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STF valida a Lei de Igualdade Salarial entre homens e mulheres por unanimidade hoje (14)

Computador Supremo Tribunal Federal (STF) validou hoje (13), por unanimidade, a Lei de Igualdade Salarial entre homens e mulheres. Os ministros Flávio Dino, Cristiano Zanin, Nunes Marques e André Mendonça acompanharam o voto do relator, Alexandre de Moraes, favorável à constitucionalidade da norma.
“A decisão do STF representa uma vitória para as mulheres brasileiras e para a construção de um mercado de trabalho mais justo e igualitário. A regulamentação da Lei da Igualdade Salarial fortalece mecanismos de transparência e de enfrentamento às desigualdades remuneratórias que ainda atingem a todas as mulheres que trabalham nesse país, especialmente mulheres pretas, pardas, indígenas, LBTQIA+, mulheres que sofrem violência e que são provedoras de suas famílias, que são os públicos mais discriminados. A decisão unânime reafirma que igualdade salarial não é apenas um princípio constitucional, que ela precisa se concretizar na vida das trabalhadoras brasileiras”, defendeu o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho.
A Lei determina a divulgação semestral de relatórios de transparência salarial por empresas com 100 empregados ou mais empregados. Além de sanções para as empresas que não cumprirem a determinação e discriminarem os trabalhadores por motivo de sexo, raça, etnia, origem ou idade.
Relator do caso, Moraes afirmou que a desigualdade salarial entre homens e mulheres representa um “flagrante discriminação de gênero” ainda presente no mercado de trabalho brasileiro. “Homens recebem muito mais pelo exercício exatamente das mesmas funções, não por serem mais competentes ou melhores profissionais, mas simplesmente por serem homens. É uma questão claramente de discriminação de gênero”, defendeu o Morares.
Ao acompanhar o relator, o ministro Flávio Dino afirmou que a Corte precisa evitar que a norma se transforme em mais uma lei sem efetividade prática. “No que se refere a essa importantíssima lei, precisamos fortalecer a segurança jurídica e, por consequência, sua ampla aceitação social”, afirmou.
O julgamento foi iniciado nesta quarta-feira, quando o plenário ouviu as sustentações orais das partes envolvidas nos processos. A análise da constitucionalidade da norma foi retomada nesta quinta com a apresentação dos votos dos ministros.
Sobre a Lei
A Lei nº 14.611, sancionada em 3 de julho de 2023, reforça a igualdade salarial e de critérios remuneratórios entre homens e mulheres, alterando o artigo 461 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Empresas com 100 ou mais empregados devem adotar medidas para garantir essa igualdade, incluindo a promoção da transparência salarial, a fiscalização contra a discriminação, o estabelecimento de canais de denúncia, a implementação de programas de diversidade e inclusão, e o apoio à capacitação de mulheres. A lei é uma iniciativa do governo federal, conduzida pelo Ministério do Trabalho e Emprego e pelo Ministério das Mulheres.
Anvisa deve decidir nesta sexta (15) se mantém suspensão de produtos da Ypê
A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) deve analisar nesta sexta-feira (13) o recurso apresentado pela Química Amparo, fabricante dos produtos da marca Ypê, contra a decisão da própria agência que suspendeu a fabricação e determinou o recolhimento de lotes de detergente lava-louças, sabão líquido para roupas e desinfetante.
A análise deve começar por volta das 9h30, na sede da Anvisa em Brasília.
⚖️ ENTENDA: A Diretoria Colegiada da Anvisa é a instância máxima de decisão da agência reguladora. Os diretores votam temas como registro de medicamentos, vacinas e normas sanitárias. As deliberações ocorrem em reuniões oficiais do órgão.
A medida contestada pela empresa é a Resolução 1.834/2026, publicada em 5 de maio, que atingiu todos os lotes desses três produtos com numeração final 1.
A decisão foi tomada a partir de uma avaliação técnica de risco sanitário conduzida pela Anvisa em articulação com o Sistema Nacional de Vigilância Sanitária, após inspeção conjunta com o Centro de Vigilância Sanitária de São Paulo e a Vigilância Sanitária de Amparo, no interior paulista, onde fica a unidade da Química Amparo.
Durante a inspeção, segundo a Anvisa, foram constatados descumprimentos relevantes em etapas críticas do processo produtivo, incluindo falhas nos sistemas de garantia da qualidade, produção e controle de qualidade.
Os problemas identificados comprometem o atendimento aos requisitos das chamadas Boas Práticas de Fabricação de saneantes e indicam risco à segurança sanitária dos produtos, com possibilidade de contaminação microbiológica — a presença indesejada de microrganismos que podem causar doenças, como a Pseudomonas aeruginosa, bactéria que foi identificada em mais de 100 lotes de produtos acabados da marca.
📝ENTENDA: As Boas Práticas de Fabricação (BPF) da Anvisa são um conjunto de normas, princípios e procedimentos técnicos obrigatórios que garantem a segurança, qualidade e eficácia de produtos como medicamentos, alimentos, cosméticos e saneantes.
Após a publicação da resolução, a empresa apresentou recurso administrativo com pedido de efeito suspensivo, o que paralisa as obrigações impostas pela Anvisa até que a Diretoria Colegiada delibere sobre o caso.
Em nota divulgada no dia 8 de maio, a agência informou que mantém a avaliação técnica de risco e orientou os consumidores a NÃO utilizarem os produtos atingidos pela medida, mesmo durante o período em que o recolhimento está suspenso.
A responsabilidade de orientar a população sobre troca, devolução ou ressarcimento, segundo a Anvisa, é da própria empresa, por meio do Serviço de Atendimento ao Consumidor, que vem apresentando problemas.

