Lula vem ao RN no sábado para reforçar campanha de Cadu no segundo turno

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estará no Rio Grande do Norte no próximo sábado (10) para participar da campanha de Cadu de Lula (PT) ao Governo do Estado. De acordo com a arte divulgada pela organização, o ato será realizado às 14h, na Área de Lazer do Panatis, na Zona Norte de Natal.

A visita ocorre nos primeiros dias da campanha do segundo turno. Cadu disputa o Governo do RN contra Allyson Bezerra (União Brasil), após uma diferença de apenas 15.509 votos entre os dois no primeiro turno. Allyson recebeu 733.809 votos (36,94%), enquanto Cadu somou 718.300 (36,16%). A votação do segundo turno está marcada para 25 de outubro.

A presença de Lula no estado já havia sido anunciada por Cadu. No dia da votação do primeiro turno, o candidato afirmou que havia conversado com o presidente e antecipou que Lula viria ao Rio Grande do Norte caso a disputa estadual avançasse para uma segunda etapa.

Agora, com o segundo turno confirmado, a campanha petista prepara a mobilização na Zona Norte da capital potiguar. Lula também está em campanha pela reeleição à Presidência da República, enquanto Cadu busca ampliar sua votação na disputa pelo Governo do Estado.

Confira também

  • Da Zona Norte, Allyson faz balanço do 1º turno e reafirma compromisso com a terceira ponte de Natal

    O candidato a governador Allyson Bezerra (44) começou nesta terça-feira (6) uma semana de agenda em Natal com a Caminhada da Mudança na Zona Norte, ao lado do candidato a vice Hermano Morais. Com concentração no cruzamento da Avenida das Seringueiras com a Rua Noel Costa, no bairro Nossa Senhora da Apresentação, o grupo percorreu as ruas conversando com moradores, apoiadores e lideranças da região mais populosa da capital.

    Allyson agradeceu a votação que o colocou em primeiro lugar na eleição de domingo. “Mais de 63% da população do Estado decidiu que quer mudança, e a chance dessa mudança é agora”, disse. De acordo com Allyson, o segundo turno vai colocar frente a frente o modelo atual, “que fracassou, de um Estado desmantelado e desgovernado”, e uma gestão eficiente e moderna, voltada para a geração de empregos e a regionalização da saúde.

    Na Zona Norte, Allyson reafirmou o compromisso de construir a terceira ponte de Natal, ligando a região ao restante da cidade e aliviando o trânsito na travessia do Potengi. Também garantiu a conclusão de obras paradas há anos, como a Avenida das Fronteiras, e investimentos na Região Metropolitana.

    “Natal nos deu uma excelente votação na minha primeira campanha majoritária. Essa semana fico aqui na capital apresentando as propostas e mobilizando nossos apoiadores”, afirmou. Allyson disse ainda que novas lideranças já se somaram à campanha e que está seguro de que a maioria dos potiguares vai confirmar a mudança no segundo turno.

  • Bastidores: Oposição dá recado das urnas e encurta maioria da situação em São Paulo do Potengi

    De 7 mil votos de maioria para 282. A política de São Paulo do Potengi ganhou um novo elemento com a expressiva redução da maioria do prefeito Pacelli Souto. A frente de oposição, que marchou com Allyson Bezerra, mostrou fôlego e diminuiu uma diferença anterior de mais de 7 mil votos para escassos 282 votos.

    O grande articulador do feito foi o Professor Jefinho. Sem a estrutura administrativa do poder público e enfrentando a máquina municipal, ele conseguiu liderar o grupo e conferir um desempenho eleitoral surpreendente aos seus candidatos.

    O recado das urnas não apenas altera a correlação de forças na cidade, como coloca a liderança do Professor Jefinho em evidência no tabuleiro político do Potengi.

    E agora? Sem conseguir eleger Álvaro Dias, seu candidato, o prefeito Pacelli vai se aproximar do grupo do professor Jefferson e do ex-prefeito Naldinho? estará de volta ao palanque de Naldinho?

