Styvenson: Quem aprova Lula e Alckimin tem identificação vagabunda ou vocação para facção criminosa
O senador Styvenson Valentim (Podemos) publicou em suas redes sociais um manifesto contra a chapa que possivelmente pode ser formanda entre o petista Lula e o ex-tucano, Geraldo Alckmin.
Na última terça-feira (21), o parlamentar, que já declarou apoio a Sérgio Moro, novo filiado do Podemos, afirmou que quem apoia essa chapa deve ter identificação “vagabunda ou vocação para facção criminosa”.
Na publicação, várias pessoas se manifestaram favoráveis à declaração de Styvenson e até apoiadores do presidente Jair Bolsonaro comentaram frases de apoio ao executivo federal em 2022. Por outro lado, algumas pessoas comentaram questionando o motivo de Styvenson não ter tecido mais críticas a Bolsonaro.
Portal 96 FM
Risco de internação da variante Ômicron é menor, aponta estudo
Pacientes com covid-19 infectados pela variante Ômicron têm menor risco de hospitalização do que os que contraíram a Delta, de acordo com pesquisa do Imperial College de Londres divulgada ontem. A chance de internação com a nova cepa é entre 40% e 45% menor. A pesquisa analisou dados de casos confirmados por testes laboratoriais RT-PCR (o molecular, considerado mais preciso) na Inglaterra, entre 1º e 14 de dezembro. Foram 56 mil diagnósticos de Ômicron e 269 mil de Delta estudados.
Cientistas ainda investigam se as vacinas em uso têm eficácia contra a Ômicron e se a nova versão do coronavírus causa quadros mais graves da doença. Embora haja indícios de que a cepa é mais contagiosa, porém não tão severa, a Organização Mundial da Saúde (OMS) tem alertado sobre os riscos de conclusões precipitadas sobre isso.
Os pesquisadores do Imperial College disseram que o risco dos pacientes com a nova linhagem terem de visitar o hospital é entre 20% e 25% menor do que os com a variante ainda dominante no mundo. Indivíduos que já foram infectados pelo coronavírus têm risco menor de serem hospitalizados com a Ômicron e de contraírem a cepa originalmente detectada na África do Sul. A chance é entre 50% e 60% menor, apontou o estudo de Londres.
Estadão Conteúdo
Hospital Regional de São Paulo do Potengi atingiu 154 cirurgias eletivas realizadas
Dentro do programa “Mais Cirurgias, Mais Saúde”, o Hospital Regional Monsenhor Expedito, em São Paulo do Potengi, realizou 154 cirurgias eletivas desde 30 de setembro de 2021, atendendo pacientes de cerca de 20 municípios da 5ª Região de Saúde do Rio Grande do Norte, sediada em Santa Cruz.
Essa conquista só foi possível devido à reabertura do centro cirúrgico do hospital neste ano. Assim, em menos de três meses, foram ao todo 53 cirurgias de herniorrafia (hérnia), 55 colecistectomias (vesícula) e 46 pequenas cirurgias, atendendo pessoas que aguardavam pelas cirurgias há bastante tempo.
Segundo a diretora geral da unidade hospitalar, Iulle Cavalcante, a meta é abrir um segundo centro cirúrgico no hospital em 2022, para ampliar ainda mais a quantidade de procedimentos realizados.
“A reabertura do centro cirúrgico em 2021 tornou-se um marco em nosso hospital, representando um grande avanço para nós. Todos os profissionais têm se esforçado para que os procedimentos cirúrgicos sejam executados com o máximo de qualidade, desde os serviços de higienização até a alta hospitalar. Que em 2022, possamos realizar ainda mais cirurgias em nosso hospital, referência para toda a região Potengi”, ressaltou Iulle Cavalcante.
Mais Cirurgias, Mais Saúde
O Programa Estadual “Mais Cirurgias, Mais Saúde” tem como objetivo expandir os procedimentos para regiões onde a oferta não existia. Para isso, a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) intensificou as ações nos serviços próprios, estruturando os hospitais com mais insumos e equipes. Atualmente, 17 unidades de saúde da rede pública no RN participam do Programa.
Até o momento, mais de três mil cirurgias foram realizadas nos últimos três meses. A estimativa é de que o programa chegue a investir R$ 18 milhões na realização de procedimentos.
BC intervém, mas dólar sobe para R$ 5,74, um dos maiores patamares desde março
Foto: Marcello Casal Jr Agência Brasil O Banco Central realizou um novo leilão de dólar à vista, ontem, ofertando US$ 500 milhões, mas a medida não mudou a tendência de valorização da moeda norte-americana, que voltou a ficar acima de R$ 5,70 nesta semana, nos maiores patamares desde março deste ano.
O leilão não estava programado, e foi comunicado pelo BC às instituições financeiras após o fechamento dos mercados, na segunda-feira. Ao longo do dia, o dólar oscilou bastante, ao sabor dos ventos polêmicos da votação do Orçamento de 2022, e alcançou o pico de R$ 5,75 por várias vezes, o maior nível nominal desde 31 de março. No fim do pregão, a divisa foi cotada a R$ 5,739, com queda de 0,07% em relação à véspera.
