Brasil

Chance de vitória de Rogério Marinho é “total”, diz líder do PSDB no Senado

O líder do PSDB no Senado, Izalci Lucas (DF), afirmou, em entrevista à CNN nesta quarta-feira (1º), que a chance do senador Rogério Marinho (PL-RN) vencer a eleição para o comando da Casa é “total”.

“Rogério Marinho não é um radical. É uma pessoa articulada e que tem muita competência para dar protagonismo ao Senado”, defendeu Izalci Lucas.

“Todo projeto aprovado no parlamento vai para o Supremo Tribunal Federal (STF). A gente precisa acabar com isso. Precisamos ter uma relação harmônica entre os Poderes, mas não podemos perder espaço”, argumentou o tucano.

Na avaliação do senador, apesar da disputa com o atual presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), ser difícil, “houve um crescimento significativo na campanha de Rogério Marino”.

Clique aqui e saiba como será a posse e eleição da mesa diretora do Senado.

Veja a íntegra da entrevista no vídeo acima.

CNN Brasil

Nas redes sociais, 23 senadores apoiam Marinho, e 16, Pacheco

Fotos: Sérgio Lima/Poder360

Às vésperas da eleição que define o novo presidente do Senado, senadores e senadores eleitos foram às redes sociais declarar em quem votarão para comandar a Casa. A eleição será realizada nesta quarta-feira (1º.fev). Disputam o cargo:

  • Rodrigo Pacheco (PSD-MG), que busca a reeleição com o apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT);
  • Rogério Marinho (PL-RN), que tem o apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL);
  • Eduardo Girão (Podemos-CE), que apoia pautas da agenda conservadora e corre por fora da disputa.

O Poder360 fez uma varredura nos perfis dos senadores e senadores eleitos para levantar os apoios públicos aos candidatos à presidência do Senado. Também analisou declarações e entrevistas a veículos de mídia.

Rogério Marinho tem a vantagem: 23 declararam voto no ex-ministro do Desenvolvimento Regional. Já Rodrigo Pacheco recebeu o apoio público de 16, e o 3º candidato, Eduardo Girão, de 1 – ele próprio. Praticamente metade (41) da nova composição do Senado não se manifestou publicamente.

É eleito para comandar o Senado quem recebe ao menos 41 votos. Caso nenhum candidato alcance esse número, os 2 mais votados vão para um 2º turno de votação. O pleito é secreto e será realizado depois da sessão de posse dos novos senadores.

Veja no infográfico abaixo quem apoia quem na disputa:

Poder360

Erro no Google mostra Rogério Marinho como presidente do Senado antes da votação; entenda

Um erro no sistema de notícias do Google está mostrando a manchete “Rogério Marinho é eleito presidente do Senado” para diversos usuários nesta terça feira (31), sem que o político tenha sido eleito à presidência da casa.

A expectativa é que Marinho (PL – RN) dispute o cargo com o atual representante, Rodrigo Pacheco (PSD – MG), que tenta reeleição, em votação na quarta-feira (1º).

No Twitter, usuários compartilharam prints que mostram o erro no site de buscas e alegam que a notícia falsa pode contribuir para desinformação e mais polarização política:

O mesmo erro aparecia até às 14h45 desta tarde, em testes realizados pela equipe Byte. Quando o nome de Pacheco era pesquisado, nenhuma mensagem similar aparecia.

O Byte tentou contato com a plataforma para entender o que poderia estar causando o erro e saber o que o Google faria a respeito, mas, até o momento desta publicação, a empresa não havia respondido aos pedidos de comentário nem emitido posicionamento oficial sobre o ocorrido.

Com informações do Terra

Candidatura de Marinho avança e Planalto atua para conter traições

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil.

Ao longo desta segunda-feira (31) houve uma mudança de cenário na disputa pela Presidência do Senado que obrigou o Palácio do Planalto a sinalizar com a liberação de cargos e estruturas, principalmente para o União Brasil, partido que vem sendo cortejado tanto por Rogério Marinho (PL-RJ) quanto por Rodrigo Pacheco (PSD-MG).

Ontem, vários parlamentares que eram tidos como votos certos em Pacheco mudaram de posição, tais quais os senadores Alessandro Vieira (PSDB-SE) e Marcos do Val (Podemos-ES).

Nas contas dos aliados de Pacheco, ele teria entre 50 e 55 votos garantidos de senadores do MDB, PT, PSD, União Brasil e votos avulsos em PP e PL; nas dos aliados de Marinho, porém, o atual presidente do Senado tem apenas 36 votos garantidos. Os entusiastas da candidatura de Marinho somam 34 apoios hoje – 23 deles já declarados nas redes sociais.

