “A gente celebra uma década de dedicação, crescimento e transformação que tem se destacado como referência na formação de profissionais de excelência. O IFRN tem desempenhado um papel vital no desenvolvimento da região, capacitando estudantes e preparando-os para enfrentar os desafios do mundo contemporâneo. Por meio de uma educação de qualidade, integrada à pesquisa e à extensão, o Campus tem contribuído para a formação de cidadãos conscientes, críticos e comprometidos com o progresso da sociedade”, destacou o servidor.

Pesquisa e Reconhecimento

“O IFRN vem se destacando em diversas áreas do conhecimento, oferecendo cursos técnicos nas áreas de meio ambiente, edificações e informática para internet, superior com a licenciatura em matemática, nota 4 na última avaliação do Ministério da Educação (MEC) e de pós-graduação em linguagem. A gente tem parcerias com instituições estrangeiras que aliam um conhecimento internacional no currículo de nossos estudantes. Além disso, o Campus tem desempenhado um papel fundamental no fomento à pesquisa e à inovação, estimulando a produção científica e tecnológica entre alunos e professores. Os projetos desenvolvidos têm contribuído para a solução de problemas locais e regionais, promovendo o desenvolvimento sustentável e a melhoria da qualidade de vida da comunidade. Somos o único Campus do Estado com representação na final do Solve for tomorrow, obtendo destaque na premiação com projeto que reutiliza materiais de construção que seriam descartados no meio ambiente”, avaliou o diretor acadêmico do Campus, Carlos Henrique.

Confira também

  • Tremor de baixa intensidade é registrado no litoral do RN, próximo a Touros

    Um tremor de terra foi registrado na região oceânica da margem equatorial do Rio Grande do Norte, nas proximidades do município de Touros, na manhã desta quarta-feira (29).

    De acordo com o Laboratório Sismológico da UFRN, o evento foi detectado às 11h21 (horário de Brasília) por meio da rede de estações sismográficas da instituição.

    Segundo o laboratório, o tremor apresentou magnitude preliminar de 2,6 na escala regional (mR), o que é classificado como de baixa intensidade.

    Até o momento, não há registros de que o abalo tenha sido sentido pela população.

    Monitoramento segue ativo

    O Laboratório Sismológico da UFRN informou que segue acompanhando continuamente a atividade sísmica no estado e em toda a região Nordeste.

    Os dados divulgados são preliminares e podem ser atualizados em novos boletins técnicos.

  • Às vésperas do Dia do Trabalhador, Ubaldo destaca avanço na Câmara Federal para fim da escala 6×1

    Ubaldo Fernandes

    Às vésperas do 1º de Maio, Dia do Trabalhador, o deputado estadual Ubaldo Fernandes utilizou a tribuna da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, nesta terça-feira (29), para defender o fim da escala 6×1 no Brasil e destacar os recentes avanços da pauta na Câmara dos Deputados.

    Durante o pronunciamento, Ubaldo classificou o momento como histórico para os trabalhadores brasileiros e ressaltou que o Congresso Nacional deu passos concretos para discutir a redução da jornada de trabalho e a modernização das relações trabalhistas no país. “O trabalhador brasileiro merece dignidade, mais tempo com a família, mais saúde e melhores condições de vida. Defender o fim da escala 6×1 é defender justiça social”, afirmou.

    O parlamentar citou que, no último dia 22 de abril, a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara Federal aprovou a admissibilidade de duas Propostas de Emenda à Constituição que tratam do tema: a PEC 221/2019 e a PEC 8/2025. Em seguida, no dia 24 de abril, foi criada a comissão especial que analisará o mérito das propostas.

    Para Ubaldo, o avanço representa a força da mobilização popular e de anos de luta dos trabalhadores, entidades sindicais e movimentos sociais. “Esse debate não surgiu do nada. Ele nasce da realidade de milhões de brasileiros que enfrentam jornadas exaustivas, pouco descanso e pouco convívio familiar. O que estamos vendo hoje é o reflexo legítimo da voz da sociedade”, destacou.

    O deputado explicou que uma das propostas prevê a redução gradual da jornada semanal de 44 para 36 horas, enquanto a outra propõe semana de quatro dias de trabalho, limitada a 36 horas semanais. “Experiências internacionais mostram que jornadas mais equilibradas aumentam a produtividade, reduzem afastamentos e melhoram o ambiente de trabalho. Ganha o trabalhador, ganha o empregador e ganha o país”, pontuou.