De acordo com especialistas, o volume de remessas de lucros de empresas com sede no exterior costuma ser maior nessa época, mas os volumes das ofertas do BC são considerados baixos e de pouco efeito na tendência ou no estoque de reservas do país. De fevereiro até agora, os leilões do BC no mercado à vista somaram US$ 10,2 bilhões. Enquanto isso, as reservas internacionais em moeda estrangeira da autoridade monetária estavam em US$ 364,227 bilhões no último dia 17. O montante é US$ 5,566 bilhões inferior ao patamar do fim de novembro e US$ 10,5 bilhões menor do que os US$ 374,715 bilhões contabilizados em 31 de dezembro de 2018, ou seja, no início do governo Bolsonaro (PL).
Na avaliação de Eduardo Velho, economista-chefe da JF Trust Gestora de Recursos, o BC tem dado sinais de que pode interferir toda vez que o dólar começa a ficar perto de R$ 5,80. “O Banco Central mantém a estratégia de rolar os contratos de swap cambial e intervir pouco no mercado. Mas, desde o ano passado, quando houve turbulências em relação ao Orçamento deste ano, o BC partiu para o leilão de linha sempre que o dólar ficou perto de R$ 5,80 e mostrou uma tendência de valorização mais acentuada”, disse. “O BC está sendo prudente, mas parece que tem um nível de câmbio que provoca uma atuação mais intensa”, acrescentou.
Velho lembrou que a piora do cenário externo, por conta da variante ômicron do novo coronavírus e da mudança da política monetária dos bancos centrais dos países desenvolvidos, principalmente dos Estados Unidos, tende a manter o dólar mais valorizado em 2022. “O dólar tem subido nos últimos dias devido ao aumento da demanda por hedge (proteção) dos agentes financeiros e dos exportadores, que tende a crescer diante da expectativa de maior desvalorização do real. Além disso, há o fluxo desfavorável das remessas de lucro que sempre ocorrem no fim do ano.”
Os analistas avaliam que o dólar continuará valorizado, em grande parte, por causa da piora do quadro fiscal esperada a partir do próximo ano. Enquanto o Congresso aprovava um Orçamento com R$ 16,5 bilhões para as polêmicas emendas do relator — vistas como o Mensalão do atual governo —, com reajuste para policiais e quase R$ 4,9 bilhões no fundão eleitoral, o ministro da Economia, Paulo Guedes, tirava férias, para só retornar ao gabinete em 7 de janeiro.
“Há muita incerteza nos mercados, e o cenário é de piora nos fundamentos macroeconômicos e da questão fiscal. Por isso, não vejo o dólar voltando a cair para menos de R$ 5,60”, destacou Velho. “Tenho conversado com vários economistas e o consenso é de que o dólar deveria estar entre R$ 4,30 e R$ 4,80, mas o câmbio atual é resultado da piora na percepção da qualidade do governo. O fiscal atrapalha, mas não é só isso. O saldo é muito ruim, porque as reformas pararam na da Previdência. A do Imposto de Renda não andou e a guerra fiscal continua. Os problemas crônicos do país não foram foram resolvidos e não se vislumbra uma reversão”, destacou o consultor Roberto Luis Troster, ex-economista-chefe da Federação Brasileira de Bancos (Febraban).
Gustavo Cruz, estrategista da RB Investimentos, lembrou que o real não é a moeda emergente que mais tem se desvalorizado neste ano. A lira turca acumula mais de 40% de perdas, enquanto a moeda brasileira cai cerca de 10%. “O Banco Central tem deixado o câmbio mais livre. No ano passado, as intervenções ocorriam com mais força. Entendo que eles deixaram o câmbio se estabilizar em um patamar mais alto e esses leilões no fim do ano estão ocorrendo mais por fatores técnicos, devido às maiores remessas no fim do ano”, afirmou.
Com informações do Correio Braziliense
Ovo de dinossauro achado na China reforça teoria da relação com aves
Foto: Divulgação Um grupo de cientistas chineses, canadenses e britânicos publicou artigo na revista Science sobre um ovo de dinossauro fossilizado, encontrado na província chinesa de Jiangxi, que contém um embrião de 27 centímetros, informou nesta quarta-feira a emissora estatal CCTV.
O ovo fossilizado, com uma forma alongada e 17 centímetros de comprimento, tem cerca de 70 milhões de anos e contém um dos fósseis de embriões de dinossauro mais bem preservados da história, de acordo com a CCTV.
O embrião pertence ao período Triássico dos terópodes e está amontoado dentro do ovo numa postura com a cabeça entre as pernas, que até agora só foi encontrada em dinossauros aviários, de acordo com o estudo.
“Essa postura é muito semelhante à das aves atuais quando os seus ovos estão prestes a eclodir. Pensamos que os dinossauros teriam eclodido de forma semelhante às aves da nossa época”, disse um dos cientistas, Fion Ma Wai-sum, ao jornal de Hong Kong South China Morning Post.
Ma disse ao jornal que o fóssil é mais uma prova de que as aves da atualidade são derivadas de dinossauros terópodes.
Com informações da Agência Brasil