Imagens mostram inspeção sanitária realizada na fábrica da Ypê — Foto: Reprodução/TV Globo
Entenda riscos
A determinação da Anvisa levantou uma série de dúvidas entre consumidores que usaram os produtos nos últimos meses.
As principais perguntas giram em torno do risco para a saúde, da necessidade de procurar um atendimento médico e do que fazer com utensílios domésticos que tiveram contato com os itens recolhidos, como a esponja da pia.
Mas para entender o tamanho do risco, é preciso conhecer primeiro a bactéria associada ao caso.
A Pseudomonas aeruginosa foi identificada pela própria fabricante em lotes de lava-roupas em novembro de 2025. Ela é um microrganismo comum no ambiente, encontrado em água, solo e superfícies úmidas.
Contudo, para a maioria das pessoas, o risco é considerado BAIXO, segundo especialistas ouvidos pelo.
Em nota na segunda (11) a Ypê também afirmou que as imagens da inspeção sanitária realizada em sua fábrica de Amparo (SP) e divulgadas no último domingo (10) pelo Fantástico retratam locais que não têm contato com os produtos comercializados pela empresa.
A fabricante também sustentou que a inspeção da Anvisa “não encontrou contaminação” em seus itens.
A inspeção, realizada no fim de abril em conjunto com o Centro de Vigilância Sanitária (CVS) de São Paulo, identificou o que a Anvisa classificou como “descumprimentos relevantes em etapas críticas do processo produtivo”, incluindo falhas nos sistemas de garantia da qualidade, produção e controle de qualidade.
O relatório aponta sinais de corrosão em equipamentos usados na fabricação de detergentes e lava-roupas líquidos, problemas no estado de conservação do tanque de manipulação de produtos para lavar louças e o registro de restos de produtos armazenados e devolvidos às linhas de envase.
Segundo a Ypê, as áreas mostradas nas fotos integram um “plano robusto de melhorias” em curso na unidade.
Entenda mais abaixo.

