Apresentador Virtual – 2020-12-03 17:39:19
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Ler Mais “Apresentador Virtual – 2020-12-03 17:39:19”Deputado Albert Dickson recebe “moção de aplauso” do TRE pelos relevantes serviços prestados na pandemia do COVID”
O Deputado estadual Albert Dickson (PROS-RN) recebeu por unanimidade do colegiado TRE (Tribunal Regional Eleitoral) e com o aval da Procuradoria Regional Eleitoral, uma “Moção de aplausos” pelo relevante trabalho realizado como médico na pandemia do COVID.
O parlamentar se destacou a nível de Brasil pela defesa do tratamento precoce e profilático com a ivermectina. Fez a lei para a distribuição da medicação gratuita a população. Conseguiu mais de 5 milhões de recursos a nível federal para o estado junto com a ajuda da Deputada federal Carla Dickson. As suas lives semanais são recordes de visualizações no canal do YouTube e já alcançaram mais de 2.5 milhões de visualizações, e mais de 136 mil inscritos. Como médico, o deputado realizou mais de 45 mil consultas gratuitas através da telemedicina para pacientes de todos os continentes, e tem sido um defensor do uso da ivermectina nas três fases do covid. O deputado ainda conseguiu na Anvisa, a suspensão da obrigatoriedade da receita controlada para compra da medição Ivermectina.
Diante disso, recentemente foi convocado para audiência com o atual presidente da república e a indústria farmacêutica sobre tratamento precoce do COVID – 19 e sua implantação nas redes de farmácias populares no Brasil.
Henrique de Souza – 2020-12-03 14:54:22
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Ler Mais “Henrique de Souza – 2020-12-03 14:54:22”Programa Questão Política entrevista o prefeito eleito de Senador Elói de Souza
O Programa Questão Política desta quinta-feira, 03 de dezembro, entrevistará o prefeito eleito de Senador Elói de Souza, Maciel Gomes. Você poderá acompanhar através da página no facebook da Web Rádio São Paulo e do Streaming de áudio.
Gabriela da Silva – 2020-12-03 07:53:57
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Ler Mais “Gabriela da Silva – 2020-12-03 07:53:57”Faça Vendas no Piloto Automático! – 2020-12-03 03:03:55
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Ler Mais “Faça Vendas no Piloto Automático! – 2020-12-03 03:03:55”Fernando Assis – 2020-12-02 16:47:31
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Ler Mais “Fernando Assis – 2020-12-02 16:47:31”Artigo Ney Lopes; “O “recado” das urnas”
Ney Lopes – jornalista, ex-deputado federal, professor de direito constitucional da UFRN e advogado
O eleitor deu vários “recados” nas urnas de 2020.Derrotou na gangorra política, a polarização pelos extremos, que destrói o diálogo e impede a paz coletiva.
Acolheu a questão social como o tema político mais importante. Veja-se o exemplo de São Paulo, onde Covas e Boulos concentraram preocupações no combate às desigualdades, ao coronavírus, geração de empregos, oportunidades e investimentos na saúde e educação.
Por tais motivos é falsa a premissa, de que a “direita conservadora” ganhou a eleição.
Direita e a esquerda são posições legítimas, desde que não qualificadas por “epítetos”, que conduzem aos radicalismos. A regra é ganhar ou perder, sempre com democracia.
Como afirmou o “Atlas Político”, o eleitor brasileiro declarou a sua independência. Demonstrou, que os “extremismos ideológicos” devem ser superados pela confiança na política, que não pode ser vista como terra arrasada pela corrupção.
Rejeitou a “luta santa” do “bem contra o mal”.
Mostrou-se amadurecido, ao optar por nomes mais ao “centro” e abrir espaços para desarmar os espíritos e melhorar o ambiente econômico e social.
No xadrez político ficou claro, que o eleitor não quer saber de novidades e escolheu políticos experimentados.
O prefeito de Salvador, ACM Neto definiu bem: “A tal da nova política ficou velha muito rápido”. Os candidatos, independente de idade, foram agora julgados, com base na competência e liderança.
O critério deverá repetir-se em 2022.No pleito de 2020, independente de legendas, “jovens” ganharam em Salvador, Rio de Janeiro, São Paulo e Recife. “Mais velhos e experientes” venceram no Paraná, Natal, Paraíba, Porto Alegre, Belém, Aracaju, Goiânia, Teresina e outras capitais.
O DEM é o partido que mais cresceu. Faça-se justiça, em decorrência do legado de reestruturação, iniciado na presidência do então senador José Agripino. É a quinta maior legenda do país.
Acabou a bazófia do discurso antipolítica, que nasceu em 2018, quando o país mergulhava no caos. À época, o cidadão de boa-fé quis desalojar o PT do poder e não teve outra opção. Prevaleceu a audácia de Bolsonaro, com a pregação da “nova política”.
Esse fato deve “abrir os olhos” do Presidente, de que não foi a direita conservadora que o elegeu, mas a rejeição ao PT e o desejo de mudanças.
Com o final das apurações, cabem as indagações, se Boulos terá sido vitorioso e Bolsonaro derrotado.
Vejamos os fatos.Boulos chegou ao segundo turno em SP pela fragilidade eleitoral de Márcio França, Russomanno e do PT. Aproveitou o momento e mostrou a sua nova face de “cordeiro manso” e não convenceu. Perdeu pela larga margem de 20%, após aglutinar apoio da ultraesquerda.
Não pode ser considerado vitorioso.
Já o presidente Bolsonaro não foi derrotado, até porque vacilou em apoiar candidaturas. Mas, as urnas lhe deram vários “recados”, que ameaçam a sua reeleição. Certamente, a primeira providência será filiar-se a uma sigla.
