
Foto: Rodolfo Stuckert
A Polícia Federal prendeu, nesta sexta-feira (2), Filipe Martins, ex-assessor de Assuntos Internacionais do ex-presidente Jair Bolsonaro, em Ponta Grossa (PR). Ele cumpria prisão domiciliar desde o último sábado (27) e foi condenado a 21 anos de prisão por participação na trama golpista.
A prisão preventiva foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes, que apontou descumprimento de medidas cautelares, especialmente a proibição de uso de redes sociais. Para o magistrado, a conduta demonstra “desprezo pelas decisões judiciais e pelo sistema jurídico”.
Defesa nega irregularidades
Em vídeo divulgado após a prisão, o advogado Jeffrey Chiquini negou qualquer descumprimento. Segundo ele, Martins vinha cumprindo as determinações “de forma exemplar” e nunca teria sido advertido pela Justiça. A defesa sustenta que a prisão representa o início do cumprimento da pena e classificou a decisão como perseguição.
