RN Acolhe: governadora sanciona lei para pagamento de benefício a órfãos da covid-19
A governadora Fátima Bezerra sanciona nesta terça-feira (4) a Lei Nº 11.048, que institui o “Programa Estadual de Proteção às Crianças e aos Adolescentes Órfãos de Vítimas da Covid-19, o RN Acolhe. A solenidade para assinatura será às 11h30, no auditório da Governadoria, em Natal.
A iniciativa vai oferecer proteção social, com benefício de R$ 500, a ser pago mensalmente, até o alcance da maioridade civil do beneficiário. O objetivo é contribuir para a garantia do direito à vida e à saúde, bem como para o acesso a alimentação, educação e lazer das crianças e adolescentes órfãos da covid.
Mbappé marca três gols e PSG avança às oitavas da Copa da França
Time de Paris não contou com Neymar e Messi/ Foto: Reprodução Stephane Mahe O atual campeão PSG avançou com facilidade para as oitavas de final da Copa da França, nesta segunda-feira (3), quando Kylian Mbappé marcou três gols no segundo tempo após Presnel Kimpembe abrir o placar, garantindo à equipe uma vitória por 4 a 0 sobre o Vannes, da quarta divisão.
Com a ausência de vários titulares, incluindo o brasileiro Neymar, lesionado, e Lionel Messi, que testou positivo para o novo coronavírus (covid-19), o técnico do PSG, Mauricio Pochettino, escalou uma equipe improvisada que dominou o jogo, embora tenha atuado em ritmo lento durante grande parte da disputa.
O goleiro do time da casa Clement Petrel evitou gols de Ander Herrera e Georginio Wijnaldum com boas defesas, antes de o zagueiro Kimpembe abrir o placar para os visitantes com um cabeceio à queima-roupa, aos 28 minutos.
Mbappé, que teve atuação discreta no primeiro tempo, dobrou a vantagem aos 14 do segundo tempo, depois de escapar de seus marcadores, e ampliou aos 26 ao completar boa jogada de Xavi Simons, de 18 anos.
Mbappé completou seu hat-trick cinco minutos depois, ao empurrar para o gol vazio após tabelar com Eric Ebimbe.
Edouard Michut, outro jogador de 18 anos que recebeu chance de Pochettino, acertou a trave antes de Petrel fazer outra boa defesa em finalização de Ebimbe nos momentos finais.
Com informações da Agência Brasil
Mario Frias defende Bolsonaro após coro de Ivete Sangalo no RN: ‘Militante esquerdista’
Mario Frias e Ivete Sangalo – Foto: Montagem/Reprodução Mario Frias saiu em defesa de Jair Bolsonaro (PL) após Ivete Sangalo incentivar um coro dos fãs contra o presidente durante um show em Natal, na última quarta-feira (29). “Presta-se ao ridículo papel de ser animadora de militante esquerdista, pois é escrava dos caprichos da elite artística arrogante”, escreveu o Secretário Especial da Cultura no Twitter.
Na quinta-feira (30), um vídeo da apresentação da cantora viralizou nas redes sociais. Nele, ela pediu para que o público gritasse a frase: “Ei, Bolsonaro, vai tomar no cu”.
No conteúdo, é possível ver que a plateia começou a campanha contra o político, e que ela incentivava o coro. “Não ouvi, está baixinho”, disse Ivete. Após a fala da artista, os fãs passaram a repetir a frase com um tom de voz mais alto. Enquanto isso, ela dançou no palco e comemorou a gritaria.
Mario Frias, então, foi à rede social para criticar a cantora e a acusou de ser conivente com o antigo governo. “A rainha Ivete passou todos os anos de roubo generalizado petista, como meio de impor uma ideologia abominável, no mais absoluto silêncio. Hoje, presta-se ao ridículo papel de ser animadora de militante esquerdista, pois é escrava dos caprichos da elite artística arrogante”, disse.