De olho justamente nas traições, o Planalto iniciou uma operação para reter votos, principalmente no União Brasil e PSD. A ideia é destravar a liberação de cargos no segundo e terceiro escalões quanto antes para conter dissidências nas duas siglas.

Emissários de Pacheco também já procuraram parlamentares como Professora Dorinha (União-TO) e Efrain Filho (União-PB) prometendo espaços na mesa diretora. Os dois são apontados hoje como votos contrários a Pacheco justamente por divergências com um dos seus principais cabos eleitorais, o presidente da CCJ, Davi Alcolumbre (União-AP).

Por O Antagonista

Governo age para conter crescimento de Rogério Marinho no Senado

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) age para demover votos contrários ao senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) na eleição de 1º de fevereiro. De acordo com o site Poder360, senadores foram procurados nesta 2ª feira (30.jan.2023) por integrantes do Executivo para discutir mais espaço no governo.

O Palácio do Planalto não esperava o crescimento do senador Rogério Marinho (PL-RN) às vésperas da eleição. A aliados, o congressista do PL afirma ter de 40 a 42 votos favoráveis à sua candidatura. Para ganhar a disputa no 1º turno, o candidato precisa de 41. Pacheco diz ao seu grupo que continua à frente na corrida.

O ex-ministro de Jair Bolsonaro parte de 23 votos com apoio do bloco PP-PL-Republicanos. Conta, além desse montante, com os 3 filiados ao PSDB e dissidências no União Brasil, MDB, Podemos e até no PSD, partido de Pacheco.

Marinho ainda conversa com o senador Eduardo Girão (Podemos-CE) sobre a possibilidade de o cearense desistir de sua candidatura. Com isso, conseguiria mais 2 ou 3 votos ainda no 1º turno.

Segundo apurou o Poder360, Otto Alencar (PSD-BA) fez a ponte entre alguns senadores e o Planalto para conversas sobre o pleito. Ele esteve nesta segunda (30) com o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha.

Apesar do crescimento de Marinho na reta final da eleição, há ainda ponderações de senadores de vários espectros sobre as surpresas que as votações secretas reservam. Afirmam que muitas mudanças podem acontecer no curto período até a abertura das urnas.

Com informações de Poder 360

Candidato no Senado, Marinho critica Lula: ‘Insiste no eles contra nós’

Apoiado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para o comando da Casa, o ex-ministro Rogério Marinho afirmou em entrevista à revista Veja que seu nome tem como objetivo colocar um freio na “volúpia” do governo Lula.

Para ele, a gestão do petista promove um “desmonte” do que ele avalia como um “legado virtuoso” criado no Brasil após o impeachment da ex-presidente da Dilma Rousseff (PT), em 2016.

“Nós assistimos também o ministro da Fazenda ir a Davos e propor um boicote a todas as empresas brasileiras que não votaram na Presidente Lula. É uma coisa inimaginável. Você fica se perguntando onde esse pessoal está com a cabeça.”, disse o ex-ministro.

Segundo o ex-ministro, outro fator que gerou preocupação nele e em aliados foi a volta do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) ao Ministério da Fazenda. O órgão estava ligado ao BC (Banco Central).

“Então, nós estamos vivendo tempos muito esquisitos e isso tudo gera muita inquietação entre todos aqueles que tem esse sentimento de que o Brasil pode e até deve ter alternâncias democráticas.”. afirmou.

Com informações de UOL

Aliado de Bolsonaro abre mão da vice-presidência da Câmara para ajudar a eleger Marinho no Senado

O PL, partido do ex-presidente Jair Bolsonaro, abriu mão de indicar um nome à vice-presidência da Câmara. A cadeira cabia à legenda, que tem a maior bancada da Casa. Em troca do apoio da sigla à eleição de Rogério Marinho (PL-RN) à presidência do Senado, cedeu o espaço ao Republicanos. O acordo foi costurado pelos presidentes do PL, Valdemar da Costa Neto, e do Republicanos, o deputado Marcos Pereira, que ficará com a vice-presidência da Câmara.

“Como as chances de eleição do Marinho passaram a ser reais. Podemos ficar com a segunda vice-presidência. Abrimos mão de tudo que for necessário para o Marinho ganhar o Senado”, disse o deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) ao GLOBO.

O parlamentar é da ala “bolsonarista raiz” da legenda e foi presidente da bancada evangélica em 2022. Inicialmente ele era o indicado para ser primeiro vice da Câmara, mas aceitou o acordo feito pelo PL com Republicanos e PP.

A decisão deve ser anunciada na próxima segunda-feira, 30, após reunião comandada por Valdemar e pelo líder do PL na Câmara, Altineu Cortes (RJ). Para ajudar na negociação foi avaliada uma troca na liderança do PL na Casa. Altineu deixaria o cargo e Sóstenes seria o escolhido. No entanto, o deputado da bancada evangélica deve ficar com o cargo de segundo vice-presidente da Casa e Altineu líder por mais um ano.