Prédio da Anvisa em Brasília — Foto: Adriano Machado/Reuters
Quem corre mais risco?
Segundo os especialistas, a maior preocupação é com pessoas que têm alguma condição que reduza as defesas do organismo ou facilite a entrada de microorganismos.
“Para a população em geral, é pouco provável [que o contato com a bactéria cause uma infecção]. O risco aumenta quando há alguma porta de entrada, como uma lesão de pele mais grave ou uma cicatriz cirúrgica”, afirma Alberto Chebabo, presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia.
A infectologista Thaís Guimarães, presidente da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar do Instituto Central do Hospital das Clínicas da FMUSP, também afirma que o simples contato com a pele íntegra, na maior parte das vezes, NÃO costuma causar doença.
“O risco aumenta principalmente quando há contato com olhos, mucosas, feridas, queimaduras ou dermatites, ou em pessoas imunossuprimidas”, explica.
Entram nesse grupo os chamados pacientes imunossuprimidos, pessoas em tratamento contra câncer, transplantados, pacientes que usam medicamentos imunossupressores, pessoas com feridas, queimaduras, dermatites ou lesões de pele.
Bebês pequenos e idosos mais fragilizados também merecem atenção maior.
Chebabo explica que a bactéria pode causar diferentes tipos de infecção, mas o risco aumenta principalmente quando a pessoa já tem uma condição de saúde que a torna mais vulnerável.
“No caso das pessoas imunossuprimidas, isso realmente aumenta o risco de infecção, porque são pessoas muito mais frágeis”, afirma.
Segundo ele, a exposição tende a ocorrer mais por contato com a pele ou com objetos que tiveram contato com os produtos, como roupas, pratos, talheres e utensílios de cozinha.
O risco por inalação é considerado menos provável.

Produtos Ypê recolhidos de supermercado — Foto: Reprodução/EPTV
Quem usou o produto precisa procurar um médico?
De forma geral, NÃO.
Quem usou um produto do lote afetado, mas não apresentou sintomas, não precisa procurar atendimento médico apenas por causa do uso.
A orientação dos especialistas é interromper o uso do produto, seguir as instruções de recolhimento e observar se aparece algum sinal de irritação ou infecção.
“Quando a pessoa utiliza o produto, a princípio só tem que observar o aparecimento de sinais e sintomas que possam justificar um quadro infeccioso. Não precisa buscar o médico só porque usou o produto”, diz Chebabo.
Procure atendimento se houver:
- Irritação importante na pele, vermelhidão persistente, dor, secreção ou lesões;
- Coceira intensa, piora de dermatite ou sinais de infecção em feridas;
- Irritação nos olhos, conjuntivite, dor, secreção ou alteração visual;
- Febre ou mal-estar após contato com o produto;
- Qualquer sinal de infecção em pessoas imunossuprimidas, transplantadas ou em tratamento contra câncer.
Em caso de contato com olhos, boca, feridas ou mucosas, a recomendação é lavar o local imediatamente com água abundante e observar se há ardência persistente, vermelhidão, secreção, dor, inchaço ou alteração visual.
Se os sintomas persistirem ou piorarem, a pessoa deve procurar avaliação médica.

Pseudomonas aeruginosa com pigmento fluorescente em luz UV — Foto: BiotechMichael/Divulgação
E roupas, toalhas e itens de bebê?
Produtos como lava-roupas e detergentes levantaram outra dúvida: há risco maior quando o item foi usado em roupas íntimas, toalhas, roupas de cama ou peças de bebê?
Segundo Thaís Guimarães, esses itens merecem atenção porque ficam em contato mais próximo e prolongado com a pele e, em alguns casos, com mucosas.
Isso vale especialmente para bebês, pessoas com dermatite, feridas, imunossupressão ou pele mais sensível.
Ainda assim, para a maioria das pessoas saudáveis, o risco continua sendo considerado baixo quando não há sintomas ou fatores de risco importantes.
Na prática, especialistas recomendam atenção maior a roupas íntimas, toalhas e peças usadas por pessoas vulneráveis.
Caso haja dúvida, uma medida simples é lavar novamente essas peças com outro produto, especialmente se forem de bebês, idosos fragilizados ou pessoas imunossuprimidas.