    Ao encerrar o discurso, Ubaldo Fernandes fez um apelo aos parlamentares potiguares e de todo o Brasil para que apoiem a pauta. “O fim da escala 6×1 não é privilégio. É necessidade. É justiça. É futuro”, concluiu.

  • Veja os citados na pesquisa Exatus para deputado estadual no RN

    Faltando pouco mais de cinco meses para a eleição, seis em cada dez eleitores do Rio Grande do Norte ainda não decidiram em quem votar para deputado estadual. Na disputa para deputado federal, o índice é ainda maior: quase sete em cada dez potiguares não têm definição sobre o voto.

    Na corrida para deputado estadual, segundo o Exatus, 59,8% não sabem em quem votar. Além disso, 7% responderam que, se as eleições fossem hoje, não votariam em ninguém ou optariam pelo voto branco ou nulo.

    Considerando as citações, os oito primeiros colocados na pesquisa são deputados estaduais que deverão disputar reeleição em 2026. São eles: Tomba Farias (PL), com 1,8%; Dr. Kerginaldo (PL) e Francisco do PT, ambos com 1,5%; Adjuto Dias (PL), Kleber Rodrigues (PP) e Nelter Queiroz (União), ambos com 1,4%; além de Ezequiel Ferreira (PSDB), com 1,3%, e Eudiane Macedo (PV), com 1,1%.

    O ex-prefeito Júlio César Câmara (PP), de Ceará-Mirim, aparece com 1% e está na 9ª colocação, empatado com o ex-prefeito Gustavo Soares, de Assú. Depois deles, empatados na 10ª colocação, aparecem os deputados Coronel Azevedo (PL), Galeno Torquato (União) e Ivanilson Oliveira (PV), ambos com 0,9%. Os demais nomes ficaram com índice inferior a 0,9%.

    Lista completa — Deputado Estadual

    • Não sabe: 59,8%
    • Nenhum/branco/nulo: 7%
    • Tomba Farias: 1,8%
    • Dr. Kerginaldo: 1,5%
    • Francisco do PT: 1,5%
    • Adjuto Dias: 1,4%
    • Kleber Rodrigues: 1,4%
    • Nelter Queiroz: 1,4%
    • Ezequiel Ferreira: 1,3%
    • Eudiane Macedo: 1,1%
    • Júlio César: 1%
    • Gustavo Soares: 1%
    • Coronel Azevedo: 0,9%
    • Galeno Torquato: 0,9%
    • Ivanilson Oliveira: 0,9%
    • Ubaldo Fernandes: 0,8%
    • Divaneide Basílio: 0,7%
    • Flávio de Beroi: 0,7%
    • Gustavo Carvalho: 0,7%
    • Cristiane Dantas: 0,7%
    • Neilton Diógenes: 0,7%
    • Cinthia Pinheiro: 0,7%
    • Getúlio Rêgo: 0,7%
    • Candidato do PT: 0,6%
    • Coronel Brilhante: 0,6%
    • Terezinha Maia: 0,5%
    • Robson Carvalho: 0,5%
    • Isolda Dantas: 0,5%
    • Anne Lagartixa: 0,5%
    • Flávio Nogueira: 0,5%
    • Kaline Amorim: 0,5%
    • Luiz Eduardo: 0,5%
    • Natália Bonavides: 0,4%
    • Walter Alves: 0,4%
    • Dr. Bernardo Amorim: 0,3%
    • Thabatta Pimenta: 0,3%
    • Fernando Mineiro: 0,3%
    • Taveira Júnior: 0,3%
    • Eriko Jácome: 0,3%
    • Ivan Júnior: 0,3%
    • Dra. Júlia Ferreira: 0,2%
    • Bibiano: 0,2%
    • Matheus Faustino: 0,2%
    • Marleide Cunha: 0,2%
    • Odon Junior: 0,2%
    • Nina Souza: 0,1%
    • Vivaldo Costa: 0,1%
    • Carlos Eduardo: 0,1%
    • Benes Leocádio: 0,1%
    • Jorge do Rosário: 0,1%
    • Daiane: 0,1%
    • Carla Dickson: 0,1%
    • Daniel Valença: 0,1%
    • Dr. Pio: 0,1%
    • Paulinho: 0,1%
    • Álvaro Dias: 0,1%
    • Alan Silveira: 0,1%
    • Cand. Ceará Mirim: 0,1%
    • João Maia: 0,1%
    • Cand. São José Mipibu: 0,1%
    • Rafael Motta: 0,1%
    • Fábio Dantas: 0,1%
    • Sargento Gonçalves: 0,1%
    • Kelps Lima: 0,1%
    • Candidato do PL: 0,1%
    • Fátima Bezerra: 0,1%
    • Erminio Felix: 0,1%
    • Luciano Barbosa: 0,1%
    • General Girão: 0,1%
    • Cícero Martins: 0,1%
    • Petrônio Spinelli: 0,1%
    • Mada Calado: 0,1%
    • Renan Melo: 0,1%
    • Cand. João Câmara: 0,1%
    • Samanda Alves: 0,1%
    • Ciro Patricio: 0,1%
    • Getúlio Rego: 0,1%
    • Botelho: 0,1%
    • Cand. Areia Branca: 0,1%
    • Alladim: 0,1%
    • Tony Fernandes: 0,1%
    • Bibi Costa: 0,1%
    • Valterlanio: 0,1%
    • Cabo Deivyson: 0,1%
    • Walton: 0,1%
    • Camila Araújo: 0,1%
    • Garibaldi Filho: 0,1%
    • Cand. S.G. Amarante: 0,1%

