Ano: 2022

  • Autorizado concurso público com 699 vagas para a Receita Federal

    Superintendência da Receita Federal/ Foro: Marcelo Camargo

    Portaria publicada hoje (13) no Diário Oficial da União autoriza a realização de concurso público da Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil, com 699 vagas.

    Do total de vagas, 469 serão destinadas para o cargo de analista-tributário e 230 para o cargo de auditor-fiscal.

    Segundo a portaria, o prazo para a publicação do edital de abertura do concurso público será de seis meses, contado a partir de hoje.

    A portaria também autoriza o prazo de dois meses de antecedência mínima entre a publicação do edital e a realização da primeira prova do certame.

    “A publicação da portaria é a confirmação de uma das pautas prioritárias da administração da Receita Federal”, diz nota do órgão.

  • Abastecimento de água é suspenso em Currais Novos

    Foto: Pedro França/Agência Senado

    O abastecimento de água em Currais Novos está suspenso nesta segnda-feira (13). A suspensão acontece por causa do rompimento de uma tubulação de 300 mm na Avenida Sílvio Bezerra de Melo.

    A Caern informou que equipes trabalham no local desde a noite desse domingo (12), quando foi registrado o vazamento.

    A área foi isolada para o trânsito pela Polícia Rodoviária Federal e a previsão é que o conserto da tubulação seja concluído até as 13h30 desta segunda, com a retomada do abastecimento.

    No entanto, será necessário aguardar um prazo de até 72 horas para que o fornecimento esteja completamente normalizado em todas as áreas da cidade.

  • Operação Lava-Jato não deve influenciar o eleitor nas próximas eleições

    Foto: Divulgação

    Na última sexta-feira (10/6), o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Luiz Fux, fez algumas considerações sobre a Operação Lava-Jato. Segundo o magistrado, “ninguém pode esquecer” que a corrupção ocorreu no Brasil. Fux mencionou os R$ 51 milhões em dinheiro vivo apreendidos em um apartamento ligado ao ex-ministro Geddel Vieira Lima em 2017. Também fez referência aos recursos desviados da Petrobras e ao escândalo do mensalão.

    “Ninguém pode esquecer o que ocorreu no Brasil, no mensalão, na Lava-Jato, muito embora tenha havido uma anulação formal, mas aqueles R$ 50 milhões eram verdadeiros, não eram notas americanas falsificadas. O gerente que trabalhava na Petrobras devolveu US$ 98 milhões e confessou efetivamente que tinha assim agido”, disse o ministro.

    Ao mencionar que a corrupção revelada pela Lava-Jato efetivamente existiu e que anulação de parte dos processos foi “formal”, o presidente do STF retomou um tema controverso: a credibilidade e o peso político da força-tarefa que já foi considerada a maior operação de combate à corrupção no Brasil.

    No ano passado, Fux foi voto vencido no julgamento do STF que anulou as condenações da Justiça Federal em Curitiba contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Também foi vencido no julgamento que declarou o ex-juiz Sergio Moro parcial ao condenar o petista na ação do tríplex do Guarujá (SP).

    Deflagrada em 2014, a Lava-Jato atingiu como um vendaval as eleições de 2018. Levou à prisão um ex-presidente da República, jogou por terra candidaturas de pesos pesados da política e, para muitos, contribuiu para a vitória de Jair Bolsonaro na corrida presidencial. Passados quatro anos, a operação ainda atrai polêmicas.

    Para Luís Henrique Machado, advogado do senador Renan Calheiros (MDB-AL) nos processos da Lava-Jato, a força-tarefa perdeu relevância para o eleitor. “A operação chega nestas eleições enfraquecida em termos de argumentação política. Não terá efeito prático”, acredita.

