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A Seleção de São Pedro está fazendo história no Super Matutão da Federação Norte-riograndense de Futebol (FNF). Os são-pedrenses eliminaram na semifinal neste domingo, 01, a Seleção de Macau em pleno Estádio Walter Bichão. O jogo lá foi 1 a 0 para São Pedro. No agregado acabou 8 a 0, já que no 1º jogo, em casa, a Seleção de São Pedro aplicou uma sonora goleada de 7 a 0 (a maior da competição), na última quarta-feira, 27.
O adversário de São Pedro vai ser conhecido hoje (02), e será São Gonçalo do Amarante ou Goianinha, que já fizeram os dois jogos das seminais, no entanto cada um venceu um jogo por 1 a 0, empatando em todos os critérios, restando agora o sorteio, que acontece hoje na sede da FNF.
No caminho até chegar a final, a Seleção de São Pedro eliminou Senador Elói de Souza, Tibal do Sul, Santa Cruz e, por último, Macau.
O treinador da equipe são-pedrense é Rubinho Valério, que é natural daquela cidade e reside em São Paulo do Potengi, onde tem um ponto de venda de Açaí. O prefeito Miguel Cabral deu total apoio ao projeto.
A final será no próximo domingo, dia 8, na Arena das Dunas (estádio de Copa do Mundo) e com transmissão ao vivo da InterTv Cabugi.
Sobre a delação premiada de Antônio Palocci à Polícia Federal, temos a esclarecer o seguinte:
A empresa Camargo Corrêa não fez doação à campanha da então candidata à deputada federal em 2010, Fátima Bezerra, conforme registrado no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE);
No endereço encurtador.com.br/glxE8 consta os registros de todas as pessoas físicas e jurídicas que doaram à campanha da então candidata em 2010, o que comprova que não há qualquer menção à referida empresa;
As contas foram devidamente aprovadas;
Fátima Bezerra e sua coordenação de campanha jamais trataram com a Camargo Corrêa e com Antônio Palocci, sobre a campanha de 2010 ou qualquer outra, e esperam que as informações sejam devidamente apuradas e esclarecidas.
O ex-ministro Antonio Palocci implicou a deputada federal e presidente do PT, Gleisi Hoffmann (PT-PR) e a governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra (PT), em sua delação premiada.
Segundo Palocci, as duas aparecem entre os políticos da sigla que se beneficiaram de parte dos R$ 50 milhões de doações realizadas pela empreiteira Camargo Corrêa em campanhas de 2010. O dinheiro era uma contra partida, segundo o ex-ministro, pela atuação da sigla para enterrar as investigações da Castelo de Areia, que mirava a construtora.
As informações estão em um relatório da Operação Appius, que apura o caso. Segundo o documento, Gleisi e Fátima tinham “plena consciência da origem ilícita das doações realizadas pela Camargo Corrêa”.
Em suas duas fases deflagradas em novembro, a Appius mirou o ex-presidente do Superior Tribunal de Justiça, Cesar Asfor Rocha. Em seu acordo, Palocci do que o ex-ministro também teria recebido dinheiro para suspender investigações da Castelo de Areia. Asfor Rocha nega as acusações.
Gleisi Hoffamann disse, por meio de sua assessoria, que “nada que Antonio Palocci diga sobre o PT e seus dirigentes têm qualquer resquício de credibilidade desde que ele negociou com a Polícia Federal, no âmbito da Lava Jato, um pacote de mentiras para escapar da cadeia e usufruir de dezenas de milhões em valores que haviam sido bloqueados”.
A assessoria de imprensa da governadora Fátima Bezerra afirmou que em 2010 não recebeu doações diretamente da Camargo Corrêa, e só via diretório nacional do PT. Ela negou ter conhecimento de qualquer origem ilícita do dinheiro envolvendo a Castelo de Areia.