Especialistas recomendam atenção maior a roupas íntimas, toalhas e peças usadas por pessoas vulneráveis. — Foto: Divulgação
Precisa trocar a esponja da pia?
Outra pergunta frequente é se a pessoa que usou detergente de lote final 1 precisa trocar a esponja da pia.
Para Chebabo, o ideal é descartar a esponja se ela foi usada junto com um dos produtos recolhidos.
“É importante que haja troca da esponja se ela foi utilizada junto com um desses produtos, porque a bactéria pode ficar ali e se manter mesmo depois da troca do detergente”, afirma.
Segundo ele, a orientação mais segura é trocar o produto e usar uma esponja nova

Pano de prato, esponja e paninho de pia concentram fungos e bactérias se não forem higienizados; — Foto: Patrícia Teixeira/g1
O que diz a Ypê
Na última quinta, a Ypê manifestou “indignação com a decisão“, classificou a medida como “arbitrária e desproporcional” e recorreu da decisão.
Segundo a empresa, com a apresentação do recurso, a proibição de fabricar e comercializar produtos das categorias lava-louças, lava-louças concentrado, lava-roupas líquido e desinfetantes teve seus efeitos automaticamente suspensos até novo pronunciamento da Anvisa.
A fabricante diz que baseia esse entendimento no artigo 17 da RDC 266/2019 da própria agência.
“Ainda que a interposição do recurso tenha resultado na suspensão dos efeitos da medida anterior, a Ypê reforça que a segurança dos seus consumidores é — e sempre será — sua maior prioridade”, afirmou a empresa em nota.
O recurso da Ypê deverá ser julgado nos próximos dias pela Diretoria Colegiada da Anvisa.
O que é a bactéria encontrada em novembro
A Pseudomonas aeruginosa é um microrganismo comum no ambiente. Está presente no ar, na água, no solo e pode ser encontrada inclusive na pele de pessoas saudáveis.
Ela é classificada na literatura médica como uma bactéria oportunista: raramente causa infecção em pessoas saudáveis, mas pode provocar ou agravar quadros infecciosos em pessoas com o sistema imunológico comprometido.
De acordo com o Manual MSD, referência em informações médicas, “essas bactérias são favorecidas por áreas úmidas, como lavatórios, sanitários, banheiras de hidromassagem e piscinas com cloro inadequado, e soluções antissépticas vencidas ou inativadas. Às vezes, essas bactérias estão presentes nas axilas e na área genital de pessoas saudáveis”.
As infecções por Pseudomonas aeruginosa variam de infecções externas pequenas a distúrbios sérios com risco de morte, segundo a MSD.

Fábrica da Ypê em Amparo (SP) — Foto: Ypê/Divulgação
Quem são os imunossuprimidos
São pessoas cujo sistema de defesa do organismo está enfraquecido, seja por doenças ou por tratamentos. Entram nesse grupo, por exemplo:
- Pacientes em tratamento contra o câncer (quimioterapia, radioterapia)
- Pessoas transplantadas que usam imunossupressores
- Pessoas com HIV/aids sem controle adequado
- Pacientes em uso prolongado de corticoides ou outros imunossupressores
- Pessoas com doenças autoimunes em tratamento
Nesses casos, microrganismos que normalmente não causariam problema podem representar um risco maior.
De acordo com a MSD, as infecções ocorrem com mais frequência e tendem a ser mais severas em pessoas que:
- Estão enfraquecidas (debilitadas) por certos distúrbios graves
- Têm diabetes ou fibrose cística
- Estão hospitalizadas
- Têm um distúrbio que enfraquece o sistema imunológico, como infecção avançada pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV)
- Tomam medicamentos para suprimir o sistema imunológico, como aqueles usados para tratar câncer ou para evitar a rejeição de um órgão transplantado

Anvisa determinou suspensão da fabricação e recolhimento de produtos da marca Ypê — Foto: Divulgação
O que diz a empresa sobre os riscos
Em um comunicado divulgado em novembro, a fabricante afirmou que:
- O uso normal do produto, diluído na água da máquina de lavar, reduz drasticamente qualquer carga bacteriana
- Não há registro na literatura médica de infecção causada por roupas lavadas com detergentes domésticos, mesmo em cenários de contaminação
- A bactéria não se volatiliza, não é transportada por fragrâncias e não oferece risco por inalação
- O maior cuidado deve ser evitar contato direto e prolongado do produto concentrado com a pele, especialmente em pessoas imunossuprimidas com feridas abertas
A orientação é lavar as mãos após o manuseio e garantir que as roupas estejam bem enxaguadas e secas antes do uso.
Fonte: G1
João Maia participa de encerramento em clima de vitória nas ruas de Ouro Branco