    Machado acredita que as narrativas serão usadas, mas não com força suficiente para influenciar o voto, como ocorreu em 2018. “Tanto que a pessoa que mais sofreu as consequências da Lava-Jato, o ex-presidente Lula, aparece à frente das pesquisas”, exemplifica. “Em 2022, o furacão se tornou uma brisa. O debate persiste, mas não como em 2018. De fato, a Lava-Jato gerou a descrença da classe política, o que terminou, como consequência, elegendo o atual presidente, Jair Bolsonaro”, observa.

    Aury Lopes, advogado de defesa do ex-deputado federal Eduardo Cunha, concorda com Machado de que utilizar a Lava-Jato hoje, como argumento político, terá efeito restrito na eleição. “Embora (a Lava-Jato) tenha tido um mérito inicial, revelou-se um imenso antro de irregularidades. Mas acho que não é uma moeda forte em termos de argumento político. Terminou de maneira desprestigiada, com um final muito triste, com as irregularidades, que, bem ou mal, vinham sendo denunciadas”, disse.

    *Com Informações do Correio Braziliense

  • Semana começa com grandes expectativas com a vinda de Lula e Bolsonaro ao RN

    Arte CNN/Futura Press/Estadão Conteúdo

    A semana começa com grandes expectativas com a vinda do ex-presidente Lula e o atual presidente Bolsonaro ao RN nesta semana. Caravanas, já começam a se organizar para esta presente no evento. Lula vem ao RN nesta quinta-feira (16), dia de Corpus Christi, participar da 1ª Feira Nordestina de Agricultura Familiar e Economia Solidária (Fenafes), como também consta na agenda, um ato político que será realizado na Arena das Dunas.

    Quem estará acompanhando o ex-presidente Lula será o pré-candidato a vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB).

    Já Bolsonaro, participará na sexta-feira (17) do lançamento do programa Internet Brasil. O evento será realizado às 10h30, na Praça Mãe Peregrina, no conjunto Cidade Satélite, bairro Pitimbu, na Zona Sul de Natal. De acordo com o Ministério das Comunicações (MCom), o evento contará ainda com outras entregas do MCom e da FUNASA (Fundação Nacional de Saúde).

    Iremos fazer toda cobertura possível.

  • PM é perseguido e assassinado no RN

    Foto: Reprodução

    O cabo da Polícia Militar Joab Leandro, de 40 anos, foi morto a tiros na tarde deste domingo (12), na praia de Upanema, em Areia Branca RN. Ele estava em uma moto quando foi atingido por disparos de arma de fogo e morreu no local.

    Ele ainda teria sido perseguido antes de ser alvejado.

    Até o momento ainda não há informações sobre a motivação para o crime. O PM estava afastado das atividades por motivos de saúde.

    A investigação do crime ficará por conta da 42° Delegacia da Polícia Civil, que tem a frente o delegado Luiz Antônio.

    Via Grande Ponto com informações do Porta da 96 FM

  • Árvore cai e interdita parcialmente rua na Zona Leste de Natal

    Queda aconteceu na manhã deste domingo na Avenida Romualdo Galvão.

    Queda aconteceu na manhã deste domingo na Avenida Romualdo Galvão. — Foto: Pedro Trindade/Inter TV CabugiFoto: Pedro Trindade/Inter TV Cabugi

    Uma árvore caiu na Avenida Romualdo Galvão, na Zona Leste de Natal, na manhã deste domingo (12). Ninguém ficou ferido.

    Com a queda, a árvore interditou parcialmente a via no sentido Zona Sul. “Eu estava passando bem na hora, mas como vinha devagar consegui parar”, disse o motorista Flávio Gomes.

    Uma equipe do Corpo de Bombeiros esteve no local para retirar a árvore da pista.