O acordo para colocar o presidente do Republicanos na vice aconteceu na última quarta-feira, (25), quando o presidente do PL se reuniu com Pereira e a senadora eleita Tereza Cristina (PP-MS) para fortalecer o bloco de Marinho. O senador do PL conseguiu um impulso na reta final da disputa contra o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). Juntando os três partidos que o apoiaram formalmente, Marinho tem um bloco de 23 de senadores. Além disso, ele mira apoios de parte do União Brasil e MDB, que devem apoiar Pacheco formalmente.

Com informações do O Globo

Sem Bolsonaro, Michelle chega a Brasília após viagem aos EUA

Foto: Matheus Veloso/Metrópoles

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro desembarcou no Aeroporto de Brasília na noite de quinta-feira (26.jan.2023), depois de viagem com a família para os Estados Unidos. O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) não estava com a mulher.

Imagens de Michelle usando um boné azul, blusa de moletom de cor clara e máscara facial foram captadas.

Em 30 de dezembro, a então primeira-dama viajou com o marido e a filha Laura, de 12 anos, para os EUA. Desde então, a família estava hospedada em uma casa de férias do ex-lutador de MMA José Aldo, na cidade de Kissimmee, a cerca de 35 quilômetros de Orlando.

A filha de Bolsonaro já retornou ao Brasil por causa do período escolar. Não se sabe, porém, quando Bolsonaro voltará ao país.

O vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ) está no país norte-americano com o pai.

Depois de um episódio de obstrução intestinal, o ex-presidente disse que anteciparia retorno ao Brasil para se consultar com os médicos que o acompanham. Ele chegou a ficar 1 dia internado em hospital dos EUA.

Ainda não foi informado onde a família do ex-presidente vai morar.

Poder360

Lula recebe governadores hoje e será pressionado a recompor cofres dos estados

Foto: Vinícius Schmidt/Metrópoles

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), vai conversar nesta sexta-feira (27) com governadores dos 26 estados e do Distrito Federal, que vão cobrar do chefe do Executivo federal alguma medida para compensar as unidades da Federação que tiveram prejuízo com a arrecadação de ICMS sobre combustíveis.

No ano passado, o Congresso Nacional aprovou e o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) sancionou um projeto de lei que fixou um teto de 18% para a cobrança do imposto sobre combustíveis, energia elétrica, comunicações, gás natural e transporte coletivo. Um dos pontos da proposta previa que estados e municípios fossem compensados mês a mês pela União caso a queda na arrecadação do ICMS fosse superior a 5% em relação a 2021.

A forma de indenização, contudo, não saiu do papel. O Supremo Tribunal Federal (STF) foi acionado para mediar uma proposta de conciliação entre governo federal as unidades da Federação, e até criou uma comissão especial com representantes da União e dos entes federativos, mas o grupo terminou os trabalhos sem firmar um acordo sobre como será feita a compensação.

Nessa quinta-feira (26), representantes dos 26 governos estaduais do país e do DF estiveram em Brasília para participar do Fórum Nacional de Governadores, e a maioria concordou que já está na hora de o Executivo federal apresentar uma proposta de ressarcimento.

“Temos um ponto comum que é o restabelecimento das contas dos estados. Vamos levar a questão da recomposição fiscal e na sequência falamos dos projetos prioritários”, afirmou o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos).

R7

OMS se reúne hoje para decidir se Covid-19 ainda é emergência de saúde pública mundial

Foto: DENIS BALIBOUSE/REUTERS

O diretor-geral da OMS (Organização Mundial da Saúde), Tedros Adhanom, anunciou na última quarta-feira (24) que o Comitê de Emergência do Regulamento Sanitário Internacional se reunirá hoje para decidir se o problema da Covid-19 ainda constitui uma emergência mundial.

A organização declarou em 30 de janeiro de 2020 a emergência de saúde pública de importância internacional e se reúne a cada três meses para reavaliar a situação.

No fim do ano passado, a agência sanitária afirmou ter a expectativa de que pudesse encerrar as emergências de Covid-19 e mpox neste ano.

Somados todos os países do mundo, foram constatados 669 milhões de casos da doença e mais de 67,8 milhões de mortos. Os dados mais recentes indicam uma média de 236.272 casos e 3.779 mortes nos últimos sete dias.

No Brasil, são mais de 36 milhões de casos e 696.603 mortes desde o início da pandemia. Os dados mais recentes, divulgados pelo Ministério da Saúde, mostram que a doença matou 3.938 pessoas em dezembro, com média de 131 a cada dia.

R7