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A deputada federal Tereza Cristina (DEM-MS), 64 anos, será a primeira mulher ministra do governo Jair Bolsonaro. Ela vai assumir o Ministério da Agricultura. A confirmação foi feita pelo deputado federal Alceu Moreira (MDB-RS). Segundo ele, a pasta não será fundida com o Ministério do Meio Ambiente, cujo titular será escolhido pelo presidente eleito e “homologado” pela bancada ruralista. De acordo com Moreira, o ministro do Meio Ambiente terá “um perfil diferenciado”.
Durante encontro com Jair Bolsonaro, a bancada ruralista indicou Tereza Cristina para ser a ministra da Agricultura. A indicação foi feita por um grupo de 20 integrantes da Frente Parlamentar Agropecuária (FPA), em reunião no Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB), em Brasília, onde funciona o gabinete de transição de governo. A bancada ruralista no Congresso Nacional reúne aproximadamente 260 parlamentares.
Engenheira agrônoma e empresária, Tereza Cristina é presidente da FPA e tem uma longa trajetória no setor. Ela foi secretária de Desenvolvimento Agrário da Produção, da Indústria, do Comércio e do Turismo de Mato Grosso do Sul durante o governo de André Puccinelli (MDB).
Neste ano, Tereza Cristina foi uma das lideranças que defenderam a aprovação do Projeto de Lei 6.299, que flexibiliza as regras para fiscalização e aplicação de agrotóxicos no país.
Jair Bolsonaro, presidente eleito, e Fátima Bezerra, governadora eleita do RN, se encontrarão pela primeira vez após eleições. (Foto: José Aldenir / Agora RN)
Os 27 governadores eleitos e reeleitos vão se reunir na próxima quarta-feira, 14, em Brasília, com o presidente eleito Jair Bolsonaro e o economista Paulo Guedes, que deve assumir o superministério da Economia (que agregará a Fazenda, o Planejamento e a Indústria e Comércio). Em pauta, as prioridades econômicas para os estados.
O governador eleito de São Paulo, João Doria (PSDB), disse hoje, 7, que a proposta da reunião foi apresentada por ele durante encontro com Bolsonaro e Guedes, no gabinete de transição, no Centro Cultural de Brasília (CCBB). Segundo o tucano, a reunião conta também com o apoio dos governadores eleitos do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), e do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB).
Doria disse que é favorável à proposta de Guedes para ser adotado o pacto federativo sustentado pelo programa de desestatização, que engloba projetos de concessão, parceria público-privada e privatização. Ele não mencionou nomes de empresas nem companhias.
O tucano afirmou também que apoia a implementação de um programa de desburocratização e de medidas de segurança e combate à violência.
Para a reunião, na próxima semana, Doria disse que todos os governadores foram convidados e deve ocorrer no Centro Internacional de Convenções de Brasília. A proposta é que o encontro seja realizado pela manhã e ao final, o presidente eleito participe.
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Prefeito Álvaro Dias (esq.) e ex-prefeito Carlos Eduardo Alves. (Foto: José Aldenir / Agora RN)
O prefeito de Natal, Álvaro Dias (MDB), anunciou que fará pelo menos duas novas mudanças no secretariado municipal até o final desta semana e antecipou que outras alterações no quadro de auxiliares deverão acontecer nos próximos dois meses.
No cargo desde abril, quando Carlos Eduardo Alves renunciou para disputar o Governo do Estado, Álvaro Dias manteve o conjunto de secretários deixado pelo ex-prefeito, mas desde a semana passada começou a realizar mudanças no primeiro escalão do governo.
“Meu compromisso com Carlos Eduardo era manter o secretariado dele até a eleição. A eleição passou. Vou ficar com os secretários que eu acho que devem permanecer. Tenho toda liberdade para mudar, tirar, demitir, acrescentar, diminuir, fazer o que eu achar que tenho de fazer”, justificou o prefeito, em entrevista à 98 FM na noite desta terça-feira, 6.
Álvaro Dias afirmou que as recentes modificações feitas no secretariado não são “retaliação” ao ex-prefeito, e sim um ajuste necessário no grupo auxiliar. “Meu compromisso com o ex-prefeito encerrou. Qualquer demissão, eu não estou retaliando, perseguindo. Eu estou fazendo o que acho que devo fazer para mostrar minha cara como prefeito de Natal”, emendou.
O prefeito acrescentou que seguirá com as mudanças, de modo que a Prefeitura do Natal inicie 2019 “de cara nova”. “Acho que, nesses dois dias [quinta e sexta], devo mudar uns dois ou três secretários. De agora até janeiro, tenho esse tempo para arrumar as coisas com responsabilidade, paciência, estudando, analisando. Vamos fazer sem açodamento”.
Apesar de Álvaro Dias declarar que as mudanças no secretariado não são retaliação a alguma ação do aliado, as mudanças no secretariado (esperadas apenas para o ano que vem) podem ser o primeiro reflexo do resultado das urnas nas eleições deste ano.
Durante a campanha recém-encerrada, Álvaro Dias e Carlos Eduardo teriam se desentendido devido o insucesso eleitoral do filho de Álvaro, Adjuto Dias (MDB), para a Assembleia Legislativa.
Carlos Eduardo e sua esposa, a secretária municipal da Mulher, Andréa Ramalho, teriam atuado intensamente nos bastidores para favorecer a vereadora Nina Souza (PDT) na disputa para deputada estadual, prejudicando Adjuto, que não conseguiu votação suficiente para se eleger.
As informações dão conta de que Andréa Ramalho, como porta-voz do marido (Carlos Eduardo), teria mobilizado cargos comissionados das secretarias da Mulher, da Saúde e da Assistência Social para votar e pedir votos para Nina Souza, mesmo com o filho do prefeito sendo candidato ao mesmo cargo.
Adjuto Dias teve 28.697 votos no Rio Grande do Norte, dos quais apenas 7.939 foram em Natal. A votação foi praticamente idêntica à de Nina Souza, que conseguiu 7.379 votos na capital – ela recebeu pouco mais de 21 mil em todo o Estado.
Até agora, Álvaro exonerou duas secretárias: Ilzamar Pereira da Silva (Assistência Social) e Marília Dias (adjunta do Turismo). Para os lugares delas, foram nomeados, respectivamente, Maria José de Medeiros e Francisco Soares Júnior.