    Via g1 RN

  • Prato feito fica 25% mais caro em Natal

    Almoçar nos restaurantes de Natal ficou até 25% mais caro em um ano. O tradicional prato feito, que custava entre R$ 16 e R$ 17 em 2021, já é encontrado por R$ 20, conforme constatou a reportagem da TRIBUNA DO NORTE, que percorreu estabelecimentos em diferentes regiões da cidade. A alta acompanha a subida dos preços dos ingredientes que compõem o famoso “PF”, como feijão, arroz, macarrão, legumes e carne. Na capital potiguar, em doze meses, a cesta básica ficou 24,4% mais cara, segundo apurou o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Econômicos (Dieese), em abril deste ano.

    Foto: Magnus Nascimento

    Para tentar sobreviver na crise, os proprietários de restaurantes populares se desdobram criando promoções, mudando cardápio, trocando ingredientes, oferecendo opções mais baratas e pesquisando cada vez mais nos supermercados e atacadões. O grande desafio é reduzir os custos, mas sem perder a qualidade do serviço e da comida. A manutenção do padrão de atendimento e a transparência com o cliente são aliados na hora de, inevitavelmente, repassar reajustes no preço final. “Conversamos com o cliente, explicamos o porquê dos aumentos e ele entende porque sabe como as coisas estão caras”, relata Márcia Cabral, que trabalha em um restaurante na Cidade Alta.

    Na zona Sul, o almoço com preço fixo, que era de R$ 13 no período pré-pandemia, em 2019, é vendido a R$ 20. O prato com preço fixo passou por seguidos reajustes diante do constante aumento dos insumos nos supermercados, afirma Silvana Carvalho, uma das proprietárias do Coronel Mostarda, restaurante popular de Neópolis. No estabelecimento, que fica na Avenida Ayrton Senna, o PF era comercializado por R$ 16 no ano passado, mas passou para R$ 18 no início deste ano, até chegar aos R$ 20 atuais.

    “É muito difícil porque o nosso restaurante é um restaurante popular, não podemos fugir disso. Nós aumentamos R$ 2 há uns três meses, mas não fez nem efeito. Não segura. Antes, a gente aumentava por ano, a cada oito meses, hoje não tem mais como. Como nosso estilo é esse [popular], a gente não consegue repassar porque senão afasta o cliente, mas está absolutamente difícil. Todos os dias é um preço diferente no supermercado, não tem mais aquilo de época, antigamente tinha aquilo de que se tivesse na safra baixava, se não tivesse, subia”, comenta a empresária.

    Silvana afirma que uma das saídas encontradas para tentar driblar a alta inflacionária é pesquisar mais. “Eu saio daqui e faço uma rota por Mineirão, Sam’s Clube, Atacadão, Assaí, Superfácil, aí onde for mais barato eu compro. Fico rodando que nem barata tonta”, brinca. “O problema dessa rota é a gasolina. É isso e tirar coisas mais caras do buffet, como um corte mais nobre de carne, por exemplo”, complementa.

    Silvana divide a administração com o marido Maurício. Os dois decidiram mudar o cardápio e criar opções menores de pratos feitos e quentinhas. “É uma alternativa, criamos uma ‘mini’ de R$ 9 para quem não tem condições de pagar os R$ 20 e temos o meio-termo, que são as quentinhas de R$ 16, R$ 18. Antigamente vinha a família comer aqui no espaço e aí cada um pagava pelo seu prato. Agora é comum que uma pessoa da família venha aqui faça uma ou duas quentinhas e leve para casa e aí lá faz a divisão. A gente percebe isso demais”, comenta.

    Do outro lado da cidade, no bairro de Pajuçara, os funcionários de um restaurante, localizado na Avenida Dr. João Medeiros Filho, zona Norte de Natal, também tiveram que se adaptar à carestia para manter o funcionamento do estabelecimento sem afastar a clientela. Maria Fernanda, que trabalha na churrascaria há quatro anos, diz que de 2020 para cá, o preço do PF subiu de R$ 15 para R$ 20. O último reajuste ocorreu neste ano, quando o antigo preço de R$ 17, praticado em 2021, deu lugar aos atuais R$ 20.