O clima mudou e não dá mais improvisações como a de 2018. Aí estará a maior dificuldade. Na escolha partidária, ele terá que priorizar o PP e o PSD, as legendas que sempre combateu, ambas hoje alinhadas ao Planalto, no Congresso Nacional.
Caso deseje outras alternativas partidárias, todas estarão associadas ao que já desqualificou como “centrão” e “velha política”.
O Presidente arcará com o ônus de não ter acenado à conciliação nacional, após assumir o governo.
Qualquer que seja a sua escolha, intensificará a tensão na sua base de apoio mais ideológica, que não vê com bons olhos essa aliança tida como “fisiológica”.Surgirão outras “dores de cabeça”.
A primeira delas, as revisões inadiáveis na postura da política externa, a partir da vitória de Joe Biden, até hoje não reconhecida. O Brasil sempre preservou política externa “independente”, “aberta” e “pragmática”, ao invés da “imprevisibilidade” atual.
Seria perfeitamente possível no tema do meio-ambiente, o país ainda liderar, pela via diplomática, uma “agenda verde”, que conciliasse a produção, com a preservação ambiental.
O que não pode é manter a política de “queimar as caravelas”. Afastado o sectarismo, a estratégia poderia até conduzir ao diálogo com John Biden, que talvez financiasse projetos de preservação ambiental na Amazônia.
Constituem ainda obstáculos para a sonhada reeleição, o negacionismo da pandemia e os vínculos próximos com alas fanáticas da chamada “teoria da conspiração”.
Ninguém sabe se Bolsonaro irá reavaliar as suas posições e acreditar no diálogo democrático.
O que se sabe é que, se não mudar, a reeleição ficará mais difícil.
O “recado” das urnas foi claro.
Levantamento identifica onde estão os ciganos no RN; Tangará, Apodi e Currais Novos são os municípios com maior número

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
De origem nômade e com cultura própria, os povos ciganos chegaram ao Brasil por volta do século XVI envoltos de lendas, curiosidades e falta de informações. A Cartilha Povos Ciganos e Cadastro Único no RN, elaborada pelo Governo do Estado por meio da SETHAS (Secretaria de Estado do Trabalho Habitação e Assistência Social) conta um pouco sobre a trajetória deles na chegada ao Brasil, como estão distribuídos espacialmente no país, no Nordeste e no território potiguar, além de identificar os grupos que estão em 25 municípios do Rio Grande do Norte a partir das informações contidas no CadÚnico e de trabalhos de pesquisadores.
A Cartilha é um produto das atividades de levantamento e sistematização de informações da Proteção Social Básica (PSB) na Gestão Estadual do Sistema Único de Assistência Social (SUAS) / SETHAS e objetiva dar publicidade à sociedade e informações sobre as crianças ciganas no RN e os direitos estes de acesso ao Cadastro Único como uma importante porta de entrada a direitos da política de Assistência Social.
O Cadastro Único (CadÚnico) para programas sociais do governo federal é uma importante ferramenta de identificação e caracterização socioeconômica das famílias brasileiras de baixa renda e apresenta um retrato das condições de vida dos cidadãos brasileiros mais vulneráveis, disponibilizando informações como renda, característica de domicílio, escolaridade, entre outros.
A partir de 2003, o CadÚnico tornou-se o instrumento principal do Estado brasileiro para a seleção e inclusão de famílias de baixa renda em programas federais. Por isso, explica a técnica pesquisadora e bolsista da Gestão do SUAS / SETHAS, Élida Joyce de Oliveira, o cadastro funciona como porta de entrada para as famílias acessarem diversas políticas públicas.
CIGANOS NO RN
Em Julho de 2020 foram contabilizadas 345 famílias ciganas cadastradas no CadÚnico no Rio Grande do Norte. Segundo a coordenadora da Gestão SUAS da SETHAS, Janine Élida Joyce de Oliveira, a inclusão dessas famílias no sistema é uma tarefa imprescindível para que ela tenha acesso a outras políticas sociais.
O primeiro passo para incluir as famílias ciganas no Cadastro Único ou a atualização dos dados cadastrais destas é realizar um diagnóstico socioterritorial para assim identificá-las no município. Um dos problemas recorrentes na fase de cadastramento é a falta de documentação civil, o que exige uma ação inicial de identificação,
A elaboração da Cartilha contou com a colaboração do consultor em Educação e pesquisador, Flávio José de Oliveira Silva. “O céu é o meu teto, a terra, minha morada: Cultura e educação cigana no RN” é o título de sua tese de doutorado em 2016.
CHEGADA
A partir de 1686, com o degredo nos territórios lusitanos, uma prática de exílio judicial passou a ser utilizada como política de Portugal com o objetivo de “limpar” aquele país dos indesejáveis ??ciganos. No Brasil, estes passaram a descer no Maranhão, por ser distante das maiores cidades do país e também porque serviria para ocupar uma região que tinha uma população ainda explícita de índios.
De 1718 em diante a Coroa Portuguesa passou a enviar os ciganos no Brasil para outras províncias como Pernambuco, Ceará, Sergipe e Bahia, e através delas, eles chegaram a outros locais como Minas Gerais e São Paulo, e posteriormente se espalharam por todo o país .
Há vários grupos que compõem os povos ciganos no Brasil como os Rom, os Sinti, os Calon, cada um com dialetos, tradições e costumes próprios. Segundo a pesquisadora do Departamento de Antropologia da UFRN, Lisabete Coradini, no RN, Tangará, Apodi e Currais Novos são os municípios com maior número de ciganos e os Calon são o grupo mais encontrado em terras potiguares, preservando sua cultura de comerciantes.
A Cartilha está disponível Aqui