    O Instituto Exatus entrevistou 1.518 eleitores entre os dias 14 e 17 de abril em todas as regiões do Rio Grande do Norte. A margem de erro é de 2,51 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O registro na Justiça Eleitoral é o RN-08384/2026. O levantamento foi contratado pelo Grupo Agora RN, que edita os jornais Agora RN e O Correio de Hoje.

    Eleições 2026

    Em 2026, o primeiro turno das eleições acontecerá no dia 4 de outubro (um domingo). Os eleitores vão às urnas para eleger deputados estaduais (24 no RN), deputados federais (8 no RN), senadores (2 por estado), governadores (1 por estado) e presidente da República. Os mandatos dos eleitos terão duração de quatro anos, exceto os dos senadores, que vão durar oito anos. A posse dos deputados estaduais e federais para a nova legislatura acontecerá em 1º de fevereiro de 2027.

    No Brasil, a eleição para deputados estaduais e federais segue o sistema proporcional de lista aberta, no qual o eleitor vota diretamente em um candidato ou apenas no partido. Primeiro, calcula-se o quociente eleitoral (total de votos válidos dividido pelo número de vagas), que define quantas cadeiras cada partido ou federação terá direito. Em seguida, dentro de cada legenda, as vagas são distribuídas aos candidatos mais votados individualmente.

    Assim, o desempenho coletivo do partido influencia o resultado, e candidatos com menos votos podem ser eleitos se a legenda alcançar um bom total, enquanto outros com votação expressiva podem ficar de fora caso o partido não atinja o quociente necessário.

    Fonte: Agora RN

  • Justiça Eleitoral apura suspeitas de irregularidades em campanha de 2024 em Canguaretama

    A Justiça Eleitoral investiga indícios de abuso de poder econômico e possível arrecadação irregular de recursos durante a campanha municipal de 2024 em Canguaretama.

    A apuração ocorre por meio de uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE), que analisa movimentações financeiras consideradas atípicas, incluindo transferências via Pix e pagamentos que, segundo o processo, não teriam sido registrados na prestação oficial de contas.

    De acordo com as alegações finais, valores teriam circulado em uma conta ligada a um representante da empresa Potiguar Music Produções, em período próximo ao pleito. A suspeita é de que parte desses recursos tenha sido utilizada fora dos canais oficiais da campanha.

    A quebra de sigilo bancário identificou transações envolvendo pessoas ligadas à gestão municipal e ao grupo político investigado, incluindo secretários e coordenadores. Os registros apontam transferências em datas próximas às eleições e pagamentos que não constariam na contabilidade eleitoral declarada.

    Outro ponto sob análise envolve a contratação, em janeiro de 2025, de um dos citados na investigação, por cerca de R$ 720 mil, por meio de dispensa de licitação. O processo também menciona pagamentos a fornecedores que teriam recebido valores oficiais e quantias adicionais por fora.

    A investigação inclui ainda uma empresa que, segundo os autos, teria realizado doações relacionadas à conta analisada e que soma contratos e empenhos estimados em aproximadamente R$ 4,9 milhões com a atual gestão municipal ao longo de 2025.