    “É muito caro, é absurdo porque está tudo aumentando. Todo mundo sente, a gente, o cliente, supermercado, aí não tem como manter”, diz a profissional. Ela explica que o estabelecimento passou por uma recente mudança no cardápio por causa da inflação. “A gente oferecia o churrasco e as carnes no buffet, mas agora tiramos as carnes e deixamos só o churrasco. Só colocamos as proteínas junto com o churrasco para o cliente nos fins de semanas. A situação está complicada”, comenta Fernanda, da Beniccio’s Grill.

    A crise também afeta comportamento do cliente. A autônoma Clenilda Andréia diz que passou a frequentar menos o restaurante perto de casa, ela conta que prefere comprar uma quentinha por um valor menor do que comer dentro do estabelecimento. “O prato aqui está R$ 20, mas tem essas opções mais em conta de quentinhas por R$ 17. Colocando na ponta do lápis vale mais a pena, minha rotina como autônoma é assim, então nem sempre tenho tempo de fazer comida. A solução muitas vezes é essa”, pontua.

    Criatividade e promoções para afastar a crise

    Trabalhando no vermelho desde a reabertura após o período mais restritivo da pandemia, o Sadoche Restaurante, na Cidade Alta, zona Leste de Natal, lançou uma promoção para atrair mais clientes. Quem almoça no local antes das 12h e depois das 14h tem 10% de desconto na hora do pagamento, conta a gerente Márcia Cabral. “É uma tentativa de chamar o pessoal de volta, aqueles que comiam aqui e deixaram de comer por causa de algum aumento, por exemplo. A gente pensa que é uma forma justa de oferecer um benefício ao cliente”, diz.

    Com o desconto, o preço do prato, que pode ser montado via self-service, cai de R$ 20 para R$ 18. O horário promocional tem atraído clientes, como o auxiliar financeiro Franklin Cirino, que trabalhar em uma clínica e almoça todos os dias no Sadoche. “Rapaz, infelizmente estamos vivendo com todos esses aumentos e aqui no restaurante não é diferente. Trabalho aqui na Jundiaí e aproveito esse desconto porque qualquer coisa já serve, a gente entende o lado também do restaurante, que faz o que pode para manter a qualidade e preço, mas é isso, no supermercado está tudo caro. Não tem para onde correr”, declara.

    A gerente do Sadoche diz que o desafio é fazer economia no supermercado, procurando produtos de marcas menos conhecidas, por exemplo, mas sem comprometer a qualidade da comida oferecida. “É dessa forma que a gente tenta diminuir custos, tentando substituir o que era mais caro por algo que não seja de baixo padrão, mas que seja um pouco mais barato. Acho que todos estão fazendo algo parecido para ver se conseguem sobreviver porque o custo mensal não é só supermercado, entram energia, água, aluguel, material de limpeza, funcionários. É uma balança complicada”, diz.

    Além das promoções, os restaurantes devem buscar variar seus cardápios e oferecer opções mais baratas ou menores, destaca Artur Fontes, diretor executivo da Associação de Bares e Restaurantes (Abrasel). “Diminuir o produto, o prato, por exemplo, não pega bem nesse segmento. Os clientes estão acostumados a comer aquele determinado prato que ele come sempre, no mesmo padrão. O que pode se fazer é variar o cardápio. Por exemplo, uma hamburgueria que vende um hambúrguer de 120g, pode oferecer uma outra versão de 70g, mas sem alterar aquela de 120g que o cliente já estava acostumado. Pode ser uma saída”, afirma Fontes.

    Uma pesquisa da Associação de Bares e Restaurantes (Abrasel) revelou que dos bares e restaurantes do Rio Grande do Norte, 39% fecharam o mês de abril no vermelho e 30% registram lucro. No entanto, para 58% dos empreendimentos do Estado o faturamento do mês passado foi até maior do que o registrado em abril de 2021. Já 20% tiveram resultados abaixo, considerando o mesmo período. Em contrapartida, o mês de abril teve resultado diferente no panorama nacional. Entre os estabelecimentos de todo o País, 35% disseram ter trabalhado com lucro em abril, contra 28% em que registraram prejuízo.

