Ano: 2022

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Geral Inscrições para concurso da CGU vão até dia 1º de fevereiro

As inscrições para o concurso da Controladoria-Geral da União (CGU) estão abertas até dia 1º de fevereiro. São 300 vagas para o cargo de Auditor Federal de Finanças e Controle e 75 vagas para Técnico Federal de Finanças e Controle. As remunerações são, respectivamente, R$ 19.197,06 e R$ 7.283,31.

O cargo de Auditor Federal de Finanças e Controle exige nível superior e o de Técnico Federal de Finanças e Controle, o nível médio. As taxas de inscrição são de R$ 80 para nível médio e de R$ 120 para o nível superior.

O concurso, que será realizado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), terá provas objetivas e discursivas, que devem ocorrer no dia 20 de março. Para o cargo de Técnico Federal de Finanças e Controle, a prova será em um turno, das 8 h às 12h30, quando serão aplicadas as provas objetivas e discursivas.

Para o cargo de auditor, serão dois turnos, das 8 h às 12h30, quando ocorrem a prova objetiva de conhecimentos básicos e a discursiva, e das 15 h às 19 h, quando serão aplicadas as objetivas de conhecimentos específicos e de conhecimentos especializados.

A aplicação das provas ocorre nas seguintes cidades: Brasília (DF), Porto Alegre (RS), Recife (PE), São Paulo (SP), Rio Branco (AC), Manaus (AM), Macapá (AP), Belém (PA), Porto Velho (RO), Boa Vista (RR) e Palmas (TO). O candidato em que o candidato fará a prova será escolhida no momento da inscrição.

Com informações da Agência Brasil

Micro e pequenas empresas criaram 71% dos empregos gerados durante a pandemia

crédito: Kleber Sales/CB/D.A Press

Após dois anos de dificuldades com a crise econômica causada pela pandemia da covid-19, os empreendedores do país começam 2022 com incertezas. Em um ano de eleições presidenciais, com perspectivas de desaceleração na economia em meio à instabilidade política, os impactos negativos aos donos de negócios podem ser grandes. Mas muitos arregaçam as mangas em busca do sucesso.

“No primeiro período da pandemia, o impacto foi muito forte para aqueles que dependiam de atividades presenciais. Houve uma certa demora para que medidas de auxílio fossem estruturadas, sobretudo o acesso a linhas especiais de crédito”, explica o gerente de Atendimento Personalizado do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) no Distrito Federal, Ricardo Gomes. A alta nas taxas de juros e o menor poder aquisitivo devido à inflação criaram um quadro adverso para esses negócios, explica o especialista. “É fundamental que os governos voltem a pensar em novas medidas de socorro”, apela.

Gomes esclarece que, com a diminuição das restrições sanitárias, as micro e pequenas empresas voltaram a contratar e o segmento gerou mais emprego do que fechou. Um levantamento do Sebrae aponta que, entre julho de 2020 e julho de 2021, os pequenos negócios criaram 2.094.812 vagas com carteira assinada, o que representa 71,8% dos postos abertos no país durante esse período. Dados que são comemorados pelo ministro da Economia, Paulo Guedes.

Bruno Barboza, 40 anos, é um dos brasileiros que decidiu investir no próprio negócio em plena pandemia. Com experiência na cozinha, o chef abriu a Zuri Sandwich Shop no fim do ano passado. O restaurante fica no bairro de Águas Claras, em Brasília. De dia, vende almoço caseiro e, a partir das 17h, começa a servir sanduíches, a especialidade da casa. “O nosso foco são sanduíches diferentes, de pastrami, peixe, peito bovino”, enumera o chef.

O empresário conta que sempre teve de trabalhar com sanduíche e começou a procura de um estabelecimento até encontrar uma boa oportunidade. “Já estávamos procurando um local para fazer uma reforma e transformar em restaurante. Nessa procura, achei uma casa praticamente pronta, só tivemos que pintar, deixando com nossa cara, nossas cores”, afirma.

Um mês depois da abertura do restaurante, Bruno reconhece que o começo é sempre difícil e, mesmo se tratando de um negócio no ramo alimentício, ele conta que apenas uma boa comida não garante o sucesso financeiro.

“Não adianta só ter um bom produto. É preciso se preocupar com muita coisa para fazer o negócio deslanchar, principalmente o marketing, tem que se fazer conhecer. Abrimos o negócio e estamos com pouco tempo para virar, porque querendo ou não, vai consumindo financeiramente, e temos que fazer acontecer agora”, argumenta.