O deputado federal e presidente estadual do Progressistas, João Maia, participou na noite desta quinta-feira, 14 de maio, da grande Passeata da Vitória, encerramento da campanha de Amariudo Santos (PP) e Dr. Araújo (PP), candidatos a prefeito e vice-prefeito nas eleições suplementares de Ouro Branco, na região Seridó do Rio Grande do Norte. A mobilização reuniu uma multidão pelas ruas da cidade e marcou o fechamento da campanha com uma grande demonstração de apoio popular ao projeto político que defende a continuidade do trabalho iniciado pelo ex-prefeito Samuel Couto.
Durante a caminhada e o comício, João Maia reafirmou seu compromisso com Ouro Branco e destacou a importância da união política para garantir que o município continue avançando. Ao lado de Amariudo Santos, Dr. Araújo, Samuel Couto, lideranças políticas, vereadores e apoiadores, o parlamentar foi recebido com entusiasmo pela população que participou da mobilização. “É uma alegria muito grande estar em Ouro Branco, uma cidade pela qual sempre trabalhamos com dedicação e compromisso. Tenho orgulho de ser parceiro deste município e de contribuir com ações e investimentos que ajudam a transformar a vida das pessoas”, destacou João Maia.
A Passeata da Vitória encerrou a campanha em clima de confiança e esperança, consolidando o sentimento de continuidade de um projeto administrativo reconhecido pela população de Ouro Branco. A forte participação popular nas ruas reforçou o apoio às candidaturas de Amariudo Santos e Dr. Araújo neste momento decisivo das eleições suplementares no município.

Detran/RN promove leilão na próxima quinta (21) com lances já disponíveis

O Departamento Estadual de Trânsito do Rio Grande do Norte (Detran/RN) informa que já estão abertos os lances para o leilão de veículos e sucatas que será realizado na próxima quinta-feira (21), a partir das 10h, na modalidade exclusivamente online. O leilão acontece por meio do site oficial da Lance Certo (www.lancecertoleiloes.com.br) e reúne veículos e ciclomotores apreendidos e abandonados, recolhidos há mais de 60 dias e não retirados pelos proprietários.
O edital contempla 75 lotes, sendo 33 de veículos recuperáveis e 42 de sucatas distribuídos em pátios credenciados localizados nos municípios de Caicó, Mossoró e São Gonçalo do Amarante. Os interessados em participar devem realizar cadastro prévio no site da leiloeira oficial com antecedência mínima de 72 horas antes da realização do leilão.
Poderão participar pessoas físicas maiores de 18 anos ou emancipadas e pessoas jurídicas regularmente constituídas. Já os lotes classificados como sucata são destinados exclusivamente a empresas de desmontagem credenciadas junto aos órgãos executivos de trânsito, conforme determina a legislação vigente.
Os interessados poderão realizar visitação presencial aos lotes nos dias 19 e 20 deste mês, das 8h às 16h. Os veículos poderão ser vistoriados nos pátios localizados na RN-288, Km 1.1, Zona Rural de Caicó (lotes 1 ao 13); Avenida Centenária, nº 1000, bairro Aeroporto I, em Mossoró (18 ao 28); e Avenida Ruy Pereira dos Santos, nº 2565, bairro Olho D’Água, em São Gonçalo do Amarante (a partir do lote 29).
Durante a visitação será permitida apenas a avaliação visual dos lotes, sendo vedados manuseio, retirada de peças, testes de funcionamento e registros de fotos ou vídeos.
O Detran/RN reforça ainda que os proprietários de veículos recolhidos há mais de 60 dias podem regularizar a situação e solicitar a retirada do bem antes da realização do leilão, mediante atendimento na Comissão de Leilão do órgão, na sede do Detran/RN, em Natal, através de agendamento prévio no Portal de Serviços.
O edital completo e a relação dos lotes podem ser consultados no site www.lancecertoleiloes.com.br.
Três açudes do RN atingiram capacidade máxima nesta semana
Os açudes Apanha Peixe, em Caraúbas, Sossego, em Rodolfo Fernandes, e Corredor, em Antônio Martins, atingiram 100% da capacidade e começaram a sangrar nesta semana.
Com as recentes chuvas, as reservas hídricas do Rio Grande do Norte chegaram a 52,34% da capacidade total, segundo relatório divulgado nesta quinta-feira (14) pelo Instituto de Gestão das Águas do Rio Grande do Norte.
Os 69 reservatórios monitorados acumulam atualmente 2,77 bilhões de metros cúbicos de água, de uma capacidade total de 5,29 bilhões. Na última segunda-feira (11), o índice era de 50,91%. Ao todo, 36 reservatórios registraram aumento no volume de água nos últimos dias.
O açude Apanha Peixe, com capacidade para 10 milhões de metros cúbicos, completou o volume máximo nesta quinta-feira. O açude Sossego, com capacidade para 2,35 milhões de metros cúbicos, saiu de 95,99% para 100% e também começou a verter. Já o açude Corredor recebeu mais de 41% de recarga desde segunda-feira e atingiu a capacidade total de 4,64 milhões de metros cúbicos.
Outro destaque foi o açude Rodeador, em Umarizal, que passou de 64,66% para 83,33% da capacidade, acumulando mais de 17,8 milhões de metros cúbicos.
Atualmente, 19 reservatórios estão com 100% da capacidade. São eles: Campo Grande, em São Paulo do Potengi; os açudes públicos de Marcelino, Riacho da Cruz e Encanto; Passagem, Sossego e Riachão, em Rodolfo Fernandes; Beldroega, em Paraú; Corredor, em Antônio Martins; Apanha Peixe, em Caraúbas; Curraes, em Patu; Arapuã, em José da Penha; Tesoura, em Francisco Dantas; Inspetoria, em Umarizal; Dinamarca, em Serra Negra do Norte; e as lagoas do Jiqui, Pium, Extremoz e Boqueirão.
Líderes partidários defendem reforço na segurança e obras de infraestrutura no RN