    Pesquisar é uma opção para fugir dos altos preços

    O aumento verificado em Natal acompanha um levantamento do Instituto Brasileiro de Economia, da Fundação Getúlio Vargas (FGV Ibre), que mostrou que o prato feito subiu 23,5% no cenário nacional, no comparativo de maio de 2021 com maio último.

    A entidade considera o Índice de Preços ao Consumidor Mercado (IPC-M) e leva em conta as variações de preços dos dez itens mais presentes no PF: arroz, feijão-preto, feijão-carioca, alface, batata-inglesa, cebola, tomate, frango em pedaços, ovos e carnes bovinas.

    O especialista em mercado financeiro Henrique Souza diz que a melhor opção é mesmo a pesquisa, uma vez que os comerciantes sempre estarão suscetíveis às oscilações de preços.

    “A composição de preços desses produtos, que são itens da cesta básica, os que puxam mais são os hortifrutigranjeiros. Tomate, cenoura, cebola, são considerados vilões nesses aspectos. Como são alimentos constantemente utilizados no preparo das refeições, o comerciante se vê numa situação, que, infelizmente, tem que passar para o consumidor final. Nesse aspecto, a alternativa que se tem é a busca por outros fornecedores diante da diversidade do mercado e das pesquisas que venham a ser realizadas”, explica Souza.

    Os alimentos se tornaram o principal vilão da inflação brasileira — os preços gerais da economia subiram 12,13% nos últimos 12 meses, mas a alimentação no domicílio (que exclui comida comprada em restaurantes) subiu 16,12%. No último mês, a alimentação e transportes responderam por 80% da alta geral dos preços no País.
    Via Tribuna do Norte

  • Grande Natal tem seis pontos impróprios para banho, aponta boletim do Idema

    Foto: ASCOM/IDEMA

    O Boletim da Balneabilidade das praias do Rio Grande do Norte Nº 21, emitido na sexta-feira (10), informa que 26 pontos seguem com condições adequadas de balneabilidade e seis trechos analisados estão impróprios para banho. Os trechos identificados como impróprios foram Rio Pium (Ponte Nova), Pirangi do Norte (APURN), em Parnamirim; Via Costeira (Cacimba de Boi), Praia do Meio (Iemajá) e Redinha (Rio Potengi), em Natal; e a Foz do Rio Pirangi, em Nísia Floresta.

    As análises registraram os dois locais com 1600 – NMP/100 ml de H2O, cada, que significa a presença microrganismos pelo Número Mais Provável(NMP). A base dos dados analisa a quantidade de coliformes termotolerantes encontrados nas águas (Resolução nº 274/2000 do Conselho Nacional do Meio Ambiente – CONAMA).

    Foram coletadas e classificadas amostras de água em 33 pontos distribuídos na faixa costeira situada entre os municípios de Nísia Floresta e Extremoz, a fim de informar aos banhistas quais as condições das praias monitoradas.

    O estudo é uma parceria entre o Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente (Idema), o Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (IFRN) e a Fundação de Apoio à Educação e ao Desenvolvimento Tecnológico do RN (FUNCERN), e faz parte do Programa Água Azul.
    Via Blog do BG

  • Situação no RN melhora e apenas 01 óbito por Covid-19 foi registrado nas últimas 24 horas no estado

    Dados divulgados pela Sesap mostram uma diminuição nos casos da doença

    VACINA07 JOSEALDENIRFoto: arquivo Agora RN

    A Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) divulgou hoje, 12, os números atualizados sobre a situação da Covid-19 no Rio Grande do Norte. Nas últimas 24 horas, apenas 01 óbito causado pela doença foi registrado e 128 novos casos notificados e confirmados, uma baixa considerável, já que no boletim divulgado pela Secretaria no ultimo dia 9, foram registrados mais de 400 casos em apenas um dia. Ao todo, são 510.900 casos confirmados da doença desde o início da pandemia no estado.

