Municípios deixaram de arrecadar pelo menos R$ 620 mil com licenciamento

Babá Pereira, presidente da Femurn, considera que o consórcio vai permitir uma diminuição da fila de licenças no Idema | Foto: Adriano Abreu

Seis municípios do RN deixaram de arrecadar pelo menos R$ 620,8 mil em taxas de licenciamento em 2025. Entre as cidades, São Tomé aparece com o maior total, correspondente a R$ 294,3 mil, seguido de Nísia Floresta, com R$ 179,1 mil. Os valores correspondem a taxas de licenciamento relativas a empreendimentos de impacto local variados, como padarias, postos de combustíveis e pousadas. A expectativa é que a regularização de novos empreendimentos por meio do Consórcio Intermunicipal Multifinalitário Potiguar (CIM Potiguar), com apoio da FIERN, permita que as próximas taxas entrem nos cofres dos municípios.

Os dados são do Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente (Idema/RN) e foram cedidos à reportagem da TRIBUNA DO NORTE pelo CIM Potiguar. Eles dizem respeito a São Tomé, Nísia Floresta, Bom Jesus, Lajes Pintadas, Passa e Fica e São Paulo do Potengi. O valor de R$ 620,8 mil corresponde a taxas de licenciamento ambiental arrecadadas pelo Idema em 2025 com empreendimentos de impacto local. Esses valores poderiam ter integrado a receita dos municípios caso o licenciamento já estivesse sendo realizado no âmbito municipal. Com a criação do CIM Potiguar, as prefeituras passam a assumir esse tipo de licenciamento, permitindo que as taxas deixem de ser arrecadadas pelo Idema e passem a entrar diretamente nos cofres municipais.

Os seis municípios que deixaram de arrecadar R$ 620,8 mil com taxas de licenciamento integram o CIM Potiguar e formam o primeiro grupo a participar de um consórcio de licenciamento ambiental no Estado. Com isso, estão aptos a iniciar a regularização de empreendimentos de impacto local a partir deste ano. De acordo com a assessora jurídica do CIM Potiguar, Raquel Teixeira de Brito, as cidades serão visitadas no próximo mês para que sejam verificados quantos empreendimentos estão licenciados e quantos ainda faltam.

Segundo ela, além do problema da concentração de licenciamentos, os dados do Idema indicam que há um déficit na regularização de empreendimentos locais, uma vez que o montante arrecadado com taxas de licenciamento em algumas cidades está abaixo do esperado. É o caso de Bom Jesus, com apenas R$ 7,4 mil de contribuição em 2025. “Vamos começar as visitas com o fiscal de meio ambiente para verificar quais empreendimentos estão regulares e irregulares. A partir disso, iniciaremos as autuações e notificações para que esses empreendimentos venham a se regularizar”, compartilha.

Atualmente, segundo dados levantados pelo CIM Potiguar, apenas 12 dos 167 municípios potiguares licenciam empreendimentos, enquanto os demais dependem do Idema. São eles: Natal, Parnamirim, São Gonçalo, Extremoz, São José do Mipibu, Macaíba, Mossoró, Ceará-Mirim, Canguaretama, Goianinha, Monte Alegre e Guamaré.

Raquel Teixeira de Brito explica que muitos municípios perdem convênios e não conseguem dar celeridade a obras públicas, além de investimentos voltados ao desenvolvimento local, por conta da falta de equipe técnica. No caso das solicitações de emendas, por exemplo, embora considerem desenvolver projetos, não conseguem obter o licenciamento.

Novos empreendimentos

O presidente da Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte (Femurn), Babá Pereira, aponta que a expectativa é que o consórcio desafogue as demandas solicitadas junto ao Idema que estão ligadas a empreendimentos de impacto local. “Estabelecimentos como padarias, por exemplo, muitas vezes estão no município sem estarem legalizados porque há uma dificuldade do órgão fiscalizador ir até o município fazer a regularização. Então com a fiscalização mais perto, o empreendedor vai ter uma condição mais próxima de fazer a regularização do seu empreendimento”, aponta Babá Pereira.

De acordo com Raquel Teixeira de Brito, o papel dos municípios será o de fiscalizar os empreendimentos após a expedição da licença e suporte técnico do consórcio. “Após a parte de instrução técnica e jurídica, encaminharemos ao município uma minuta da licença. A partir disso, o prefeito vai basicamente assinar, publicar, e o fiscal do município vai fazer o acompanhamento”, explica.

Babá Pereira observa que a preparação dos municípios para realizarem o licenciamento ambiental exigiu adequações no código de meio ambiente dos municípios, a formação de conselhos municipais de meio ambiente, realização de processo seletivo para contratação de técnicos e qualificação de fiscais de meio ambiente.