  • Lula deverá vir ao RN no segundo turno para reforçar campanha de Cadu de Lula

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deverá vir ao Rio Grande do Norte durante a campanha do segundo turno das eleições. A informação foi anunciada por Cadu de Lula (PT) após uma reunião com o presidente, em Brasília, ao lado da governadora Fátima Bezerra, da senadora eleita Samanda de Lula e de Rafael Motta (PDT).

    Segundo Cadu, Lula assumiu o compromisso de participar da campanha no estado, mas a data da visita ainda não foi definida. O próprio presidente também citou o Rio Grande do Norte entre os estados que pretende visitar nas próximas semanas.

    A agenda deverá servir tanto para reforçar a candidatura de Cadu ao Governo do RN quanto para a campanha de Lula à Presidência. O RN é o único estado do Nordeste com segundo turno para governador, marcado para 25 de outubro.

    Justiça Eleitoral +1

    No primeiro turno, Allyson Bezerra (União Brasil) terminou à frente, com 733.809 votos (36,94%), enquanto Cadu recebeu 718.300 (36,16%), uma diferença de 15.509 votos.

  • Senado começa a discutir PEC que prevê fim da escala 6×1 e redução da jornada

    Carteira de trabalho — Foto: Reprodução

    O plenário do Senado começa a discutir nesta terça-feira (6) a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que prevê o fim da escala 6×1 e a redução da jornada de trabalho. Para ser aprovada, a proposta ainda precisa passar por dois turnos de votação na Casa. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), ainda não definiu, porém, quando a matéria será efetivamente votada.

    A PEC foi aprovada pela Câmara dos Deputados em maio, mas teve a análise no Senado adiada por Alcolumbre para depois das eleições. Em setembro, a proposta avançou na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), após permanecer meses sem andamento.

    Com o primeiro turno das eleições encerrado, o Senado retoma agora a discussão sobre a redução da jornada. Pelo regimento, são necessárias cinco sessões de discussão antes da votação de uma PEC. Nesta semana, estão previstas três sessões. Uma alternativa seria aprovar um calendário especial para permitir a votação no mesmo dia, mas essa possibilidade é considerada pouco provável por aliados do governo e integrantes da oposição.

    Governo quer votação nesta semana

    O governo defende que a PEC seja votada ainda nesta semana. O ministro da Secretaria de Relações Institucionais, José Guimarães, participou de uma reunião de campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na tarde desta segunda-feira (5) e afirmou a jornalistas que o objetivo é aprovar a proposta até quarta-feira (7).

    A posição do governo encontra resistência na oposição. O senador Rogério Marinho (PL-RN) afirmou que ainda não havia conseguido conversar com Alcolumbre, mas disse que, na avaliação dos senadores, o processo deve seguir as cinco sessões previstas para a discussão da proposta.

    A tendência, portanto, é que a votação não ocorra antes do segundo turno das eleições, marcado para 25 de outubro. Outro fator considerado pelos senadores é que a sessão desta terça-feira será realizada em formato semipresencial, o que reduz a presença de parlamentares em Brasília e dificulta uma eventual votação da PEC no mesmo dia.

    Disputa sobre o calendário

    A discussão sobre a escala 6×1 ganhou espaço no Senado depois da aprovação da proposta na Câmara e da pressão do governo para que o texto avançasse.

    Alcolumbre já havia afirmado que o Senado não seria uma Casa “carimbadora” de projetos aprovados pelos deputados e que os parlamentares deveriam analisar propostas que alterassem a Constituição. O presidente do Senado também havia dito que não pretendia “contaminar” o período eleitoral com uma pauta que classificou como “eleitoreira”.

    Antes das eleições, a aprovação da PEC era tratada como uma prioridade pelo governo, que pretendia apresentar a redução da jornada como uma de suas bandeiras durante a campanha.