Para conquistar o público, o chef planeja uma ação de marketing pelo pelo bairro e pretende começar o delivery no próximo mês. “O bom é que nós ‘nascemos’ durante a pandemia e não tivemos que nos adaptar a essa realidade de delivery nos restaurantes. Sei que vamos ter sucesso a partir do momento que as pessoas conhecerem a Zuri de verdade”, destaca.

A comunicadora Giuliana Abade, 23, também começou o próprio negócio durante a pandemia e montou uma agência de comunicação em sociedade com uma colega: a Toppo Estratégias. “Percebi que muitas pessoas não tinham os recursos e o aprendizado necessário para se adaptar para o digital e que, com a comunicação, eu poderia fazer muito mais por esses microempreendedores, por empresas que estavam tendo dificuldade”, conta.

Graduada pela Universidade de Brasília (UnB), a jovem relata que a vontade de empreender não existia até seu ingresso na faculdade e no Movimento Empresa Júnior (MEJ), no qual ficou por cerca de três anos. “Eu achava que era uma coisa muito difícil, que não era para mim”, conta. “Cada vez mais, fui entendendo que eu gostava disso, que eu gostava dessa área do empreendedorismo, da comunicação. E aí começou essa vontade de abrir algo próprio quando eu saísse da faculdade”, complementa.

A jovem, então, se uniu a uma colega para tocar projetos como freelancer, e as duas acabaram descobrindo que formavam uma boa dupla. “Eu já sabia que eu queria abrir [um negócio] há muito tempo, só que não sabia como, nem quando, nem o quê, só sabia que eu gostaria de trabalhar para mim, fazendo algo que eu acredite, porque eu gosto muito de participar de todo o processo, desde a criação até a execução das coisas”, acrescenta.

Assim que se formou, ela começou a trabalhar em uma empresa grande com o objetivo de juntar dinheiro para abrir a própria. “A ideia era eu ficar com esse emprego fixo durante a jornada de trabalho normal, e, à noite ou nos intervalos, eu fazia as coisas da agência que eu estava fundando”, explica. Depois de cinco meses, porém, a comunicadora se demitiu e passou a focar apenas em seu negócio. “Eu tive um retorno financeiro muito bom na empresa que trabalhava, mas não era algo que eu acreditava, e comecei a ter uma relação muito ruim com o trabalho por conta disso”, desabafa.

Com informações do Correio Braziliense

Viaturas da PM são apedrejadas por “torcedores” no Frasqueirão

Ato de vandalismo foi na tarde deste domingo. Foto: Reprodução José Aldenir/Agora RN

Mais um ato de vandalismo foi registrado neste domingo 23, antes do clássico-rei no Frasqueirão, em Natal. “Torcedores” apedrejaram duas viaturas da Polícia Militar já nas proximidades do estádio por volta das 16h, pouco antes do início da parte entre ABC e América.

Uma viatura teve o vidro traseiro danificado. Algumas pessoas jogaram pedras e garrafas na equipe policial, que respondeu com balas de borracha e bombas de efeito moral. Antes disso, a PM prendeu quatro torcedores envolvidos em uma confusão na BR-101, próximo ao Pórtico de Natal. As “torcidas” provocaram brigas na BR-101, na altura do Assaí Atacado, e motoristas precisaram invadir a contramão para escapar da confusão. As imagens foram registradas por moradores de condomínios às margens da rodovia, que relataram ter ouvido os barulhos de explosões.

Um homem foi espancado durante a confusão e uma bala atingiu a janela de um apartamento. O grupo detido estava com entorpecentes e vários materiais ilícitos utilizados durante a briga. A Polícia Militar, aliás, reforçou o policiamento para o jogo entre ABC e América neste domingo, às 16h.

O efetivo conta com cerca de 115 policiais extras do BPChoque, Rocam, Cavalaria e demais agentes, que estarão envolvidos na operação e espalhados pelos principais corredores de acesso ao Estádio Frasqueirão.

Com informações do Agora RN

 

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Bolsonaro visita o RN em fevereiro para inaugurar obra do São Francisco: “Dia 9 lá estarei”

Águas do rio São Francisco devem chegar ao Rio Grande do Norte em fevereiro. Foto: ALAN SANTOS /PR

O presidente Jair Bolsonaro (PL) confirmou que vai participar do evento que marca a chegada das águas da transposição do rio São Francisco ao Rio Grande do Norte, em 9 de fevereiro. A barragem de Boa Vista, localizada em São José de Piranhas, na Paraíba, teve as comportas abertas para liberação da água na última sexta-feira 21.