Em dezembro de 2025, o CIM Potiguar realizou o processo seletivo da equipe técnica junto ao Instituto Euvaldo Lodi (IEL-RN). O presidente da Femurn explica que o valor para a contratação dos técnicos será dividido entre os seis municípios participantes do consórcio. Ele enfatiza, no entanto, que os municípios ganharão com a possibilidade de receber as taxas de licenciamento. “A receita vai ser do município, e o custo com os profissionais vai ser pequeno, pois vai ser rateado entre os municípios”, reforça.

O Idema, por sua vez, apoiou os municípios do CIM Potiguar na capacitação dos fiscais de meio ambiente e dos conselheiros Municipais de Meio Ambiente. Já a FIERN, além de ter participado do processo por meio do IEL-RN, cedeu um carro que será utilizado pelo consórcio no processo de visitações aos municípios.

Segundo o presidente da Federação, Roberto Serquiz, a expectativa é que a descentralização do licenciamento ambiental traga maior segurança jurídica e fomente a formalização de novos empreendedores no Estado. “Serão licenciados os empreendimentos de impacto local, com prioridade para micro e pequenos negócios. Isso abre portas para a formalização, fortalece o ambiente de negócios e amplia a segurança jurídica para quem deseja empreender”, completa.

Somado ao consórcio, Serquiz frisa a importância de atualizar a Lei estadual nº 272/04, que institui a Política e o Sistema Estadual do Meio Ambiente, alvo de proposta realizada pela Federação. De acordo com ele, após discussões técnicas entre o Idema e a Semarh, foi construída uma proposta consensual. No momento, a FIERN aguarda uma conclusão dos diálogos do Governo do Estado com outros participantes do processo.

“A proposta também fortalece a autonomia do órgão ambiental e traz previsibilidade ao estabelecer prazos claros, o que confere maior agilidade e segurança ao processo”, afirma.

Tribuna do Norte

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  • Extremoz: MPRN aponta necessidade de mudanças em requisitos para cargos de concurso

    Close na mão de uma mulher com blusa preta, segurando uma caneta prateada enquanto assina ou escreve em um documento de papel sobre uma mesa de madeira.

    O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) recomendou ao Município de Extremoz adequar os requisitos de escolaridade para os cargos de Auditor Fiscal e Professor de Informática. Para isso, a gestão deve retificar a Lei Complementar Municipal nº 1.394/2026. A medida busca garantir a legalidade e a competitividade em futuros certames públicos na cidade.

    Atualmente, a legislação local limita a atuação no cargo de Auditor Fiscal a apenas quatro áreas específicas de nível superior. A recomendação sugere que a Prefeitura encaminhe um projeto de lei para incluir graduações em Administração e Economia no rol de exigências. O órgão considera que essas formações possuem correlação direta com as atividades de controle fiscal e administração tributária.

    Além disso, o texto ministerial aborda a situação do cargo de Professor de Informática no quadro de pessoal efetivo. A lei atual não exige expressamente a Licenciatura Plena para o exercício da docência na educação básica. Por esse motivo, o órgão orienta que o texto legal seja alterado para prever obrigatoriamente essa formação pedagógica específica.

    A fundamentação legal para o cargo de professor baseia-se no artigo 62 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Essa norma federal estabelece que a formação de docentes deve ocorrer em cursos de licenciatura de nível superior. Consequentemente, a ausência dessa exigência na lei municipal fere as diretrizes educacionais vigentes no país.

    O município tem prazo de quinze dias para encaminhar o projeto de lei corretivo ao Poder Legislativo. O ente público também deve se abster de publicar o edital antes que as correções legislativas sejam devidamente efetuadas. O descumprimento dessas orientações pode levar à adoção de medidas judiciais para assegurar a moralidade administrativa no concurso.

    Confira a íntegra da recomendação.

  • Bombeiros do RN resgatam idoso ilhado em Canguaretama e atende outras ocorrências provocadas pelas fortes chuvas no RN

    O Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Norte (CBMRN) atuou intensamente durante toda a quarta-feira (13) em diversas ocorrências relacionadas às fortes chuvas registradas no estado.

    A ocorrência de maior destaque foi registrada durante a noite, no município de Canguaretama, onde um idoso de 63 anos ficou ilhado após o aumento do nível do rio nas proximidades de viveiros de camarão. A vítima não conseguia sair do local devido à força da água e ao risco de correnteza. A equipe de mergulho do Grupamento de Busca e Salvamento GBSA, realizou a retirada da vítima com segurança. O idoso foi resgatado consciente, sem ferimentos e passa bem.

    Além da ocorrência em Canguaretama, o CBMRN também atendeu outras demandas ao longo do dia. No bairro das Rocas, em Natal, equipes acompanharam ações da Defesa Civil em áreas com risco estrutural e possibilidade de deslizamentos. Já no município de Macaíba, os bombeiros deram continuidade às buscas por uma vítima desaparecida em área de rio. Houve ainda atendimento envolvendo um animal em situação de risco na cidade de Montanhas.