    Em relação ao número de óbitos total no Rio Grande do Norte, são 8.218. Os números de óbitos suspeitos são de 1.364.

    Os casos recuperados são 499.063. Casos suspeitos são 1.364 e descartados 967.815. Em acompanhamento são 3.619.

    Para mais informações sobre a situação da Covid-19 no Rio Grande do Norte e no Brasil, acesse o site portalcovid19.saude.rn.gov.br e fique atualizado.

    Via Agora RN

  • Número de pessoas com planos de saúde cresceu 5% na pandemia

    Foto: Sergio Lima/Poder 360

    A pandemia fez o número de pessoas com planos de saúde no Brasil crescer 5%. O setor estava em queda desde 2015, mas a preocupação com a covid-19 aumentou a demanda. E a expectativa é que a quantidade de segurados continue subindo até o final do ano, apesar da inflação alta e do reajuste de 2 dígitos nos contratos com as operadoras.

    Há 49,4 milhões de brasileiros com um plano de saúde, segundo o último dado disponível, referente a abril de 2022. O número foi divulgado nesta semana pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), órgão responsável por fiscalizar e regular os planos de saúde.

    A quantidade de segurados era de 47 milhões há 2 anos. Houve 2,4 milhões de novas contratações em relação a fevereiro de 2020, um mês antes de a Organização Mundial da Saúde declarar pandemia.

    O país chegou em abril de 2022 ao maior patamar de segurados desde setembro de 2015 –eram 49,7 milhões de beneficiários naquele mês. O auge dos planos de saúde foi em dezembro de 2014, segundo a série histórica da ANS, que começa em 2011.

    Em 2014, havia 50,5 milhões de pessoas com planos particulares. A expectativa do setor é superar esse recorde ainda neste ano. A Abramge (Associação Brasileira de Planos de Saúde) calcula que no final do ano o total de beneficiários será de 50,6 milhões. Caso o cenário se concretize, haverá uma alta de 3,3% frente a 2021.

    “Vinhamos de uma tendência de queda de beneficiários antes da pandemia. Estávamos um pouco abaixo de 47 milhões. Nos 2 anos iniciais da pandemia houve a reversão desse fenômeno com o aumento do número de beneficiários”, afirmou o presidente da Abramge, Renato Casarotti, ao Poder360 em abril.

    A alta nos planos de saúde durante a pandemia foi puxada pelos contratos empresariais. A maioria dos beneficiários se concentram nesses acordos. São 34 milhões frente a 9 milhões de pessoas nos planos individuais. A quantidade de segurados em contratos individuais se manteve estável em relação ao começo da pandemia.

    Em maio, a ANS autorizou o maior reajuste nos planos de saúde individuais e familiares da série histórica, que começa em 2000. As operadoras poderão aumentar o preço dos contratos até 15,5% para o período de maio de 2022 a abril de 2023.

    O cálculo para o reajuste tem 80% do peso para as despesas assistenciais e 20% para o IPCA (Índice Geral de Preços ao Consumidor) no período.

    Em 2021, o reajuste foi negativo em 8,1% por conta da redução das despesas assistenciais em 2020. No 1º ano da pandemia, procedimentos eletivos foram suspensos, o que levou à redução das despesas médico-assistenciais.

    O reajuste dos planos individuais e familiares são definidos pela ANS, ao contrário de planos por adesão e empresariais. Nesses planos, o reajuste é definido conforme operadora. Dados da agência, até fevereiro de 2022, mostram que o reajuste médio dos planos coletivos foi de 8,43%.

    Via Poder 360