    Entre os elementos reunidos, consta a circulação de uma lista informal de arrecadação em aplicativos de mensagem, com valores e chave Pix vinculada ao nome investigado. A Justiça busca esclarecer se esse mecanismo teria sido utilizado para financiar atividades de campanha.

    Os investigados apresentam versões divergentes. Parte afirma que os valores seriam doações voluntárias para eventos, enquanto outras defesas negam qualquer irregularidade.

    O Ministério Público Eleitoral acompanha o caso e deve se manifestar sobre a existência de elementos que possam levar a sanções, como cassação de mandato ou inelegibilidade. O processo segue em tramitação.

    Com informações do Blog do BG.

  • Oposição cogita ‘desmembrar’ veto de Lula ao PL da Dosimetria

    Plenário da Câmara dos Deputados/ Foto Reprodução Cleia Viana/Câmara dos Deputados

    Depois de impor uma derrota histórica ao governo Lula ao rejeitar a indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF), a oposição chega à sessão do Congresso marcada para esta quinta-feira (30) com uma nova meta: derrubar o veto integral do presidente ao projeto de lei da Dosimetria, aprovado por deputados e senadores no fim do ano passado.

    Se o texto for restabelecido, condenados pelos atos de 8 de janeiro poderão pedir à Justiça o recálculo das penas e, em alguns casos, a progressão para um regime mais brando.

    Alguns parlamentares da oposição afirmam que trabalham para construir um placar folgado contra o veto de Lula, acima dos 291 votos registrados na Câmara e dos 48 votos obtidos no Senado quando o PL da Dosimetria foi aprovado.

    A votação ocorrerá em sessão conjunta do Congresso, mas os votos de deputados e senadores serão contados separadamente: para derrubar a decisão presidencial, são necessários ao menos 257 votos na Câmara e 41 no Senado.

    “Vamos derrubar o veto ao PL da Dosimetria com mais votos ainda do que foram aprovados tanto na Câmara quanto no Senado. Mesmo com o ativismo de Lula e do STF, nós queremos pacificar o país e dar um passo para o futuro e deixar esse caos desse atual governo para trás”, afirmou nas redes o senador Carlos Portinho (PL-RJ).

  • Veja os citados na pesquisa Exatus para deputado federal no RN

    Faltando pouco mais de cinco meses para a eleição, seis em cada dez eleitores do Rio Grande do Norte ainda não decidiram em quem votar para deputado estadual. Na disputa para deputado federal, o índice é ainda maior: quase sete em cada dez potiguares não têm definição sobre o voto.

    Esses resultados constam na nova pesquisa do Instituto Exatus, contratada pelo Grupo Agora RN e divulgada por O Correio de Hoje. O levantamento entrevistou 1.518 eleitores entre os dias 14 e 17 de abril em todas as regiões do Estado. Na pergunta para deputado estadual e federal, a pergunta é na modalidade espontânea — isto é, o entrevistado pode responder qualquer nome que vier à mente, sem receber uma lista prévia de possíveis candidatos.

    Na disputa para deputado federal, a pesquisa Exatus mostra que 67,2% ainda não sabem em quem votar. Outros 6,9% responderam que não vão votar em nenhum nome ou que votarão em branco ou nulo.

    Entre as citações, quem desponta na liderança é a deputada Natália Bonavides (PT), com 3,7% das citações. Ela está bem à frente dos demais adversários. Em segundo lugar, três nomes aparecem empatados: o deputado General Girão (PL), a vereadora de Natal Nina Souza (PL) e o deputado federal Sargento Gonçalves (PL), ambos com 1,8%.

    Na sequência, estão o atual deputado estadual Dr. Bernardo (PV) e o deputado federal João Maia (PP), com 1,6% cada. O deputado Benes Leocádio (União) tem 1,4% e o vereador de Natal Robson Carvalho (União) tem 1,3%. Fechando o primeiro pelotão dos nomes citados, aparece a vereadora Thabatta Pimenta (Psol), com 1,1%.

    De todos esses nomes, apenas Robson Carvalho não deverá ser candidato a deputado federal — ele já anunciou a pretensão de concorrer a uma vaga na Assembleia Legislativa.m votação expressiva podem ficar de fora caso o partido não atinja o quociente necessário.