    O CBMRN reforça a importância de que a população redobre os cuidados durante o período chuvoso, evitando atravessar áreas alagadas, rios com correnteza, pontes submersas e locais com risco de desabamento ou deslizamento. Em situações de emergência, a orientação é acionar imediatamente o Corpo de Bombeiros por meio do telefone 193. A rapidez no acionamento é fundamental para garantir um atendimento mais eficiente e seguro, reduzindo riscos à vida.

  • Câmara aprova projeto de Eribaldo Medeiros que institui o “Selo Escola Sustentável”

    O vereador Eribaldo Medeiros apresentou na Câmara Municipal de Natal o Projeto de Lei nº 8/2025, que propõe a criação do “Selo Escola Sustentável” para instituições públicas e privadas do município. A proposta tem como objetivo incentivar práticas ambientais e promover a conscientização ecológica dentro das escolas da capital potiguar.

    De acordo com o projeto, escolas que adotarem ações sustentáveis, como reciclagem de materiais, reutilização de água da chuva, implantação de hortas ecológicas e uso de energias renováveis, poderão receber a certificação de reconhecimento ambiental. Um dos principais pontos da matéria é a implantação de biodigestores nas unidades de ensino da rede pública municipal, permitindo o reaproveitamento de resíduos orgânicos para produção de biogás e biofertilizantes.

    Na justificativa apresentada pelo parlamentar, o projeto destaca a preocupação com o aumento da produção de resíduos sólidos em Natal. Segundo dados citados da Urbana, a capital gera diariamente cerca de 1.200 toneladas de lixo. A proposta busca reduzir impactos ambientais, diminuir custos com transporte de resíduos e incentivar uma nova cultura de sustentabilidade entre estudantes e comunidades escolares.

    O texto também reforça que a iniciativa está alinhada à Política Nacional de Educação Ambiental e aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, especialmente nas áreas de educação de qualidade, saneamento, energia limpa e combate às mudanças climáticas.

    Para Eribaldo Medeiros, a criação do selo representa um avanço importante para Natal, ao unir educação e preservação ambiental dentro do ambiente escolar, incentivando práticas sustentáveis desde a formação das novas gerações.

  • Defesa Civil e Serviço de Calamidade Pública atuam nas Rocas para amenizar efeitos da chuva

    Defesa Civil e Serviço de Calamidade Pública atuam nas Rocas para amenizar efeitos da chuva

    Com mais uma madrugada de chuvas nesta quarta-feira (13), equipes da Defesa Civil e do Serviço de Proteção em Situações de Calamidade Pública e Emergências se mobilizaram para atender a população no bairro das Rocas, uma das regiões mais atingidas.

    Na ação conjunta, foram realizadas 18 vistorias, uma interdição e oito atendimentos socioassistenciais. Segundo o diagnóstico da operação, todos os usuários atendidos já possuíam cadastro no serviço de calamidades e já haviam recebido cestas básicas na última mobilização promovida no dia 25 de abril.

    De acordo com a secretária municipal de Segurança Pública e Defesa Social, Samara Trigueiro, a Defesa Civil tem atuado de forma preventiva para amenizar os efeitos de alagamentos decorrentes das chuvas torrenciais e também de forma emergencial, prestando o suporte necessário quando há necessidade de intervenção.

    Dados registrados pelos pluviômetros automáticos da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo (Semurb/Geoma), atualizados até as 6h, apontam que o acumulado médio de precipitação em Natal foi de aproximadamente 66 milímetros entre a noite de terça-feira (12) e o início da manhã.

    A assistente virtual Estela está disponível para registro de chamados por meio do WhatsApp, pelo número (84) 3232-4900, para situações como risco de alagamento, ameaça de deslizamento e outras ocorrências em áreas de vulnerabilidade.

    Contatos de emergência:
    Defesa Civil: 190
    Corpo de Bombeiros: 193
    STTU: 156 (ocorrências de trânsito)

  • Vigilância investiga caso de criança internada após uso de detergente com risco de contaminação

    Menina está internada e, segundo família, foi diagnosticada com infecção bacteriana — Foto: Reprodução

    Uma menina de 10 anos foi internada após apresentar sintomas como coceira, falta de ar e manchas pelo corpo em Natal. A família suspeita que o quadro possa estar relacionado ao uso de um detergente da marca Ypê que faz parte do lote suspenso pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) por risco de contaminação por microorganismos.

    A Secretaria de Saúde do Rio Grande do Norte confirmou que o caso é investigado com suspeita de possível contaminação pela vigilância epidemiológica.

    Segundo os familiares, a criança começou a apresentar os sintomas há cerca de uma semana. O padrinho da menina, Alisson da Silva, contou que ela inicialmente reclamou de coceira e depois passou a ter dificuldade para respirar e até para andar.