A fala de Ivete contra o presidente marca uma descida do muro enfática por parte da cantora. Durante a pandemia de Covid-19, ela foi criticada por não se posicionar politicamente. Quando o Brasil ultrapassou a marca dos 500 mil mortos pela doença, a artista reclamou do cenário político nacional. “Esse governo que está aí não me representa, nem mesmo antes da ideia dele existir”, disse ela na ocasião.
Com informações do Jornal Agora RN
Natal em Natal: Árvore de Mirassol tem última semana de shows com Júnior Groovador, Banda Detroit e Circuito Musical
Júnior Groovador comanda baile na quinta-feira (6), na Árvore de Mirassol — Foto: Divulgação A última semana do Natal em Natal tem shows de terça-feira (4) a domingo (9) no palco montado na Árvore de Mirassol. A programação reúne atrações de vários estilos, com destaque para Circuito Musical e Banda Detroit, além de nomes como Litto Lins e Lucas Pavani.
Na quinta-feira (6), feriado municipal em Natal, o baixista Júnior Groovador comanda o “Baile do Groovador” a partir das 21h.
O Espaço Cultural Marilene Dantas ainda conta com feira de artesanato e gastronomia.
Confira a programação:
Terça-feira (4)
19h – Robson Miragem
21h – La FemeQuarta-feira (5)
19h – Banda Detroit
21h – Orquestra GreiosaQuinta-feira (6)
19h – Fortunato e os Jovens de Ontem (19h)
20h – Talita Yohana, Joseph Litte Drop e JxLxDx
21h – Baile do GroovadorSexta-feira (7)
19h – Tanda Macedo
21h – Litto LinsSábado (8)
19h – Lucas Pavani
21h – Circuito MusicalDomingo (9)
Filarmônica Ferreira ItajubáCom informações do G1 RN
SEM PLANO B: Sergio Moro descarta uma candidatura para o Senado

Foto: EDU CHAVES O pré-candidato à Presidência Sérgio Moro (Podemos) negou ontem a possibilidade de concorrer ao Senado caso não consiga subir nas pesquisas de intenção de voto até fevereiro.
A manifestação do ex-juiz e ex-ministro é resposta a uma publicação do portal UOL. De acordo com o texto, o entorno de Moro entende que ele precisa ter um mandato no ano que vem, “seja ele qual for”.
A avaliação teria ganhado força com a investigação do Tribunal de Contas da União (TCU) sobre a rescisão de seu contrato com a consultoria americana Alvarez & Marsal. No mês passado, o ministro Bruno Dantas, do Tribunal, pediu acesso a todas as informações relacionadas à interrupção do contrato, incluindo os valores envolvidos.
Segundo a reportagem, interlocutores de Moro teriam afirmado que o ‘plano B’ do pré-candidato seria disputar uma cadeira no Senado se terminasse fevereiro sem chegar a pelo menos 15% das intenções nas pesquisas.
Em nota, Sergio Moro afirmou ser contra o foro privilegiado e disse não precisar de mandato. “Não tenho receio de qualquer investigação, muito menos a de Ministro do TCU sobre fato inexistente”, escreveu o ex-juiz no Twitter.
Estadão Conteúdo
Criação da Série E do Brasileiro resolveria vários problemas
Falta de calendário anual prejudica vários clubes brasileiros/ Foto: Reprodução Fernando Torres CBF A falta de calendário anual é uma reclamação constante de diversos clubes de futebol espalhados pelo Brasil. A situação é tão constrangedora e aflitiva que, após os Estaduais, dezenas de times fecham as portas no segundo semestre de cada ano. Vários jogadores, treinadores, preparadores físicos e de goleiros, massagistas, roupeiros, entre outros profissionais, ficam desempregados. No máximo, algumas equipes deixam apenas as categorias de base ativas. Chegou a hora de os dirigentes que comandam a Confederação Brasileira de Futebol (CBF), através do departamento de competições, acabarem com esse pesadelo e criarem a Série E do Campeonato Brasileiro.