    Veja os citados para deputado federal:

    • Não sabe: 67,2% (1.020 respostas)
    • Nenhum/branco/nulo: 6,9% (104 respostas)
    • Natália Bonavides: 3,7%
    • General Girão: 1,8%
    • Nina Souza: 1,8%
    • Sargento Gonçalves: 1,8%
    • Dr. Bernardo: 1,6%
    • João Maia: 1,6%
    • Benes Leocádio: 1,4%
    • Robson Carvalho: 1,3%
    • Thabatta Pimenta: 1,1%
    • Júnior Alves: 0,9%
    • Fernando Mineiro: 0,8%
    • Major Brilhante: 0,8%
    • Carla Dickson: 0,7%
    • Candidato do PT: 0,6%
    • Robinson Faria: 0,5%
    • Kelps Lima: 0,5%
    • Cabo Deyvison: 0,4%
    • Matheus Faustino: 0,3%
    • Odon Junior: 0,3%
    • Cristiane Dantas: 0,3%
    • Rafael Motta: 0,2%
    • Kleber Rodrigues: 0,2%
    • Babá Pereira: 0,1%
    • Anne Lagartixa: 0,1%
    • Candidato Kerginaldo: 0,1%
    • Dr. Alessandru: 0,1%
    • Ezequiel Ferreira: 0,1%
    • Pedro Filho: 0,1%
    • Ubaldo Fernandes: 0,1%
    • Alexandre Motta: 0,1%
    • Júlio Cesar: 0,1%
    • Tomba Farias: 0,1%
    • Gustavo Carvalho: 0,1%
    • Garibaldi Filho: 0,1%
    • Styvenson Valentim: 0,1%
    • Álvaro Dias: 0,1%
    • Dário Barbosa: 0,1%
    • Bibi Costa: 0,1%
    • Kaline Amorim: 0,1%
    • Rogério Marinho: 0,1%
    • Candidato do PL: 0,1%
    • Terezinha Maia: 0,1%
    • Cand. João Câmara: 0,1%
    • Vereador Luiz: 0,1%
    • Lawrence Amorim: 0,1%
    • Galeno Torquato: 0,1%
    • Leila Maia: 0,1%
    • Pedro Cavalcante: 0,1%
    • Luiz Eduardo: 0,1%
    • George Soares: 0,1%
    • Dr. Heider Irinaldo: 0,1%
    • Henrique Alves: 0,1%
    • Maria Clara: 0,1%
    • Hermano Morais: 0,1%
    • Eriko Jácome: 0,1%
    • Taveira Júnior: 0,1%
    • Milena Galvão: 0,1%
    • Iogo Queiroz: 0,1%
    • Cand. S.J. Mipibu: 0,1%
    • Carlos Eduardo: 0,1%
    • Fábio Faria: 0,1%
    • Candidato Missão: 0,1%
    • Nelter Queiroz: 0,1%

    O Instituto Exatus entrevistou 1.518 eleitores entre os dias 14 e 17 de abril em todas as regiões do Rio Grande do Norte. A margem de erro é de 2,51 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O registro na Justiça Eleitoral é o RN-08384/2026. O levantamento foi contratado pelo Grupo Agora RN, que edita os jornais Agora RN e O Correio de Hoje.

    Eleições 2026

    Em 2026, o primeiro turno das eleições acontecerá no dia 4 de outubro (um domingo). Os eleitores vão às urnas para eleger deputados estaduais (24 no RN), deputados federais (8 no RN), senadores (2 por estado), governadores (1 por estado) e presidente da República. Os mandatos dos eleitos terão duração de quatro anos, exceto os dos senadores, que vão durar oito anos. A posse dos deputados estaduais e federais para a nova legislatura acontecerá em 1º de fevereiro de 2027.

    No Brasil, a eleição para deputados estaduais e federais segue o sistema proporcional de lista aberta, no qual o eleitor vota diretamente em um candidato ou apenas no partido. Primeiro, calcula-se o quociente eleitoral (total de votos válidos dividido pelo número de vagas), que define quantas cadeiras cada partido ou federação terá direito. Em seguida, dentro de cada legenda, as vagas são distribuídas aos candidatos mais votados individualmente.

    Assim, o desempenho coletivo do partido influencia o resultado, e candidatos com menos votos podem ser eleitos se a legenda alcançar um bom total, enquanto outros com votação expressiva podem ficar de fora caso o partido não atinja o quociente necessário.

    Fonte: Agora RN

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