    Após a divulgação da suspensão das vendas de produtos do lote terminado em “1” da marca Ypê, a família passou a relacionar o caso ao detergente utilizado em casa. O produto continua guardado com eles.

    “Quarta-feira passada, 8 dias atrás, ela veio apresentando intoxicação. Até a segunda-feira foram cinco entradas no hospital. A gente começou a suspeitar (do detergente) porque ela estava com pequeno corte na mão e teve uso do detergente na quarta-feira. Ou seja, se sai uma publicação que está acontecendo uma coisa que não é normal, já foi avisado pela pela Anvisa que estava com uma bactéria, a minha minha afilhada usa dele e começa a aparecer sintomas, então dá a entender que seja do sabão”, afirmou.

    De acordo com os familiares, a menina chegou a ser atendida em outras unidades de saúde antes de ser internada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Pajuçara, na Zona Norte de Natal, na última segunda-feira (11).

    Ela permaneceu internada na unidade até a tarde desta quarta-feira (13), quando conseguiu transferência para o Hospital Infantil Varela Santiago.

    A mãe da criança informou que o estado de saúde dela é estável e que a menina voltou a conseguir andar. Segundo a família, os médicos apontaram que a paciente apresenta uma infecção bacteriana.

    Enquanto aguardam a recuperação da criança, os familiares também esperam o resultado dos exames para esclarecer o que provocou os sintomas.

    “O apelo que eu faço é que descubram o problema da minha filha. Eu não quero saber se é detergente, seja lá o que for, não quero saber o que foi que aconteceu, da onde veio essa bactéria.”, disse o pai da menina, Lee Clarean da Silva.

    Em nota, a Secretaria Municipal de Saúde de Natal informou que a paciente recebeu todos os procedimentos de acolhimento necessários na UPA de Pajuçara.

    Produto de lote com final 1 está com a família da criança — Foto: Thiago César/Inter TV Cabugi

    A pasta informou ainda que o caso será investigado pelo Departamento de Vigilância em Saúde do município. Segundo o órgão, não há necessidade de recolhimento de amostra do detergente porque o produto já faz parte de um lote classificado pela Anvisa com orientação de risco.

    Ainda de acordo com a secretaria, o resultado dos exames laboratoriais da paciente poderá confirmar ou descartar relação entre os sintomas e o uso do produto.

    A Secretaria de Estado da Saúde Pública do Rio Grande do Norte (Sesap) confirmou a transferência da paciente para o Hospital Infantil Varela Santiago, por meio do sistema de regulação.

    A Sesap informou que acompanha o caso e que a investigação está sendo conduzida pela vigilância epidemiológica.

    Sobre a fiscalização dos produtos suspeitos, a pasta explicou que a responsabilidade em Natal é da Vigilância Sanitária Municipal e, nos demais municípios do estado, da Subcoordenadoria de Vigilância Sanitária (Suvisa). Segundo o órgão estadual, até esta quarta-feira (13) não houve apreensão de produtos do lote citado pela Anvisa no Rio Grande do Norte.

    A avaliação técnica de risco dos produtos foi realizada pela Anvisa em conjunto com o Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS).

    G1 RN

  • URGENTE: Pai de Daniel Vorcaro é preso em operação contra fraudes de R$ 1 bilhão

    Foto: Reprodução

    Henrique Vorcaro, pai do ex-controlador do Banco Master, Daniel Vorcaro, foi preso nesta quinta-feira (14) em Belo Horizonte, durante uma nova fase da Operação Compliance Zero. A ação policial cumpre sete mandados de prisão e integra investigações que apuram supostas irregularidades financeiras envolvendo o grupo investigado.

    A prisão de Henrique Vorcaro ocorreu em mais uma etapa da Operação Compliance Zero, que mira um esquema investigado por órgãos de controle financeiro e investigação, conforme informações de O Globo.

    Segundo os investigadores, o grupo chamado de “A Turma” seria uma estrutura ligada ao ex-controlador do Banco Master, utilizada para suposta prática de intimidação e vigilância contra críticos, autoridades e jornalistas.

    A investigação aponta ainda que outros nomes já haviam sido alvos de fases anteriores da operação, incluindo pessoas ligadas ao núcleo familiar e empresarial do grupo.

    Henrique Vorcaro, segundo o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), teria sido citado em relatórios que indicam movimentações financeiras superiores a R$ 1 bilhão entre 2020 e 2025 por meio da empresa Multipar, com transações relacionadas ao entorno do Banco Master.

    O Coaf aponta que essas movimentações poderiam indicar tentativa de ocultação de patrimônio, segundo relatórios encaminhados às autoridades.

    Até o momento, não há informações adicionais sobre defesa ou posicionamento oficial dos investigados em relação às acusações citadas na operação.

    Blog do BG

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