As competições nacionais atuais deixam de fora vários clubes de tradição de todo Brasil. Na Série A, ou Primeira Divisão, temos 20 participantes. O mesmo acontece nas Série B e C, com 20 equipes em cada uma. São 60 times nas três principais divisões do Campeonato Brasileiro, com mais 64 correndo atrás do título da Série D, ou Quarta e última divisão.
Acontece que, apesar de termos 124 clubes participando das quatro divisões do futebol brasileiro, temos outras dezenas de equipes que também gostariam de ter calendário anual. E a nova competição poderia abrir a possibilidade de os interessados se inscreverem na entidade. A CBF criaria a competição, que poderia ser regionalizada para ficar mais viável e rentável, colocando em prática a Série E do Campeonato Brasileiro, e analisaria os pedidos de inscrição respeitando o ranking nacional de clubes.
Vamos pegar como exemplo o futebol paulista, onde temos os estaduais mais concorridos e rentáveis de todo o Brasil. No Paulistão, ou seja, na Primeira Divisão, dos 16 clubes participantes, apenas o Água Santa, da cidade de Diadema, não disputa nenhuma divisão do Brasileiro. E gostaria de disputar. Tem estádio, estrutura, trabalha bem nas categorias de base e adoraria ser convidado para participar da Série E do Brasileiro.
Porém, essa situação não fica restrita ao Água Santa, provavelmente um clube desconhecido do grande público. Vamos falar da tradicional Portuguesa, a Lusa do Canindé, vice-campeã brasileira de 96, que fica na capital de São Paulo. Ou até mesmo do também tradicional Juventus, da Mooca. A dupla está sem calendário nacional. O mesmo se aplica ao São Caetano, que já foi vice-campeão da Libertadores. Tem ainda o Paulista, de Jundiaí, que já foi campeão da Copa do Brasil. Sem contar XV de Piracicaba, São Bento, São José, Marília, Noroeste e Comercial, de Ribeirão Preto, entre outros.
A falta de calendário nacional não fica restrita ao futebol paulista, onde geralmente nas quatro divisões dos seus estaduais temos a participação de quase 90 clubes. Podemos espalhar essa situação para outros estados. Por exemplo, em Minais Gerais o Boa Esporte, de Varginha, e o Uberlândia, entre outros clubes de muita tradição, estão sem calendário nacional em 2022.
Em Santa Catarina, o Joinville, que fez brilhante Série D em 2021 (chegando à reta final da competição), neste ano não tem calendário nacional, e gostaria de estar em ação no segundo semestre. Da mesma forma que equipes como o Gama, do Distrito Federal, o Luverdense, do Mato Grosso, o Treze, da Paraíba, e o Imperatriz, do Maranhão.
No Rio de Janeiro outros bons exemplos de clubes sem calendário anual existem aos montes, como os tradicionais Bangu e América, que certamente gostariam de disputar a Série E do Campeonato Brasileiro e festejariam não fecharem as portas no segundo semestre. O mesmo se aplica a Boavista, Madureira, Audax Rio, Resende, que, se consultados, provavelmente também teriam interesse na competição.
O certo é que a falta de um calendário anual para diversos clubes do futebol brasileiro resulta em perdas financeiras. Além disso, deixa vários jogadores e outros profissionais que vivem do futebol desempregados, com vários estádios inativos e muitas vezes sem eventos esportivos em muitas cidades. Os times, claro, têm interesse na criação da Série E do Campeonato Brasileiro.
A CBF conhece o assunto a fundo e esboçou, em um passado recente, a possibilidade de organizar uma nova competição nacional. Porém, as providências não foram tomadas e tudo caiu no esquecimento, principalmente após a chegada da pandemia do novo coronavírus (covid-19). Que o tema da Série E do Campeonato Brasileiro volte à tona, com os clubes reivindicando novos estudos, e a competição saia do papel o quanto antes. O futebol agradece, principalmente por parte das torcidas que passam a maior parte do ano sem comparecerem aos estádios para curtirem seus times do coração.
Com informações da Agência Brasil