    Oposição mira mudanças em 2027

    A oposição defende que a discussão sobre a redução da jornada avance a partir da próxima legislatura. A avaliação é de que a composição do Congresso a partir de fevereiro de 2027 poderá permitir mudanças no texto, incluindo um período maior de transição e alterações nas regras trabalhistas.

    O PL terá 29 senadores em 2027, além de contar com aliados eleitos em outros estados. Nesse cenário, integrantes da oposição defendem que a votação seja adiada para o próximo ano.

    Rogério Marinho, que coordenou a campanha de Flávio Bolsonaro (PL), já apresentou uma PEC que prevê a possibilidade de a remuneração dos trabalhadores ser calculada com base nas horas trabalhadas. O senador também é cotado para disputar a presidência do Senado no próximo ano.

    Do outro lado, governistas passaram a pressionar pela aprovação da proposta ainda em 2026. A avaliação dentro da base do governo é que uma eventual votação apenas em 2027 poderia abrir espaço para mudanças no texto atualmente em discussão.

    Com informações da CNN

  • Operação Eleições tem balanço positivo na segurança e no trânsito de Mossoró

    Foto: Arquivo Secom/PMM

    A “Operação Eleições” teve balanço positivo em Mossoró. Durante o domingo de votação, a Guarda Civil Municipal e os agentes de trânsito atuaram nos locais de votação e nas áreas de maior movimentação, com ações de orientação, controle do fluxo e apoio à circulação de eleitores e veículos.

    De acordo com o secretário municipal de Segurança Pública, Walmary Costa, não foram registradas ocorrências relevantes durante o pleito. As situações atendidas ficaram na rotina, sendo controladas pelas equipes municipais, em conjunto com as demais forças de segurança.

    “A ‘Operação Eleições’, com relação à segurança pública do município, foi bastante positiva. Não houve ocorrências relevantes, apenas ocorrências de rotina mesmo, em que a gente, tanto na parte de trânsito como na parte de segurança pública, pôde controlar sem grandes dificuldades, com as outras forças de segurança.”

    A operação teve como objetivo garantir a segurança da população e facilitar o acesso aos locais de votação. A atuação conjunta dos órgãos contribuiu para que o domingo de eleições transcorresse dentro da normalidade em Mossoró.

  • Robinson Faria perde vaga de Deputado Federal no RN por 32 votos

    Robinson Faria

    O deputado federal Robinson Faria (PP) não conseguiu a reeleição para a Câmara dos Deputados por uma diferença de 32 votos em relação ao também deputado João Maia, seu companheiro de partido. Na disputa pelo Rio Grande do Norte, Robinson recebeu 123.008 votos, enquanto João Maia somou 123.040 e garantiu a recondução ao cargo.

    A diferença na votação individual definiu a posição dos dois na lista de candidatos da legenda. Como João Maia recebeu mais votos, ficou à frente de Robinson na disputa por uma das cadeiras conquistadas pelo grupo partidário.

    A eleição para deputado federal segue o sistema proporcional. Isso significa que a distribuição das vagas considera tanto os votos recebidos pelos candidatos quanto os votos dados diretamente ao partido ou à federação. Depois de calculado o número de cadeiras de cada grupo, elas são preenchidas conforme a ordem de votação dos candidatos, observadas as exigências de votação mínima.

    Por isso, a votação individual não garante, sozinha, a eleição de um deputado. O candidato também depende do desempenho do partido ou da federação na distribuição das vagas. Dentro dessa lista, receber mais votos determina a prioridade para ocupar as cadeiras disponíveis.

    No caso de Robinson e João Maia, não houve empate: os 32 votos de vantagem colocaram João à frente. Se dois candidatos do mesmo partido ou federação receberem exatamente a mesma quantidade de votos e disputarem a mesma vaga, o critério de desempate é a idade. Conforme o artigo 110 do Código Eleitoral, será considerado eleito o candidato mais idoso.

    Agora RN

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