Sede da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte – Foto: Eduardo Maia / ALRN Os deputados estaduais Luiz Eduardo (PL) e Eudiane Macedo (PV) utilizaram o horário destinado aos líderes durante a sessão ordinária desta quinta-feira (14), na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, para apresentar demandas relacionadas à segurança pública, saúde e infraestrutura em municípios potiguares.
O deputado Luiz Eduardo chamou atenção para a necessidade de reforço no esquema de segurança durante o Mossoró Cidade Junina, especialmente no evento “Pingo da Mei Dia”, considerado um dos maiores do calendário cultural do Estado. O parlamentar destacou a importância econômica e turística da festa e defendeu maior presença policial diante do cenário de violência enfrentado por Mossoró. “É importante que o Governo do Estado tenha um olhar especial para o Mossoró Cidade Junina, fortalecendo a segurança para garantir tranquilidade à população, aos turistas, aos ambulantes e ao comércio local”, afirmou.
Ainda durante o pronunciamento, Luiz Eduardo cobrou melhorias no abastecimento de medicamentos da Unicat, relatando dificuldades enfrentadas pela população que busca tratamentos contínuos. O deputado também defendeu a convocação dos concursados das polícias Civil e Militar para reforçar o efetivo da segurança pública no Rio Grande do Norte.
Já a deputada Eudiane Macedo solicitou ao Governo do Estado e à Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern) a relocação da tubulação instalada na passarela sobre o Rio Potengi, no município de São Paulo do Potengi. Segundo a parlamentar, a presença da tubulação impede a realização de obras de recuperação e manutenção da estrutura, utilizada diariamente por moradores da cidade. “Não podemos esperar que uma tragédia aconteça para que as providências sejam tomadas. A população precisa de segurança e a recuperação da passarela depende dessa intervenção da Caern”, destacou.
Eudiane também solicitou a conclusão da extensão da rede de abastecimento de água na comunidade Curicaca, medida que deverá beneficiar dezenas de famílias da região. Durante o discurso, a deputada desejou êxito à nova diretora-presidente da Caern, Nádia Belarmino, reforçando a expectativa de avanços nas demandas da população potiguar.



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