“No próximo dia 9 de fevereiro lá estarei. Obrigado, meu Nordeste”, escreveu Bolsonaro em uma postagem que acompanha um vídeo do ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho. Ele vai acompanhar o presidente no evento.

Com a abertura das comportas em Boa Vista, a Barragem de Caiçara, também na Paraíba, deverá ter seu enchimento completo até segunda-feira 24, liberando água para a Barragem Engenheiro Avidos, em Cajazeiras (PB), que atenderá 61,4 mil pessoas. Na sequência, as águas do Velho Chico seguirão para o Rio Grande do Norte, com previsão de chegada no mês de fevereiro.

A estrutura da barragem Boa Vista é a maior do gênero de toda a transposição, com capacidade de armazenamento de 260 milhões de metros cúbicos. Foram investidos R$ 270 milhões na obra, que tem 900 metros de extensão e faz parte do Eixo Norte do Projeto de Integração do Rio São Francisco.

Lançado em 2007 no governo do ex-presidente Lula, o último trecho de canal do Projeto São Francisco, entre os reservatórios Caiçara e Engenheiro Avidos, foi inaugurado em outubro de 2021, em evento com a presença do presidente Jair Bolsonaro.

Com informações do Agora RN

Com aumento de internações por Covid, RN chega a 60% de ocupação das UTIs e passa de 1 mil pessoas que morreram à espera de vaga

Ambulância SUS Natal RN — Foto: Sérgio Henrique Santos/Inter TV Cabugi

Com o aumento de casos diários de Covid, a taxa de internação pela doença também aumentou no Rio Grande do Norte. De acordo com o Regula RN, o estado já chega a 63% de ocupação das UTIs públicas, marca que não era atingida desde julho de 2021. A Região Metropolitana já está próxima dos 70% de ocupação (68% atualmente).

Diante do crescimento, o Rio Grande do Norte chegou também na sexta-feira (21) à marca de 1.002 pessoas que morreram aguardando um leito de UTI desde o início da pandemia

Entre os meses de julho e dezembro houve uma queda no número de pacientes que morreram sem conseguir atendimento em uma UTI, diante do avanço da vacinação, que permitiu menos casos graves da Covid.

Mas janeiro já registra 48 mortes nessa situação até o dia 22. Neste domingo, segundo o Regula RN, há 23 pessoas na fila para 30 leitos disponíveis.

Quatro dos hospitais públicos estão com os leitos de UTI completamente lotados, incluindo o Giselda Trigueiro, e 12 deles estão com pelo menos 60% de ocupação.

De acordo com a plataforma, há atualmente 79 pacientes em leitos críticos de UTI na rede pública.

Apesar do aumento da taxa de ocupação, o número de leitos disponíveis para a Covid é menor do que nos picos das duas primeiras ondas da doença, sobretudo na segunda, quando o estado chegou a ter até 411 leitos de UTI disponíveis para a Covid, em junho de 2021.

A partir de julho do ano passado, com a queda nos índices da pandemia, somados ao aumento da vacinação, o estado passou a reverter leitos de UTI Covid para UTI geral. Atualmente, segundo o Regula RN, há cerca de 120 leitos de UTI operacionais (não-bloqueados).

Situação da pandemia
Desde quarta-feira (19), a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) está notificando mais de 1 mil casos de Covid por dia no estado.

Quarta (19): 1.307 novos casos notificados
Quinta (20): 1.112 novos casos notificados
Sexta (21): 1.070 novos casos notificados
Sábado (22): 1.543 novos casos notificados
O aumento de casos acontece justamente após a chegada da variante ômicron, em dezembro, ao estado. Ela é considerada pelos especialistas como uma variante de maior contágio.

A procura por testes e exames têm crescido nas últimas semanas em cidades como a capital Natal. Um dos Centros de Enfrentamento à Gripe, da prefeitura, precisou fechar as portas mais cedo na terça-feira (18) devido à alta demanda.

Diante do cenário, o estado decidiu passar a cobrar o passaporte vacinal para acesso a estabelecimentos fechados e também aos abertos que tenham mais de 100 pessoas.

Os laboratórios particulares da capital potiguar registram aumento de até 400% na quantidade de exames realizado em janeiro no comparativo com dezembro do ano passado. Desde o fim de dezembro, hospitais privados também têm sofrido com o crescimento nos atendimentos.

Vacinação
O Rio Grande do Norte começou a vacinar as crianças entre 5 e 11 anos de idade contra a Covid no sábado (15). Um menino de 9 anos foi a primeira criança imunizada no estado. A capital Natal começou a vacinar na terça-feira (18) as crianças.

Com informações do  G1 RN